Brasil vai lançar nanossatélite científico de baixo custo

Depois da perda do multimilionário satélite CBERS-3, feito em parceria com a China, o Brasil se prepara para lançar um novo artefato espacial, dessa vez com custo inferior a R$ 800 mil. É o NanoSatC-Br1.

Desenvolvido pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o nanossatélite será lançado por um foguete russo DNPER, entre maio e junho.

Trata-se de uma nova moda na exploração espacial, possibilitada pela crescente miniaturização de componentes. Agora já se pode construir um satélite de baixo custo, com massa abaixo de 10 kg, cominstrumentos capazes de produzir medições úteis.

É a segunda tentativa brasileira de produzir um artefato assim, e a primeira que adota o formato de cubesat _um satélite em forma aproximadamente cúbica, com 10 cm de aresta. É praticamente um “cubo mágico” espacial.

O primeiro nanossatélite brasileiro, Unosat-1, foi destruído no acidente com o lançador brasileiro VLS-1, que matou 21 pessoas em Alcântara (Maranhão), em 2003.

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O NanoSatC-Br1 carrega um sensor destinado a estudar o campo magnético terrestre e sua interação com a radiação proveniente do Sol e de outras estrelas.

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