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MIT vai criar lâmpada de LED 230% mais eficiente

LED

Pesquisadores do MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachussetts, querem criar um modelo de lâmpada mais eficiente que o LED tradicional. Para isso, é preciso de um sistema capaz de gerar mais energia do que consome.

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LEDs contêm substâncias perigosas

Cientistas da Universidade da Califórnia descobriram traços de chumbo, arsênico e outras substâncias potencialmente perigosas em diodos emissores de luz (LEDs).

Os LEDs são considerados um próximo passo no desenvolvimento da iluminação. Mas Oladele Ogunseitan, presidente do departamento de saúde populacional e prevenção de doenças da universidade, descobriu neles substâncias que podem ser daninhas a seres humanos. (mais…)


LED supera 100% de eficiência

Emitindo mais energia que consome

Físicos conseguiram demonstrar na prática, pela primeira vez, que um semicondutor pode emitir mais energia do que consome.

O semicondutor é um diodo emissor de luz – um LED – que absorve energia na forma eletricidade e a emite na forma de luz.

Os cálculos teóricos que indicavam que isso era possível foram feitos há décadas.

A energia absorvida por um elétron que viaja através de um LED é igual à sua carga vezes a tensão aplicada, que causou seu movimento.

Mas se esse elétron ocasionar a emissão de um fóton, ou seja, se ele produzir luz, a energia do fóton emitido depende da chamadabandgap - a diferença de energia entre os elétrons da camada de condução e da camada de valência – que pode ser muito maior.

Ou seja, potencialmente a energia gerada pode ser maior do que a energia consumida.

Mas ninguém nunca havia visto isto acontecer na prática. (mais…)


Lâmpada WakaWaka busca iluminar as regiões mais vulneráveis do mundo

O ano de 2012 chegou, no entanto, segundo a empresa WakaWaka Shine Bright, ainda existe cerca de 1,5 bilhões de pessoas em todo o mundo sem acesso a uma fonte estável e segura de luz. Para solucionar este caso, o Studio Kalkwijk, em Nova York, criou uma lâmpada solar intitulada de WakaWaka que significa “brilhar” em suaíli. Um conceito de luz solar LED que pode caber em uma garrafa PET. A ideia é de que a novidade seja implantada nas regiões mais vulneráveis do mundo em nível social, onde é comum utilizar lampiões e querosene na iluminação noturna, o que muitas vezes ocasiona incêndios, explosões e asfixias. (mais…)


Globo da Times Square é iluminado com LEDs

Este ano, a bola de alumínio de Nova Iorque, que tem quase quatro metros de diâmetro e pesa espantosas 5,5 toneladas, recebeu 32.256 LEDs individuais. Esse tipo de iluminação usa 88% menos energia do que lâmpadas de halogênio e permite a criação de diferentes designs com milhares de cores sobre sua superfície. (mais…)


Microlâmpadas de plasma superam eficiência dos LEDs

A lâmpada brilha por inteiro, aquecendo menos do que um LED.

Microplasma

A ideia quase ingênua de um aluno parece ter sido o suficiente para que engenheiros inventassem um novo sistema de iluminação.

Segundo eles, a tecnologia de microplasma produz um novo tipo de lâmpada que é mais eficiente do que tudo o que se conhece até agora, incluindo as lâmpadas fluorescentes compactas e até osLEDs.

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Tecnologia LED: inovação como luz

Da Agência Ambiente Energia - A tecnologia de lâmpadas a LED para os segmentos comercial, residencial, industrial e público passará por um processo de inovação nos próximos anos que possibilitará o desenvolvimento de produtos e sistemas com mais desempenho em relação à eficiência energética e dissipação térmica durante a operação. Esse tema representa um dos gargalos que a indústria terá de enfrentar para expandir o mercado mundial para a tecnologia LED, que em 2013 deverá alcançar a marca de US$ 20 bilhões (16% do mercado de iluminação – Digitimes Research).

O novo paradigma deverá chegar a 50% do mercado de iluminação até 2015. Além disso, estima-se que cerca de 19% de toda energia elétrica gerada, transmitida e distribuída seja consumida por serviços e produtos para iluminação. Este é um motivo para se evitar desperdício nesse tipo de uso. O custo de manutenção pode ser reduzido no uso de novas tecnologias (cerca de 50%).

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Ruas e túneis de SP ganharão iluminação de LED

A Rua Maria Antônia – que abriga o Centro Universitário Maria Antonia, da Universidade de São Paulo (USP), e a Universidade Presbiteriana Mackenzie – e a Praça Vilaboim, repleta de restaurantes na região de Higienópolis, ganharão iluminação pública de LED em 60 dias. Até o próximo ano, mais 16 túneis e passagens devem ser iluminados com LED na capital paulista.

Atualmente, o Ayrton Senna é o único túnel a usar essa iluminação mais sustentável. A cidade já tem as Ruas do Arouche, Amauri e Avanhandava com LED. Em maio, foi a vez de o Parque do Ibirapuera inaugurar sua nova e mais econômica iluminação. Foram colocados 200 pontos a mais de luz no parque – e, mesmo assim, há uma economia na conta de energia de 20%. (mais…)


Semáforos de LED têm proteção contra apagão

O semáforo plano de LEDs criado pelos engenheiros brasileiros é mais leve e reduz custos de instalação e manutenção.

Pode ser pior

Se encontrar o semáforo fechado pode parecer ruim, muito pior é encontrá-lo piscando ou totalmente desligado.

Sobretudo no verão, os semáforos localizados nas principais vias das cidades brasileiras costumam apresentar com maior frequência problemas que, além de causar transtornos aos motoristas, podem ocasionar graves acidentes de trânsito.

E apagões e quedas de energia em dias de chuva muito forte não são os únicos inimigos dos semáforos e dos motoristas.

Com a incidência frontal dos raios solares nos semáforos convencionais, os refletores posicionados atrás do conjunto óptico fazem com que os raios sejam refletidos na direção do motorista. Isso, em conjunto com as lentes coloridas, cria a sensação de falso aceso das cores sinalizadas – o chamado “efeito fantasma”.

Semáforo de LEDs

Um novo modelo de semáforo, que começou a ser testado na cidade de São Carlos (SP) em janeiro, poderá solucionar esses problemas, além de possibilitar economia de energia e reduzir o impacto provocado pelo descarte de lâmpadas incandescentes no meio ambiente.

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Lâmpada LED de alta potência usa refrigeração de turbina de avião

Mehmet Arik, coordenador do projeto, mostra a lâmpada de LEDs de alta potência, tornada possível graças a uma tecnologia de refrigeração usada em turbinas de avião. Imagem: GE Research

Um grupo de engenheiros norte-americanos construiu um protótipo de lâmpada de estado sólido, à base de LEDs, que produz 1.500 lumens – o mesmo que uma quente e devoradora de energia lâmpada halógena de 100 watts.

O feito foi possível graças à utilização de “jatos duplos de resfriamento”, a mesma tecnologia usada para resfriar turbinas de avião e geradores de energia.

Lâmpadas de LED

A nova lâmpada foi criada por engenheiros da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e da empresa GE, em um projeto de pesquisa de dois anos para o Departamento de Energia norte-americano, que busca superar as barreiras tecnológicas para que a iluminação de estado sólido à base de LEDs possa se disseminar.

A técnica de resfriamento termal, cedida pela GE, permitiu que a lâmpada usasse menos chips para controle dos LEDs, alcançando metade do tamanho e do peso das atuais lâmpadas à base de LEDs, que emitem apenas 600 lumens e consomem muito mais energia.

A equipe dos professores Bongtae Han e Avram Bar-Cohen desenvolveu e demonstrou as novas tecnologias de arrefecimento que se mostraram eficazes para retirar o calor gerado no interior da lâmpada. Isso permitiu a redução do número de chips exigidos para controlar os LEDs.

Embora os LEDs sejam conhecidos como “lâmpadas frias”, consumindo muito menos energia do que as lâmpadas tradicionais, para que eles atinjam os níveis de iluminação comparáveis ao de uma lâmpada comum é necessário usar correntes muito mais altas, o que aquece o circuito, diminuindo sua vida útil.

“Esta é uma tecnologia revolucionária de refrigeração muito promissora. Ela tem o potencial para nos ajudar a levar o desempenho e a eficiência da iluminação de LEDs para novos patamares. Com novas pesquisas e melhorias, poderemos ser capazes de aumentar o desempenho sem comprometer a eficiência ou a vida útil de uma lâmpada LED,” afirmou Mehmet Arik, coordenador do projeto.

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Nano-LEDs: nanofios deitados geram luz

os nanofios geraram estruturas secundárias, parecidas com uma espinha de peixe, na qual a porção de óxido de zinco é rica em elétrons, enquanto a porção de nitreto de gálio tem falta de elétrons.

Ao tentar melhorar o processo de fabricação de nanofios, químicos norte-americanos esbarraram em um achado surpreendente, que cria uma nova categoria de LEDs.

O simples fato de fabricar os nanofios horizontalmente permite que eles produzam luz similar à dos LEDs atuais.

Nanofios de zinco

A descoberta desses “nano-LEDs”, feita por acaso por pesquisadores do Instituto Nacional de Padronização e Tecnologia (NIST), representa uma nova ferramenta para o desenvolvimento dos biochips, dispositivos microfluídicos e nanogeradores.

Os nanofios de zinco estão na base da construção de nanogeradores, roupas que geram energia e até da recentíssima piezoeletrônica, tudo graças à sua capacidade de gerar energia quando tensionados – o efeito piezoelétrico.

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Cientistas americanos desenvolvem tecnologia PHOLED

A PHOLED é mais eficiente do que a convencional e ainda gasta menos energia

Para muitos, a iluminação OLED ainda é uma tecnologia emergente, primária. Entretanto, a empresa americana Universal Display, conhecida por suas invenções de painéis sustentáveis, pretende surpreender os mais descrentes. A sua mais recente invenção dá uma nova e mais eficiente roupagem à tecnologia OLED.

Os cientistas desenvolveram uma tecnologia OLED mais brilhante e eficiente, chamada PHOLED. Ainda em processo de aprimoramento, este tipo de energia já está disponível em produtos de diversas empresas em todo o mundo.

A empresa experimentou colocá-la em uma luminária composta por um painel quadrado e fios condutores. Eles perceberam que este tipo de energia é quatro vezes mais eficiente do que a fluorescente OLED, pode operar em voltagens muito baixas e ainda possui uma superfície fria ao toque.

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Folhas luminosas de fibras ópticas superam deficiência dos LEDs

Redação do Site Inovação Tecnológica

No primeiro plano, a folha de fibras ópticas, composta por minúsculas estruturas feitas com fios de níquel. Ao fundo, à esquerda, a folha "acesa". Imagem: Fraunhofer

Pontos de luz

Os LEDs têm inúmeras vantagens: eles são miniaturizáveis, consomem pouca energia, são inteiramente de estado sólido e emitem luz nos mais diversos comprimentos de onda, incluindo as cores visíveis, o infravermelho e muito mais.

Sua única desvantagem parece ser a mais óbvia: eles são pontos de luz. Para fazer telas e monitores mais brilhantes e com resolução cada vez maior, o que menos se pode querer são interrupções na luz emitida.

E pontos de luz discretos sempre deixam rastros gerados pelos intervalos entre os diversos pontos, levando a uma queda na eficiência e na qualidade dos produtos finais.

Película de fibra óptica

Assim, como distribuir a luz gerada pelos LEDs ao longo de uma superfície bidimensional, grande o suficiente para atender à fome por polegadas adicionais das TVs mais modernas, e sem perdas?

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Polímeros luminescentes são cotados para substituir telas de LCD

Assunto: Revista Pesquisa Fapesp – 28.05.2010

Mundo – Revista Pesquisa Fapesp publica reportagem sobre polímero condutor de eletricidade de alta eficiência energética, que pode ser usado em vários dispositivos eletrônicos

Mundo – Uma das mais conhecidas propriedades dos polímeros – materiais que englobam os plásticos em geral – é a capacidade de isolamento elétrico, o que os torna amplamente usados para encapar fios, evitando choques e curtos-circuitos. Em meados dos anos 1970, uma descoberta feita por pesquisadores japoneses e norte-americanos veio mostrar que isso não vale para todos os tipos desses materiais. Alguns têm a habilidade de conduzir eletricidade e são cotados para substituir com vantagens as telas de TV e computadores em LCD ou plasma, além de poderem ser usados em transistores e células solares e outros dispositivos eletrônicos. Pesquisadores trabalham principalmente com o Polymer Organic Light-Emitting Diode (Pled) e o Organic Light-Emitting Diode (Oled), dois tipos de diodos emissores de luz (LED na sigla em inglês) diferentes dos comercializados atualmente – produzidos com material semicondutor inorgânico – por serem orgânicos, porque compostos basicamente com moléculas de carbono.

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Indústria verde promete aliar negócios a meio ambiente

Assunto: Revista O Setor Elétrico – 25.05.2010

São Paulo – Revista O Setor Elétrico revela destaques da 12ª Feira Internacional da Indústria da Iluminação, que exibe alternativas eficientes energeticamente para iluminação

São Paulo – Durante os cinco dias em que ocorreu a 12ª Feira Internacional da Indústria da Iluminação (Expolux), 175 mil pessoas passaram pelos corredores do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, ou seja, quase quatro mil pessoas por hora. O que todas essas pessoas procuravam nos 729 estandes pode ser resumido em uma palavra: eficiência. A questão monetária tem sido o maior atrativo para investimentos em produtos ecologicamente corretos e a indústria já percebeu que este é um bom caminho a seguir. É o caso dos LEDs, uma tecnologia em iluminação que vem se confirmando como tendência há alguns anos por ser energeticamente mais eficiente do que outros tipos de lâmpadas. No setor elétrico, uma das áreas mais beneficiadas com pesquisa e desenvolvimento (P&D) em eficiência energética é, de fato, a iluminação. A cada ano, empresas lançam tecnologias mais econômicas, mesmo que – em alguns casos – a evolução não seja tão grande em relação ao último modelo. De qualquer forma, grandes revoluções tecnológicas ou o incremento de alguns lúmens a mais sem o aumento do consumo de energia levaram o país ao patamar em que está atualmente, em que a pouco eficiente lâmpada incandescente está cada vez mais próxima de ser apenas uma lembrança.

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Para onde

Como fim iminente da produção da tradicional lâmpada incandescente, a primeira na lista das substitutas é a fluorescente. O problema, neste caso, é o descarte de um produto que tem em sua composição materiais tóxicos

Brasil – Com o fim iminente da produção da tradicional lâmpada incandescente, a primeira na lista das substitutas é a fluorescente. O problema, neste caso, é o descarte de um produto que tem em sua composição materiais tóxicos. Uma das gigantes do setor de iluminação, a Philips anunciou, em fevereiro, que não produzirá mais lâmpadas incandescentes no Brasil. A decisão da empresa segue uma tendência irreversível: o mercado agora é das fluorescentes e dos LEDs, muito mais eficientes em uma realidade que valoriza o baixo consumo energético.

Mas o que parece uma solução pode virar um grande problema. Feitas com materiais tóxicos, as fluorescentes – opção mais barata (por enquanto) e popular do que os LEDs – poluem o ambiente e podem causar problemas à saúde se descartadas de forma incorreta. Elas precisam ser levadas a uma fábrica especializada para serem descontaminadas.

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A era dos LEDs

Brasil – Reportagem da Revista Lumière indica que tecnologias de iluminação estão voltadas cada vez mais para o aprimoramento dos Leds, como forma de amenizar impacto sobre consumo de energia

Brasil – Toda indústria necessita de recursos financeiros e tecnológicos para o desenvolvimento de novos produtos e no mercado de iluminação a história se repete.

Atualmente, grandes empresas fabricantes de lâmpadas estão anunciando investimentos expressivos em pesquisas e projetos com ênfase em economia de energia elétrica e melhor qualidade da reprodução da luz. Estudos realizados recentemente apontam que aproximadamente 19% do consumo de energia elétrica no mundo estão relacionados à iluminação e, especificamente no Brasil, este número sobe para 20%.

Como forma de amenizar o impacto deste grande consumo sobre a demanda de energia mundial, as tecnologias de iluminação estão voltadas cada vez mais para o aprimoramento dos Diodos Emissores de Luz (Leds, na sigla em inglês), componentes eletrônicos que permitem iluminar com economia de até 80% de energia, se comparados a outras tecnologias. Uma reportagem publicada na edição de março da Revista Lumière aborda a questão dos Leds e sua crescente utilização.

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