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Posts tagged “Regulamentação

Lixo eletrônico ameaça saúde da população e meio ambiente

Rio de Janeiro – O crescimento significativo do lixo eletrônico (e-lixo) no Brasil vem preocupando os técnicos da Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA). O resíduo desse tipo de material contém substâncias perigosas, que podem impactar o meio ambiente e ameaçar a saúde da população. A estimativa é que cada brasileiro descarta cerca de 0,5 quilo de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos por ano. (mais…)


Governo japonês pondera reativar central nuclear com receio de que falte energia

“Enfrentaremos cortes de energia graves” se não se proceder à reativação dos reatores da central Oi, afirmou o ministro japonês da Indústria, Yukio Edano, citado hoje pelo “Nikkei”.

O acidente na central de Fukushima, na sequência do sismo e tsunami de 11 de março do ano passado, deixou o Japão com apenas um reator ativo — o número 3 da central de Tomari, no norte, cuja atividade será suspensa a 05 de maio – entre um total de 54. (mais…)


LEDs contêm substâncias perigosas

Cientistas da Universidade da Califórnia descobriram traços de chumbo, arsênico e outras substâncias potencialmente perigosas em diodos emissores de luz (LEDs).

Os LEDs são considerados um próximo passo no desenvolvimento da iluminação. Mas Oladele Ogunseitan, presidente do departamento de saúde populacional e prevenção de doenças da universidade, descobriu neles substâncias que podem ser daninhas a seres humanos. (mais…)


Governo prepara a regulamentação de microusinas para uso doméstico

Um projeto piloto do Ministério de Minas e Energia vai testar, nas cinco regiões do país, a nova tecnologia de microusinas de energia solar. Elas podem gerar toda energia que uma casa precisa.

A tecnologia avançou e agora dá para usar só a luz do sol para fazer um barco navegar durante seis horas. Em terra firme, a fonte de energia é a mesma. Painéis solares instalados em casas e prédios são usados há anos, principalmente para aquecer a água. É uma forma de reduzir a conta de luz.

Imagine se toda a energia elétrica necessária para o funcionamento de uma casa fosse gerada com energia solar e se, além disso, a sobra pudesse ser repassada para a concessionária. É assim que o setor elétrico planeja o futuro de parte do consumo residencial no Brasil. O primeiro teste está sendo feito na embaixada da Itália, em Brasília. (mais…)


Governo pode dispensar EIA/Rima para algumas linhas de transmissão

MMA e MME preparam decretos para agilizar licenças; Aneel também poderá aguardar LP para licitar linhas com maiores entraves.

Crédito: Getty Images

As negociações entre o Ministério de Minas e Energia e o Ministério de Meio Ambiente para agilizar o licenciamento de linhas de transmissão deve trazer a dispensa de Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima) para algumas obras, vistas como de menor impacto. De acordo com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, o tema é “muito preocupante” e, portanto, o governo estuda a possibilidade de, em casos pontuais, pedir somente um Relatório Ambiental Simplificado (RAS). (mais…)


Apagão no Nordeste pode reabrir debate sobre leis do setor de energia

O apagão que atingiu sete estados do Nordeste no início de fevereiro reacendeu a discussão sobre o que ainda precisa ser feito no país para manter estável o fornecimento de energia. Além da manutenção dos investimentos em infraestrutura, parlamentares e especialistas concordam sobre a necessidade de uma legislação mais clara sobre o tema.

A legislação brasileira que trata do setor de energia elétrica conta com centenas de normas, algumas delas das décadas de 30 e 40. A falta de sistematização dessas leis gera dúvidas não apenas para investidores, empresários e gestores da área como também para o consumidor.

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Energia em favor do desenvolvimento

O Brasil passa por um movimento demográfico interessante. Nos próximos vinte anos, a porcentagem de pessoas em idade produtiva deve ser a maior da história. Essa situação, somada ao fato de o País possuir indústrias com escala e integração, garante-lhe condições para despontar como uma das economias mais fortes do século XXI. Mas a falta de sinergia entre esses fatores e as condições de oferta da energia pode comprometer boa parte desta oportunidade.

Hoje, o custo da energia já representa uma ameaça ao desenvolvimento. Essa situação se deve em parte ao fato de que, nos últimos dez anos, a conta de luz da indústria mais do que dobrou em termos reais, tornando-se uma das mais elevadas do mundo. Mais grave ainda é que, como mostram os estudos do Projeto Energia Competitiva (PEC), até 2015 as tarifas devem subir mais 30%. Essa situação é incompatível com o futuro que o País merece. O novo governo tem papel fundamental para revertê-la. (mais…)


Pintura branca pode se tornar obrigatória em telhados e coberturas paulistas

Além de diminuir efeitos do aquecimento global, telhados claros também diminuem consumo de energia. Projeto está em tramitação na Assembléia Legislativa de São Paulo

Telhados brancos: conforto ambiental e menor consumo de eletricidade

A pintura branca em telhados e coberturas de edificações paulistas pode se tornar obrigatória. O projeto de lei 615/2009, do vereador Goulart, foi baseado na campanha One Degree Less, do Green Building Council Brasil (GBC Brasil), que visa a fazer com que as pessoas se conscientizem da importância de pintar os seus telhados para diminuir os efeitos do aquecimento global. A campanha do GBC Brasil foi lançada em 2008. O projeto está em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo.

“Estudos provam que em uma metrópole, como São Paulo, se todos os telhados fossem pintados de branco, reduziria em aproximadamente cinco graus a temperatura da cidade. Com esse aumento da temperatura do planeta que está havendo, isto seria um ganho muito grande”, destaca o vereador Goulart. Segundo o parlamentar, a medida também poderia reduzir o consumo de energia das construções que realizarem a pintura.

“A tinta branca é refletiva, então faz com que o ambiente que você esteja habitando torne-se mais fresco. Aqui teria um efeito diferenciado porque somos uma selva de pedra. A quantidade de habitações de São Paulo é muito grande. Então, se houver uma adesão forte a essa campanha da redução da temperatura, ela se tornará maior que qualquer outra experiência em função do número de habitações”, diz Goulart.
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