Ativistas querem impedir funcionamento de usina nuclear

No dia seguinte ao aniversário de um ano do terremoto seguido por tsunami e acidentes radioativos no Japão, ativistas japoneses entregaram à Justiça um pedido para impedir a reativação de uma usina nuclear no centro do país. (mais…)
Protestos antinucleares marcam 6 meses de crise em Fukushima
Maribel Izcue.
Tóquio, 11 set (EFE).- Aos gritos de ‘nuclear não’, milhares de pessoas pediram neste domingo em Tóquio ao Governo japonês o fechamento de todos os reatores atômicos do país, no dia em que completa seis meses da luta para controlar a usina nuclear de Fukushima.
O tsunami que assolou o nordeste japonês em 11 de março provocou nessa planta o pior acidente nuclear em 25 anos, o que obrigou a remoção em massa de mais de 80 mil famílias e mantém 80% dos reatores do arquipélago paralisados.
‘A radioatividade não tem fronteiras’, ‘Do Japão ao mundo: Perdão!’ e ‘Energia atômica, não obrigada’ foram alguns dos slogans que se repetiram neste domingo em frente ao Ministério da Indústria na capital, que abriga também a sede da Agência para a Segurança Nuclear do Japão. (mais…)
Milhares se reúnem em protesto contra energia nuclear no Japão
DA EFE, EM TÓQUIO

Manifestante exibe cartaz durante protesto contra o uso de energia nuclear em Tóquio (AFP, Yoshikazu Tsuno)
Milhares de pessoas se reuniram neste sábado no Japão exigindo uma mudança em sua política de energia nuclear após o terremoto e tsunami que provocaram a pior catástrofe atômica mundial desde Chernobyl, há 20 anos.
Sob uma garoa, os manifestantes se reuniram em um parque de Shibuya, distrito de Tóquio. Muitos seguravam cartazes com os dizeres: “nuclear é passado” e “queremos mudanças na política energética”.
O protesto ocorreu um dia após o primeiro-ministro Naoto Kan pedir a paralisação das operações de uma usina nuclear situada no sudoeste de Tóquio por ela estar próxima a uma falha geológica, temendo um desastre como o que ocorreu na unidade de Fukushima, em março. (mais…)
Usina de Onagawa tem vazamento de água
Após o novo tremor que atingiu o Japão nesta quinta-feira, deixando pelo menos dois mortos, as autoridades revelam que a usina de Onagawa passa por alguns problemas.
Segundo informações da Reuters, vazou água das piscinas de combustível usado dos reatores 1, 2 e 3. Segundo a Tohoku Electric Power Co, foi detectado um aumento pequeno da radiação dentro do prédio do reator – porém não há aumento no nível fora da usina.
No Japão, Sarkozy pede normas mais claras sobre energia nuclear
O presidente da França, Nicholas Sarkozy, pediu regras internacionais de segurança nuclear mais claras, diante da atual crise na usina nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão.
Em visita ao país, ele propôs que as autoridades em segurança nuclear dos países do G20 discutam o assunto em encontro em maio.
O nível de radiação detectado no mar perto da usina subiu abruptamente, e já estão mais de 4 mil vezes acima do limite estabelecido pelas autoridades japonesas.
Durante sua visita, o presidente francês disse que gostaria de ver normais internacionais de energia nuclear estabelecidas até o fim do ano, e que a França pediria aos delegados nucleares do G20 para preparar uma reunião especial da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) em junho.
Presidente do Grupo Virgin diz que energia nuclear é necessária e está cada vez mais segura
Branson defendeu necessidade de instalações de usinas nucleares em lugares seguros

O governador do Amazonas, Omar Aziz (centro), e o fundador e presidente do Grupo Virgin, Richard Branson (à dir.), posam para foto no fórum
O empresário do Grupo Virgin, Richard Branson, defendeu a necessidade instalações de usinas nucleares. “Precisamos de reatores nucleares pelo mundo; precisamos desse tipo de energia”, afirmou o executivo.
- Nós [o Grupo Virgin] não investimos nesse tipo de energia, mas o reator nuclear moderno é muito seguro.
Segundo ele, um desastre em uma mina de carvão na China gera tantos mortos quanto um acidente nuclear como o ocorrido no Japão, por exemplo. ”O fato é que as usinas nucleares são necessárias, e no Japão não eram tão seguras e estavam em um lugar errado”, disse o empresário que investe no desenvolvimento de biocombustíveis, energia solar e eólica.
Branson acredita que, sem as taxas de crescimento na China, Brasil e Japão continuarem nos ritmos atuais, vai faltar petróleo no mundo.
- A curto prazo, isso poderia ser bom para o Brasil, com suas novas descobertas. A indústria do petróleo é um segmento que vai gerar muitos empregos, além da internet.
Sem querer dar uma palestra para os participantes do 2o Fórum Mundial de Sustentabilidade, que vai até amanhã em Manaus, Branson achou melhor apenas responder às perguntas da platéia, que passaram pelos temas Empreendedorismo, Sustentabilidade, Olimpíadas e Música. O executivo elogiou o desenvolvimento brasileiro e fez uma menção especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.









