Térmicas vão ganhar maior fatia na geração de energia
Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a necessidade de aumentar a capacidade de geração de energia elétrica para sustentar um crescimento robusto da economia está empurrando o Brasil em direção a uma outra matriz energética. Conforme o levantamento, com a implementação dos projetos em construção e os licenciados nos últimos anos, a participação das térmicas deve passar dos atuais 25% para 31,4%.
Embora aí estejam incluídas usinas de biomassa, consideradas menos poluentes, a alta da participação das termelétricas na matriz é puxada pelas fontes de combustíveis fósseis, como óleo diesel e carvão mineral. Dentre os empreendimentos à base térmica, os movidos a carvão mineral, um dos mais poluentes, praticamente triplicarão sua participação.
egundo especialistas no tema, o avanço de fontes mais poluentes é inevitável.
— A quebra dessa proporção é muito difícil, porque o Brasil vai crescer muito. Mesmo que seja um crescimento de menos de 5%, ele exige uma expansão grande da quantidade de energia disponível e apenas as fontes alternativas renováveis não dão conta de suprir — afirma Gesmar Rosa dos Santos, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Fonte: CLIC RBS
Cemig inicia venda de energia produzida a partir do lixo
Planta de energia limpa gera 2.800MWh por mês
A Cemig já está comercializando a energia gerada por meio do biogás, produzido pela decomposição do lixo e composto por metano (CH4) e gás carbônico (CO2). O contrato de compra de energia elétrica incentivada – fonte alternativa – foi firmado com o Consórcio Horizonte Asja, grupo italiano líder em seu país na produção de energia através de fontes renováveis.
Desde novembro passado, início da operação, a planta de produção de energia alternativa está gerando em média 2.800 MWh por mês. Conforme contrato, a Cemig receberá anualmente, entre 2011 e 2014, 4,9 MW médios, energia suficiente para abastecer, por exemplo, todo o município mineiro de Diamantina nesse mesmo período.
Governo descarta risco de apagão elétrico para próximos 10 anos
Para presidente da EPE, Brasil se encontra em posição privilegiada na geração de energia

Para Tolmasquim, o interesse de investidores por novos empreendimentos permite que o país seja mais rigoroso no acompanhamento de projetos
O risco de apagão no Brasil já é um problema distante. É dessa forma que o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Elétrica), Maurício Tolmasquim, definiu a situação da geração e da distribuição de energia no país para os próximos dez anos.
Ao participar do lançamento do Plano Decenal de Energia (projeto do governo que traça as perspectivas para o setor em dez anos) para o período entre 2011 e 2020, ele afirmou o Brasil se encontra em uma posição privilegiada, com segurança na oferta de energia e investidores interessados nesse mercado.
- Vivemos uma situação muito diferente do passado.
O atual interesse de investidores por novos empreendimentos elétricos já permite que o país adote um rigor maior no acompanhamento de projetos, disse Tolmasquim.
Ele citou o caso das usinas térmicas do Grupo Bertin, que corre risco de ter sua concessão cassada já que o cronograma de construção das produtoras está atrasado. (mais…)
Usina termelétrica é questionada pelo Ministério Público e por ambientalistas
Brasília – A fase C da Usina Termelétrica Candiota 3, inaugurada com a promessa de ser uma usina mais moderna e com menos prejuízos ao meio ambiente, está sendo questionada pelo Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul (MPF-RS). O órgão quer que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anule a licença ambiental que autorizou o início da operação do empreendimento, concedida em dezembro do ano passado.
Semicondutor pode transformar calor dos chips em mais processamento

O efeito, que "converte" o calor em um fenômeno da mecânica quântica - conhecido como spin - foi detectado em um semicondutor chamado arseneto de gálio-manganês.
Cientistas descobriram um novo fenômeno que poderá no futuro permitir que os computadores reciclem o próprio calor gerado em seu interior.
O efeito, que “converte” o calor em um fenômeno da mecânica quântica – conhecido como spin – foi detectado em um semicondutor chamado arseneto de gálio-manganês por cientistas da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos.
Quando convertido em uma aplicação tecnológica, o efeito poderá permitir que os circuitos integrados de fato funcionem com calor, em vez de eletricidade.
Termo-spintrônica
A spintrônica é promissora porque é muito mais rápida do que a eletrônica, consome uma quantidade irrisória de energia e permite armazenar mais dados em menos espaço.
A termoeletricidade promete degeladeiras de estado sólido a equipamentos que gerem energia usando o calor desperdiçado nos motores de carros e em equipamentos industriais.
A equipe de Joseph Heremans e Roberto Myers acredita agora que é possível combinar spintrônica e termoeletricidade para criar uma tecnologia híbrida, chamada termo-spintrônica, que usa o calor para criar uma polarização de spins, algo equivalente a escrever dados binários em elétrons individuais. (mais…)
Banco Mundial investiu somas recorde em ‘energia suja’
Somas recorde estão sendo investidas pelo Banco Mundial na geração de energia pela queima de carvão – que, em termos de emissão, é a forma mais intensiva de obtenção de energia do mundo. O investimento acontece a despeito do compromisso de reduzir as emissões de carbono que geram aquecimento global.
O Banco Mundial afirmou esta semana que um total de US$ 3,4 bilhões – ou um quarto de todos os fundos existentes para projetos de energia – foram gastos até junho deste ano para bancar a construção de novas estações de geração de energia movidas a carvão, incluindo a controversa usina Medupi, na África do Sul. No mesmo período o banco gastou U$ 1 bilhão em prospecção de óleo e gás.
Contudo, o Centro de Informações Bancárias, que examinou os gastos, discordou da soma veiculada e afirmou que a soma investida pelo Banco Mundial em projetos de geração de energia a partir do carvão foi de US$ 4,4 bilhões no ano fiscal de 2009/2010. (mais…)
Medo da estiagem leva Brasil a recorrer às usinas termelétricas
A partir deste sábado (5), o governo vai acionar usinas termelétricas para garantir a produção de energia. Preço das tarifas deve subir.
O governo vai ligar as usinas termelétricas para produzir 1.859 mW/h de energia, o que significa quase triplicar a energia média produzida no início do mês passado.
Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), é preciso acionar as termelétricas para preservar o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas durante a estiagem, que vai até novembro, e garantir o abastecimento de energia no país.
As termelétricas estão instaladas nas cinco regiões do país e ficam à espera de uma ordem para produzir. Mas quando são acionadas para gerar grande quantidade de energia, quem paga a conta é o consumidor.
Além do período de seca, o consumo de energia aumentou muito em relação ao ano passado. O crescimento foi de 12,6% na região Nordeste e de 10,9% nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Nos últimos 12 meses, o consumo de energia nas residências cresceu 6,8% e o comercial 6%.
Governo barra térmicas e planeja expansão com renováveis e hidrelétricas
Nos próximos 10 anos, 30% de toda potência contratada será proveniente de fontes alternativas
O próximo Plano Decenal de Energia (PDE) vai trazer uma boa notícia para as empresas que desenvolvem projetos de energia renovável e uma péssima notícia para os empreendedores de usinas termelétricas.
O documento preliminar, que está sendo finalizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e abrangerá o período de 2009 a 2018, não contemplará a contratação de térmicas a óleo combustível, diesel, gás natural ou carvão. Até o final do primeiro semestre, o PDE 2009-2018 deverá ser colocado em audiência pública.
UTE Codora atuará como produtora independente de energia
Usina terá capacidade instalada de 48 MW e utilizará bagaço de cana-de-açúcar como combustível. Início de operação comercial deve ocorrer até 2011
Da Agência CanalEnergia, Negócios e Empresas
O Ministério de Minas e Energia autorizou a empresa Codora Energia a atuar como produtora independente de energia. A companhia implantará a térmica Codora, de acordo com a portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 26 de janeiro. A usina está localizada no município de Goianésia, em Goiás.
Até abril de 2011, está previsto o início da operação comercial das unidades geradoras. A térmica terá duas turbinas, sendo uma de 28 MW e uma de 20 MW de capacidade instalada, em ciclo Rankine, totalizando 48 MW de capacidade instalada, e 16,2 MW médios de garantia física. A usina utilizará como combustível bagaço de cana-de-açúcar.
O sistema de transmissão da térmica será constituído de uma subestação elevadora de 13,8/ 69 kV, 30 MVA, e de uma linha de transmissão em 69 kV, com cerca de 32 quilômetros de extensão, em circuito simples, interligando a SE Elevadora à SE Itapeci, de propriedade da Celg Distribuição.
Fonte:Canal Energia










