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Quando os biocombustíveis roubam a comida

A crise alimentar, agravada pelo uso do milho e de outros grãos na produção de etanol, foi um dos assuntos centrais abordados nos passados dias 17 e 18, na capital mexicana, pelos vice-ministros de Agricultura do Grupo dos 20 países industriais e emergentes.

Este bloco reúne os países industrializados do Grupo dos Oito (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Japão, Itália e Rússia), a União Europeia e economias emergentes como Brasil, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México, África do Sul e Turquia.

O impacto desta questão na humanidade é analisado pela pesquisa “Agrocombustíveis: alimentadores da fome” e reflete como as políticas dos Estados Unidos para o etanol de milho aumentam o preço dos alimentos no México. A pesquisa foi apresentada no dia 16, patrocinada pelo escritório norte-americano da organização não governamental ActionAid International. (mais…)


Motor suíço irá à Lua com 0,1 litro de combustível

O motor iônico é minúsculo: o módulo apontado pelo engenheiro já contém o combustível necessário para levar um nanossatélite até a Lua.

Motor econômico

Que tal enviar uma sonda espacial da Terra à Lua gastando um décimo de litro de combustível?

É o que prometem engenheiros da Escola Politécnica de Lausanne, na Suíça.

Eles apresentaram o primeiro protótipo de um motor-foguete ultracompacto cujo objetivo declarado é “reduzir drasticamente o custo da exploração espacial”.

O motor inteiro, incluindo combustível e controle eletrônico, pesa 200 gramas e foi projetado especificamente para impulsionar satélites e sondas espaciais de pequeno porte.

O motor é a primeira peça de um satélite-gari para limpar o lixo espacial, cuja construção foi proposta há cerca de um mês.

Ele também será usado em uma constelação de nanossatélites que a Alemanha está construindo para gravar sinais de rádio de frequência ultrabaixa no lado oculto da Lua.

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Veículo a hidrogênio passa no teste das ruas

O veículo a hidrogênio foi submetido a condições reais de operação na cidade de Basel, durante três meses, inteiramente operado pelos funcionários da companhia de limpeza.

Tira-teima

Engenheiros suíços realizaram o primeiro teste de longa duração, em condições reais de operação, com um veículo a hidrogênio.

Embora sejam comuns em campanhas de marketing das principais indústrias automobilísticas, há vários entraves tecnológicos rumo à viabilização total de um carro a hidrogênio.

Pelo menos esse é o consenso entre os especialistas.

Mas os engenheiros do instituto EMPA não se deram por vencidos e decidiram testar um carro a hidrogênio com as tecnologias disponíveis hoje, e verificar se o que já está disponível não seria bom o suficiente.

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Usina híbrida de energia limpa é inaugurada na Alemanha

Localizada nas proximidades do aeroporto de Berlim, a usina híbrida, de fontes totalmente alternativas e renováveis, custou US$30 milhões.

Energia híbrida

A empresa Enertrag, da Alemanha, inaugurou a primeira estação geradora de energia híbrida.

A estação reúne todas as principais formas de energia alternativa atualmente sendo pesquisadas no mundo todo.

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Alemanha fechará usinas nucleares até 2022

Em meio às discussões sobre os riscos de contaminação por radioatividade, o governo da Alemanha aprovou onten (6) os projetos de lei que determinam o fechamento das usinas nucleares no país até 2022.

Manifestantes protestam antes de votação do projeto de lei que prevê fechamento das usinas

Pelas propostas,  as autoridades se dispõem a buscar fontes renováveis de energia. A decisão foi tomada durante reunião extraordinária do conselho de ministros.

O pacote com as medidas de política energética tem carater de urgência. Na próxima quinta-feira (9), o assunto será tema de debates no Bundestag, o Parlamento alemão.O fim do uso de energia nuclear na Alemanha ocorrerá em etapas, encerrando em 2022, sem possibilidade de alterar essa data, segundo as autoridades alemãs.

Paralelamente, as autoridades discutem o reforço da eficiência energética nos edifícios públicos e privados no país. Um dos objetivos é dar impulso à construção de linhas de transmissão destinadas a levar energia eólica do Norte para centros industriais do Sul da Alemanha. (mais…)


Desativar uma usina nuclear é mais difícil do que se previa

A usina nuclear de Beznau I, a mais antiga da Suíça, está se aproximando do momento de sua desmontagem, mas nem tudo está saindo como previsto.(Imagem: SFNSI)

Teoricamente, ao atingir o fim de sua vida útil, uma usina nuclear deverá ser desmontada como qualquer outro equipamento inservível.

Na prática, porém, autoridades e técnicos suíços e alemães estão vendo que a coisa não é tão fácil como se prevê nos estudos teóricos.

A experiência dos dois países mostra que fatores inesperados podem surgir na questão do desmantelamento dos equipamentos nucleares e que o planejamento financeiro não responde às necessidades reais.

Desativação de usinas nucleares

A demolição das usinas nucleares desativadas na Suíça já está planejada desde que elas foram projetadas. Porém, desde que entraram em funcionamento, nunca o destino dessas centrais esteve tão politicamente incerto como agora.

Oficialmente a indústria atômica e o governo consideram que as usinas nucleares têm um período útil de vida de cinquenta anos.

Durante esse tempo, os consumidores de energia pagam um acréscimo na conta de energia de 0,8 centavo de franco suíço por Kilowatt/hora. Os recursos captados alimentam dois fundos: um fundo para o desligamento das centrais e um fundo para financiar a eliminação dos dejetos radioativos. (mais…)


LHC pode se tornar a primeira máquina do tempo do mundo

LHC pode se tornar a primeira máquina do tempo do mundoLHC do tempo

O LHC (Large Hadron Collider), além de ser o maior experimento científico do mundo, pode se tornar também a primeira máquina capaz de fazer a matéria viajar de volta no tempo.

Isto se Tom Weiler e Chui Man Ho estiverem corretos.

Os dois físicos da Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos, acabam de propor a ideia em um artigo ainda não aceito para publicação, enviado para o repositório arXiv. (mais…)


Estudo afirma que Europa pode ter matriz 100% renovável até 2050

Para atingir a meta, seriam necessários fortes investimentos em transmissão e em geração eólica e solar

Um sistema de transmissão totalmente integrado, capaz de fazer a energia transitar com facilidade por entre países, e o aproveitamento dos potenciais eólico e solar são apontados como caminho chave para que a Europa aumente a participação das fontes renováveis em sua matriz energética. Com essas estratégias e fortes investimentos, o continente poderia chegar a 2030 com 68% de sua energia gerada por fontes renováveis e, em 2050, ter uma matriz até 97% limpa. A conclusão é apresentada no estudo Battle of the Grids, lançado pelo Greenpeace na última semana.

O documento traça dois possíveis cenários para atingir as ousadas metas. Em um deles, chamado “high grid”, a Europa seria conectada ao Norte da África, o que permitiria ao bloco aproveitar a forte irradiação solar do continente africano para gerar energia. Com isso, os custos com produção de energia seriam menores, mas a transmissão exigiria mais recursos: estima-se que a solução custaria 581 bilhões de euros entre 2030 e 2050. (mais…)


Maior usina de energia solar da Europa é inaugurada na Itália

A imagem que você vê abaixo mostra a maior usina de energia solar da Europa, inaugurada no dia  23 de novembro na província de Rovigo, ao norte da Itália. A usina de 70 megawatts foi construída em nove meses pelo grupo norte-americano SunEdison e poderá abastecer cerca de 17 mil residências.

AFP 

AFP PHOTO / Ketchum communication agency

Segundo a empresa, usina de Rovigo vai evitar a emissão de 40 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera, o que seria equivalente a retirar 8 mil carros de circulação.

Fonte: Revista Galileu


Cientistas pedem renascimento global da energia nuclear

O plano vislumbra a criação de reatores nucleares com peças substituíveis, minirreatores portáteis, reatores instalados em navios fornecendo "energia limpa" para os países e um florescimento de aplicações na área médica.

Um grupo de cientistas britânicos traçou um plano mestre de 20 anos para o renascimento mundial da energia nuclear.

O plano vislumbra a criação de reatores nucleares com peças substituíveis, minirreatores portáteis, reatores instalados em navios fornecendo “energia limpa” para os países e um florescimento de aplicações na área médica.

Usinas nucleares portáteis

Os cientistas, do Imperial College London e da Universidade de Cambridge, sugerem um plano em duas fases. Na primeira, os países que já possuem infraestrutura nuclear substituiriam ou aumentariam a vida útil das suas centrais nucleares. Isto prepararia o mundo para a segunda fase, de expansão global da indústria nuclear, por volta do ano de 2030.

A equipe, que revisou uma série de estudos publicados por outros cientistas, afirma que seu roteiro pode preencher uma lacuna na produção de energia, na medida que as centrais nucleares antigas, assim como as plantas a gás e carvão ao redor do mundo estão sendo desativadas; e, segundo eles, ajudaria a reduzir a dependência do planeta dos combustíveis fósseis.

“Nosso estudo explora as possibilidades entusiasmantes que um renascimento da energia nuclear pode trazer para o mundo. Imagine usinas nucleares portáteis que, no final de sua vida útil, possam ser enviadas de volta ao fabricante para reciclagem com total segurança, eliminando a necessidade de os países lidarem com resíduos radioativos. Com o investimento necessário, essas novas tecnologias poderiam ser viáveis.

“Preocupações sobre as mudanças climáticas, a segurança energética e o esgotamento das reservas de combustíveis fósseis têm estimulado um renascimento do interesse na produção nuclear de energia e nossa pesquisa define uma estratégia para o crescimento da indústria a longo prazo, incluindo o processamento e o transporte dos resíduos nucleares de uma forma segura e responsável,” entusiasma-se o professor Robin Grimes, um dos autores do estudo.

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Biocombustível escocês é feito com subprodutos do uísque

Butanol

Cientistas escoceses estão desenvolvendo um novo tipo de biocombustível feito com subprodutos da fabricação do uísque.

Segundo a equipe da Universidade Edimburgo Napier, o álcool butanol proveniente do novo processo seria 30% mais eficiente do que outros biocombustíveis, como o etanol, e poderia ser usado em automóveis.

A universidade está tentando patentear a nova invenção.

Alambiques de cobre

Os pesquisadores basearam seus experimentos nos dois principais subprodutos gerados durante a fabricação do uísque: o pot ale, líquido remanescente nos alambiques de cobre após a destilação, e os restos dos grãos utilizados como a cevada.

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Maior turbina movida a marés do mundo começa a ser instalada

VEJA O VÍDEO NA FONTE.

Energia das marés

A maior turbina movida a energia de marés do mundo será testada na Escócia.

Criada pela empresa Atlantis Resources, a turbina AK-1000 será instalada para testes no Centro Europeu de Energia Marinha em Orkney, na Escócia.

Segundo a empresa a turbina subaquática foi desenvolvida para suportar a pressão das mais fortes correntes marinhas.

Com hélices de 18 m de diâmetro, mais de 22 m de altura e 1,3 mil toneladas, ela pode gerar até 1 MW de eletricidade, o suficiente para abastecer cerca de mil casas.

A empresa também afirma que por causa de sua baixa velocidade, a turbina não causará danos à vida marinha.

Se passar nos testes, a turbina poderá ser a primeira de muitas a serem instaladas na costa da Escócia.

Ao longo dos últimos anos, a Grã-Bretanha vem desenvolvendo uma espécie de rede de distribuição de energia submarina, conhecida como WaveHub, para viabilizar a exploração da energia das ondas e das marés – veja Inglaterra cria infraestrutura para aproveitar energia das ondas e das marés.

Fonte: Inovação Tecnológica


Megaprojeto de fusão nuclear vai receber US$ 21 bilhões

Eric Brücher Camara – BBC

Reator Termonuclear Experimental

Os países que integram o projeto internacional de fusão nuclear Iter (sigla em inglês de Reator Termonuclear Experimental Internacional) concordaram em realizar um investimento de cerca de US$ 21 bilhões (R$ 48 bilhões) para começar a gerar energia limpa e barata até 2027.

O objetivo do Iter, que está sendo construído desde 2007 na cidade de Cadarache, no sul da França, é criar o maior reator de fusão nuclear do mundo, com a capacidade inédita de produzir mais energia do que consome, reproduzindo na Terra as reações nucleares que ocorrem no Sol.

A ideia é gerar pelo menos 500 MW, com 50 megawatts (MW) de energia iniciais.

Até o momento, foi realizada apenas a terraplanagem do terreno de 42 hectares (o equivalente a cerca de 42 campos do tamanho do Maracanã) que irá abrigar o projeto.

No centro da planície atualmente deserta, será construído o gigantesco reator Tokamak, dentro de um prédio de 57 metros de altura, com outros quatro andares subterrâneos.

Por tudo isso, o projeto, que triplicou de orçamento nos últimos anos, é considerado um dos experimentos científicos mais ambiciosos do planeta.

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Energia renovável está em alta na Europa

Relatório mostra que fontes renováveis somaram 62% da nova capacidade de geração de eletricidade instalada em 2009 nos países da União Europeia. Imagem: Bodoklecksel/Wikimedia

Agência Fapesp

Fontes renováveis de energia

Fontes renováveis responderam por 62% da nova capacidade de geração de eletricidade instalada em 2009 nos países da União Europeia (UE).

No ano, em termos absolutos, 19,9% (ou 608 terawatts-hora – TWh) do consumo total de energia na UE (3042 TWh) derivou de fontes renováveis de energia.

Os dados são do relatório 2010 Renewable Energy Snapshots, publicado pelo Joint Research Centre (JRC) da Comissão Europeia – instituição politicamente independente que representa e defende os interesses da UE.

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Privacidade é desafio para rede elétrica inteligente

Reuters

Por Gerard Wynn

CAMBRIDGE, Inglaterra, 25 de junho (Reuters) – A cautela dos consumidores pode dificultar o lançamento de tecnologias inteligentes se não houver controle sobre os dados e acesso aos aparelhos, disseram executivos esta semana.

As tecnologias de “rede elétrica inteligente” podem ajudar as empresas do setor a controlar melhor o consumo de energia, atenuando os picos de demanda e reduzindo o consumo total.

As tecnologias têm por base medidores de eletricidade que exibem o consumo aos usuários em tempo real e permitem comunicação sem fio com as distribuidoras. Isso torna possível para as empresas prever a demanda, cobrar mais nos horários de pico e até mesmo desligar aparelhos a distância.

A introdução dessas tecnologias está apenas começando e atrai comparações ao lançamento da Internet rápida uma década atrás, mas o ritmo está se intensificando.

O Reino Unido, por exemplo, planeja adotar os novos medidores de eletricidade em todo o país, por acreditar que eles oferecem benefícios em termos de segurança e emissões de carbono.

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Eficiência energética tem lista de produtos

Portugal – A economia de energia, para benefício do bolso dos contribuintes e do meio ambiente, é o objetivo visado pelos conselhos dirigidos a quem vai ser, em breve, comprador de produtos que funcionam a eletricidade. A Quercus, em conjunto com a Agência para a Energia (Adene), é um dos parceiros nacionais do projeto europeu Euro-Topten Plus, vigente em 16 países.

O projeto está acessível na internet, no endereço www.topten.pt ou na versão europeia www.topten.info/. Trata-se de um guia para o consumidor sobre aparelhos, utensílios e automóveis. A atualização mais recente da versão portuguesa ajuda a escolher geladeiras e congeladores eficientes energeticamente.

A atualização mais recente do site topten.pt diz respeito a geladeiras e congeladores. Segundo o vice-presidente da Quercus afirmou à agência Lusa, a economia de energia depende naturalmente do tipo de aparelho que o consumidor teve em funcionamento nos últimos anos. No entanto, segundo as estimativas veiculadas por Francisco Ferreira, “se o modelo tiver 10 ou 12 anos, a mudança pode significar centenas de quilowatts de poupança num ano”, o equivalente, segundo as tarifas praticadas, a “muitas dezenas de euros”.

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Entenda a nova proposta de sanções contra o Irã e seus desdobramentos

O Conselho de Segurança das Nações Unidas se prepara para votar uma nova rodada de sanções contra o Irã devido a seu programa nuclear.

Diplomatas esperam que as novas sanções sejam votadas na quarta-feira e, segundo a correspondente da BBC na ONU, Barbara Plett, há poucas dúvidas de que a resolução será adotada.

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, por sua vez, afirmou que seu país não vai concordar com mais negociações sobre seu programa nuclear caso as novas sanções sejam aprovadas.

O Irã insiste que seu programa nuclear tem fins pacíficos, mas parte da comunidade internacional suspeita que Teerã na verdade esteja buscando desenvolver armas atômicas.

A BBC preparou uma série de perguntas e respostas que ajudam a explicar a questão do programa nuclear iraniano.

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Itália e Rússia construirão reator de fusão nuclear

Rússia e Itália assinaram um acordo para construir um reator de fusão nuclear nas proximidades de Moscou.

Baseado em uma tecnologia alegadamente mais simples, os cientistas acreditam que este poderá ser o primeiro reator a atingir a ignição, o ponto onde uma reação de fusão nuclear se torna autossustentável, dispensando uma entrada constante de energia.

Ignitor

O projeto do reator de fusão, batizado de Ignitor, nasceu com os trabalhos do Dr. Bruno Coppi, professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology), que será o coordenador científico do projeto.

O conceito para o novo reator baseia-se em décadas de experiência com o programa sobre fusão chamado Alcator, também iniciado por Coppi no MIT.

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Avião movido a energia solar passa em 1º teste na Suíça

O primeiro avião movido a energia solar, conhecido como Solar Impulse, decolou ontem para um voo inaugural, no oeste da Suíça. O protótipo tem asas do tamanho de um Jumbo, mas pesa menos do que um carro. O objetivo dos pesquisadores é que esse tipo de avião consiga dar a volta ao mundo.

O voo pode ocorrer mesmo durante a noite, pois ele é coberto por 12 mil células fotovoltaicas que alimentam de energia os quatro motores elétricos e permitem recarregar as baterias de lítio de 400 quilos. O voo foi o primeiro, após sete anos de desenvolvimento do projeto, liderado por Bertrand Piccard e Andre Borschberg.
Ontem, o avião foi obrigado a usar um quilômetro de pista para decolar, mas depois voou durante duas horas. Ele subiu lentamente, até alcançar mil metros de altitude. Em 2012, o avião fará a primeira viagem transatlântica, antes de se arriscar na volta ao mundo.

Fonte:Estadão


Fez-se fogo-de-artifício no maior acelerador de partículas do mundo

Aplausos, sorrisos rasgados, copos de champanhe. Os cientistas que na última terça-feira (30) no Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), em Genebra, não cabiam em si de contentamento. Onze anos após o início da sua construção, o maior acelerador de partículas do mundo fez as primeiras colisões a energias jamais alcançadas pelo homem. A partir de agora, pode começar a recriar como nunca antes as condições do Universo após o Big Bang, para desvendar de que é feita a matéria ao mais ínfimo pormenor.

Às 12h06 de Lisboa, as partículas postas a circular ao início da manhã no Large Hadron Collider (LHC), como se chama o acelerador, puderam finalmente colidir a energias elevadas. “Fizemos três tentativas. Agora estamos em colisão”, anunciava Steve Myers, director de aceleradores e tecnologia do CERN. “Estamos todos muito emocionados e felizes.” Para perceber o que isto significa, façamos uma viagem à fronteira franco-suíça e desçamos a 100 metros de profundidade: é aí que se encontra instalado o LHC, num túnel circular de 27 quilómetros de comprimento.

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Seminário discute oportunidades e desafios do mercado de carbono pós COP -15

Com a indefinição de um acordo global no Cop-15, realizado em dezembro de 2009, e com o primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto marcado para expirar em 2012, são gerados diversos desafios, mas também oportunidades que devem ser aproveitadas. Para debater essas questões, envolvendo adaptação, mitigação, desenvolvimento tecnológico e mercado, será realizado o Seminário Internacional “Oportunidades e Desafios do Mercado de Carbono Pós COP-15 – Mercado Voluntário e Regulado”. O evento será realizado no próximo dia 24, em São Paulo.

O seminário contará com palestras do diretor executivo da CantorCO2e Brasil, Divaldo Rezende, que abordará uma visão atual sobre o mercado de carbono e discutirá perspectivas para o setor; de José Miguez, representante da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, para falar sobre os resultados da COP-15 e o que se espera para a COP-16; e do consultor da União da Indústria de Cana de Açúcar, e pesquisador da Universidade de Campinas, Isaías Macedo, que palestrará sobre mudanças climáticas e redução de emissões do setor sucroalcooleiro.

Além desses, o diretor executivo da Coomex, José Manoel Biaggi Amorim, estará presente falando sobre a sinergia da bioeletricidade com créditos de carbono; Carlos Roberto Silvestrin, vice-presidente executivo da Associação da Indústria de Cogeração de Energia, apresentará o programa Bioeletricidade 2011-2020; e o presidente da Carbono Social Serviços Ambientais, Stefano Merlin, palestrará sobre mercado voluntário de carbono; entre outros.

Fonte:Canal Energia.


França quer determinação para lutar contra programa nuclear do Irã

O último relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) sobre o programa nuclear iraniano aponta a necessidade de “atuar com determinação para responder à falta de cooperação” da República Islâmica, afirmou nesta sexta-feira o ministério francês das Relações Exteriores.

“Esse informe confirma de maneira precisa as graves preocupações da comunidade internacional” e “mostra a urgência de atuar com determinação para responder à falta de cooperação por parte do Irã”, declarou o porta-voz da chancelaria, Bernard Valero.

A AIEA afirmou na quinta-feira que o Irã pode estar fabricando uma bomba atômica.

O enriquecimento de urânio iraniano “gera preocupações sobre a potencial existência de atividades secretas passadas ou presentes no Irã, relacionadas com o desenvolvimento de uma carga nuclear para um míssil”, assinala o diretor da Agência, Yukiya Amano, em seu primeiro informe ao Conselho de Segurança da ONU.

A França, que exerce neste mês a presidência do Conselho, é a favor de reforçar as sanções contra o Irã, suspeito por países ocidentais de tentar criar uma arma nuclear.

O país islâmico, que afirma que seu programa nuclear tem apenas fins pacíficos, disse nesta sexta-feira que as suspeitas da AIEA são totalmente “infundadas”.

Fonte:G1


Ministro alemão defende abandono da energia nuclear

Em entrevista publicada hoje pelo jornal Süddeutsche Zeitung, Röttgen afirma que a energia nuclear “continua sem ter aceitação pela população ainda 40 anos após a sua instalação”.

Por esse motivo, o ministro recomenda ao seu partido que considere bem se quer manter a sua aposta tão firme a favor dessa fonte energética.

No acordo de coligação entre a CDU, a sua ala bávara a CSU e os liberais do FDP, o Governo da chanceler Angela Merkel apartou-se da linha empreendida pelo Governo social-democrata verde há uma década. Essa linha estabeleceu uma vida útil máxima de 32 anos para as centrais.

O novo governo mostrou-se a favor de prolongar a vida das centrais modernas até que haja fontes alternativas capazes de satisfazer por completo as necessidades energéticas.

Fonte:Diário Digital.


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