Governo japonês pondera reativar central nuclear com receio de que falte energia
“Enfrentaremos cortes de energia graves” se não se proceder à reativação dos reatores da central Oi, afirmou o ministro japonês da Indústria, Yukio Edano, citado hoje pelo “Nikkei”.
O acidente na central de Fukushima, na sequência do sismo e tsunami de 11 de março do ano passado, deixou o Japão com apenas um reator ativo — o número 3 da central de Tomari, no norte, cuja atividade será suspensa a 05 de maio – entre um total de 54. (mais…)
Ativistas querem impedir funcionamento de usina nuclear

No dia seguinte ao aniversário de um ano do terremoto seguido por tsunami e acidentes radioativos no Japão, ativistas japoneses entregaram à Justiça um pedido para impedir a reativação de uma usina nuclear no centro do país. (mais…)
EUA e China querem desarmamento nuclear da Coreia do Norte

Brasília – O desarmamento nuclear da Coreia do Norte é tema de reunião hoje (24) de diplomatas norte-coreanos, norte-americanos e chineses em Pequim, capital chinesa. É o segundo dia de discussões.
É a primeira vez que ocorrem os debates desde a morte do presidente Kim Jong-il – em dezembro do ano passado -, que ficou 17 anos no poder. O cargo foi transmitido para o filho dele, King Jong-un. (mais…)
Projeto que cria frente de proteção nuclear avança na Câmara
Matéria segue para análise, em caráter terminativo, pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática.

Após seis anos tramitando na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 191/10 foi aprovado nesta quarta-feira (16/11) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O PL institui a criação do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron), que tem o propósito de assegurar o planejamento, a coordenação e a execução de ações referente à segurança nuclear brasileira. (mais…)
Desligadas por problemas técnicos, Angra 1 voltou a operar ainda na sexta
Os técnicos da empresa já concluíram os trabalhos de reparo na bucha de um dos transformadores auxiliares que apresentou aquecimento
A Usina Nuclear Angra 1, em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense, só voltou a ser conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) por volta das 22h de sexta (dia 4), segundo informou a Eletronuclear, por meio de sua assessoria de imprensa. (mais…)
Nuclear: em busca de forma alternativa
Acidentes nucleares como os ocorridos em Chernobyl ou Fukushima geram muita resistência em relação às vantagens da geração de energia nuclear. Porém, existe uma forma de geração de energia nuclear diferente da tradicional (fissão nuclear do átomo de urânio) que não cria resíduos radioativos nem riscos de acidentes de grande porte. É a fusão nuclear, processo que vem sendo estudado no Laboratório de Física de Plasmas do Instituto de Física (IF) da USP.
“Esse é o caminho para uma fonte perene e não perigosa de energia”, afirma o professor Ricardo Magnus Osório Galvão, chefe do laboratório. Segundo ele, pela fusão nuclear, não há nenhuma chance de acontecer um acidente da proporção dos ocorridos na na ex-União Soviética e no Japão. “Se algo der errado, a reação simplesmente para, sem riscos de explosão”, explica. (mais…)
Proposta que suspende construção de usinas nucleares será discutida em audiência pública no Senado
As medidas que o Brasil deve adotar em relação à utilização da energia nuclear serão discutidas em audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal, com a participação de outras comissões. O debate visa instruir projeto de lei do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) que propõe a suspensão por 30 anos da construção de novas usinas nucleares no país. (mais…)
Governo diverge sobre expansão nuclear no País
Enquanto MME e EPE traçam opiniões conflitantes, Câmara segue com proposta de referendo para discutir o tema.
Angra 1 e 2: únicas nucleares em operaçãoNa semana em que o debate sobre energia nuclear voltou à tona por causa da explosão em uma unidade atômica na França – que matou uma pessoa e feriu outras quatro na segunda-feira (12/9) -, o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, foram conflitantes em suas declarações sobre o futuro da fonte na matriz energética brasileira. (mais…)
Protestos antinucleares marcam 6 meses de crise em Fukushima
Maribel Izcue.
Tóquio, 11 set (EFE).- Aos gritos de ‘nuclear não’, milhares de pessoas pediram neste domingo em Tóquio ao Governo japonês o fechamento de todos os reatores atômicos do país, no dia em que completa seis meses da luta para controlar a usina nuclear de Fukushima.
O tsunami que assolou o nordeste japonês em 11 de março provocou nessa planta o pior acidente nuclear em 25 anos, o que obrigou a remoção em massa de mais de 80 mil famílias e mantém 80% dos reatores do arquipélago paralisados.
‘A radioatividade não tem fronteiras’, ‘Do Japão ao mundo: Perdão!’ e ‘Energia atômica, não obrigada’ foram alguns dos slogans que se repetiram neste domingo em frente ao Ministério da Indústria na capital, que abriga também a sede da Agência para a Segurança Nuclear do Japão. (mais…)
Energia nuclear vira alternativa para automóveis
A empresa Laser Powered Systems desenvolveu um carro conceito movido a energia nuclear, que utiliza laser de tório, um material radioativo que pode ser isolado por uma simples lâmina de alumínio, como fonte energia para alimentar um gerador elétrico com turbina vapor. Esse motor futurista seria capaz de movimentar um carro por 500.000 quilômetros com apenas oito gramas de material. (mais…)
NASA construirá primeira usina nuclear para a Lua e Marte
Energia nuclear no espaçoReatores nucleares para uso espacial não são exatamente uma novidade. Sondas espaciais de longa distância usam-nos há décadas.
O robô marciano Curiosidade, ou MSL (Mars Science Laboratory), será alimentado por seu próprio reator nuclear.
Em 2008, a NASA anunciou planos para desenvolver o projeto de uma usina nuclear na Lua.
- NASA quer instalar usina nuclear na Lua
Agora parece que os planos vão começar a sair do papel, com o agendamento para 2012 da construção de uma “Unidade de Demonstração Tecnológica” de um reator nuclear espacial.
A notícia foi dada pelo coordenador do projeto, professor James E. Werner, do Laboratório Nacional Idaho, nos Estados Unidos.
Parlamento alemão decreta fim da energia nuclear no país até 2022

Usinas Nucleares.
Chanceler Angela Merkel confirmou a antecipação do fechamento de alguns reatores ainda em 2011
O Parlamento da Alemanha aprovou nesta quinta-feira (30/06) o plano nacional que fixa em 2022 o limite para o encerramento de todas as usinas nucleares no país. O ministro do Meio Ambiente, Norbert Rottgen, comemorou a medida dizendo se tratar de “um sinal histórico” (mais…)
Energia nuclear
Por Jean Marc Sasson, colunista do Ambiente Energia - Desde o desastre natural ocorrido no Japão em março deste ano, a energia nuclear está em foco. Tido como um dos países mais seguros do mundo, o Japão se viu envolto em uma das maiores crises nuclear da história, superada apenas por Chernobyl, em razão de um Tsunami causado por um dos terremotos mais fortes dos últimos tempos. Uma de suas usinas, em Fukushima, foi atingida contaminando áreas em até 30 km de distância.
Fazendo parte da matriz energética de vários países, a energia nuclear sempre foi polêmica. Em razão das consequências desastrosas em caso de vazamento de radiação e pela destinação inadequada de seu lixo atômico (resíduo produzido na produção de energia elétrica) – hoje já há estudos para reutilizá-lo como fonte de energia – ela se tornou uma alternativa não muito bem vista, apesar de ser uma energia limpa ao não emitir CO2.
A partir deste episódio, tanto o Japão como outras nações passaram a rever sua matriz energética e seus planos em investimento em energia nuclear. O Japão possui 54 usinas nucleares que correspondem a 29% de sua matriz energética. Diante do desastre nuclear, anunciou a paralisação de suas usinas e suplementou a produção de energia elétrica com usinas térmicas a carvão que antes já correspondiam a 27% da sua matriz energética. (mais…)
Alemanha fechará usinas nucleares até 2022
Em meio às discussões sobre os riscos de contaminação por radioatividade, o governo da Alemanha aprovou onten (6) os projetos de lei que determinam o fechamento das usinas nucleares no país até 2022.
Pelas propostas, as autoridades se dispõem a buscar fontes renováveis de energia. A decisão foi tomada durante reunião extraordinária do conselho de ministros.
O pacote com as medidas de política energética tem carater de urgência. Na próxima quinta-feira (9), o assunto será tema de debates no Bundestag, o Parlamento alemão.O fim do uso de energia nuclear na Alemanha ocorrerá em etapas, encerrando em 2022, sem possibilidade de alterar essa data, segundo as autoridades alemãs.
Paralelamente, as autoridades discutem o reforço da eficiência energética nos edifícios públicos e privados no país. Um dos objetivos é dar impulso à construção de linhas de transmissão destinadas a levar energia eólica do Norte para centros industriais do Sul da Alemanha. (mais…)
Situação nuclear da Alemanha pode levar a apagões
Berlim – As regiões ao sul da Alemanha poderão ser atingidas por apagões de eletricidade no inverno se as sete usinas nucleares que foram desligadas em março continuarem sem funcionar, disseram operadores das redes de energia.
Em carta enviada ao Ministério da Economia, obtida pela Reuters no domingo, os quatro operadores disseram que a energia importada não cobriria o déficit durante os meses mais frios, a não ser que alguns clientes fossem retirados da rede.
“Um fornecimento independente aos clientes está em perigo”, disseram as empresas Amprion, Tennet, 50hertz e a EnBW-Netze, acrescentando que será necessário aumentar em 2.000 megawatts a oferta – mais ou menos a capacidade de dois reatores nucleares – para garantir o fornecimento de energia quando a demanda aumentar no inverno. (mais…)
MPF quer parar extração de urânio no Ceará
Procuradores buscam manter liminar que suspende trabalhos na mina Itataia, em Santa Quitéria

O Ministério Publico Federal (MPF) quer a manutenção da liminar que suspende a extração de fosfato e urânio da Mina Itataia, em Santa Quitéria (CE), pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Em parecer emitido pela Procuradoria Regional da República da 5ª Região, o MPF argumenta que o licenciamento ambiental para a atividade deveria ter sido concedido pelo Ibama, e não pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace).
A primeira instância da Justiça Federal no Ceará suspendeu a licença dada pela Semace que autorizava a extração de minerais no Complexo Industrial de Santa Quitéria. Foi também ordenada a paralisação das obras até decisão em contrário ou até que se consiga regularizar todos os licenciamentos ambientais. A INB recorreu da decisão. (mais…)
Milhares se reúnem em protesto contra energia nuclear no Japão
DA EFE, EM TÓQUIO

Manifestante exibe cartaz durante protesto contra o uso de energia nuclear em Tóquio (AFP, Yoshikazu Tsuno)
Milhares de pessoas se reuniram neste sábado no Japão exigindo uma mudança em sua política de energia nuclear após o terremoto e tsunami que provocaram a pior catástrofe atômica mundial desde Chernobyl, há 20 anos.
Sob uma garoa, os manifestantes se reuniram em um parque de Shibuya, distrito de Tóquio. Muitos seguravam cartazes com os dizeres: “nuclear é passado” e “queremos mudanças na política energética”.
O protesto ocorreu um dia após o primeiro-ministro Naoto Kan pedir a paralisação das operações de uma usina nuclear situada no sudoeste de Tóquio por ela estar próxima a uma falha geológica, temendo um desastre como o que ocorreu na unidade de Fukushima, em março. (mais…)
Governo prevê fim de novas hidrelétricas em 20 anos
Usinas nucleares continuam no planejamento energético. Fonte solar é aposta
Por trás da manutenção de projetos nucleares no Brasil está o esgotamento, em apenas 20 anos, de novas fontes da tradicional energia hidrelétrica. As hidrelétricas respondem hoje por 85% da geração elétrica, mas a limitação de rios e o rigor cada vez maior com a preservação ambiental forçam o País a buscar novas alternativas, de acordo com o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.
“Daqui a 20 anos não teremos mais como construir usinas hidrelétricas. Não poderemos usar todo o potencial, mas algum, por limitações ambientais, como já está ocorrendo”, afirma ao iG o responsável pelo planejamento energético do País durante o World Economic Forum, no Rio. Ele lembra que o governo mapeou outras usinas além de Belo Monte no rio Xingu, no Pará, mas voltou atrás por questões ambientais. Mais de 60% do potencial hidrelétrico está na região amazônica, “daí porque não poderemos aproveitar como gostaríamos”.
Araguaia e Negro
Entre os rios que guardam potencial para abrigar hidrelétricas, segundo a EPE já mapeou, estão o Negro, em Manaus; Teles Pires, em Mato Grosso; Tapajós, no Pará; e o Araguaia, no Tocantins. “Vamos ter que conciliar necessidade de geração com preservaçao ambiental por isso o potencial será esgotado mais rapidamente”.
Desativar uma usina nuclear é mais difícil do que se previa

A usina nuclear de Beznau I, a mais antiga da Suíça, está se aproximando do momento de sua desmontagem, mas nem tudo está saindo como previsto.(Imagem: SFNSI)
Teoricamente, ao atingir o fim de sua vida útil, uma usina nuclear deverá ser desmontada como qualquer outro equipamento inservível.
Na prática, porém, autoridades e técnicos suíços e alemães estão vendo que a coisa não é tão fácil como se prevê nos estudos teóricos.
A experiência dos dois países mostra que fatores inesperados podem surgir na questão do desmantelamento dos equipamentos nucleares e que o planejamento financeiro não responde às necessidades reais.
Desativação de usinas nucleares
A demolição das usinas nucleares desativadas na Suíça já está planejada desde que elas foram projetadas. Porém, desde que entraram em funcionamento, nunca o destino dessas centrais esteve tão politicamente incerto como agora.
Oficialmente a indústria atômica e o governo consideram que as usinas nucleares têm um período útil de vida de cinquenta anos.
Durante esse tempo, os consumidores de energia pagam um acréscimo na conta de energia de 0,8 centavo de franco suíço por Kilowatt/hora. Os recursos captados alimentam dois fundos: um fundo para o desligamento das centrais e um fundo para financiar a eliminação dos dejetos radioativos. (mais…)
Usina de Onagawa tem vazamento de água
Após o novo tremor que atingiu o Japão nesta quinta-feira, deixando pelo menos dois mortos, as autoridades revelam que a usina de Onagawa passa por alguns problemas.
Segundo informações da Reuters, vazou água das piscinas de combustível usado dos reatores 1, 2 e 3. Segundo a Tohoku Electric Power Co, foi detectado um aumento pequeno da radiação dentro do prédio do reator – porém não há aumento no nível fora da usina.
No Japão, Sarkozy pede normas mais claras sobre energia nuclear
O presidente da França, Nicholas Sarkozy, pediu regras internacionais de segurança nuclear mais claras, diante da atual crise na usina nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão.
Em visita ao país, ele propôs que as autoridades em segurança nuclear dos países do G20 discutam o assunto em encontro em maio.
O nível de radiação detectado no mar perto da usina subiu abruptamente, e já estão mais de 4 mil vezes acima do limite estabelecido pelas autoridades japonesas.
Durante sua visita, o presidente francês disse que gostaria de ver normais internacionais de energia nuclear estabelecidas até o fim do ano, e que a França pediria aos delegados nucleares do G20 para preparar uma reunião especial da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) em junho.
Presidente do Grupo Virgin diz que energia nuclear é necessária e está cada vez mais segura
Branson defendeu necessidade de instalações de usinas nucleares em lugares seguros

O governador do Amazonas, Omar Aziz (centro), e o fundador e presidente do Grupo Virgin, Richard Branson (à dir.), posam para foto no fórum
O empresário do Grupo Virgin, Richard Branson, defendeu a necessidade instalações de usinas nucleares. “Precisamos de reatores nucleares pelo mundo; precisamos desse tipo de energia”, afirmou o executivo.
- Nós [o Grupo Virgin] não investimos nesse tipo de energia, mas o reator nuclear moderno é muito seguro.
Segundo ele, um desastre em uma mina de carvão na China gera tantos mortos quanto um acidente nuclear como o ocorrido no Japão, por exemplo. ”O fato é que as usinas nucleares são necessárias, e no Japão não eram tão seguras e estavam em um lugar errado”, disse o empresário que investe no desenvolvimento de biocombustíveis, energia solar e eólica.
Branson acredita que, sem as taxas de crescimento na China, Brasil e Japão continuarem nos ritmos atuais, vai faltar petróleo no mundo.
- A curto prazo, isso poderia ser bom para o Brasil, com suas novas descobertas. A indústria do petróleo é um segmento que vai gerar muitos empregos, além da internet.
Sem querer dar uma palestra para os participantes do 2o Fórum Mundial de Sustentabilidade, que vai até amanhã em Manaus, Branson achou melhor apenas responder às perguntas da platéia, que passaram pelos temas Empreendedorismo, Sustentabilidade, Olimpíadas e Música. O executivo elogiou o desenvolvimento brasileiro e fez uma menção especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Goldemberg defende revisão do programa nuclear brasileiro
Prudência
O físico da Universidade de São Paulo (USP), José Goldemberg, defendeu que o Brasil reveja os planos de construção de novas usinas nucleares, motivado pelos acidentes ocorridos no Japão após o tsunami.
Goldemberg é um especialista em energia de renome mundial, tendo ajudado a lançar as bases científicas para o programa de biocombustíveis do Brasil. Ele foi recentemente agraciado com o prêmio internacional Ernesto Illy Trieste Science Prize.
“Acho que é de toda a prudência adotar uma postura, como estão adotando os países europeus, de rever os programas de expansão nuclear,” disse o físico.
Além da Usina Nuclear Angra 3, que deverá ser concluída em 2015, estão previstas pelo menos mais quatro usinas nucleares no Brasil, duas no Nordeste e duas na Região Sudeste.
Entenda vazamento radioativo em usina atingida por terremoto no Japão
Após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa do Japão, a usina nuclear Fukushima Daiichi interrompeu seu funcionamento. Entenda os riscos de vazamentos radioativos na usina depois dos tremores registrados nesta sexta-feira (11) e neste sábado.














