Eólicas dominam leilão de energia

O leilão A-3, realizado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vendeu energia de 968,6 megawatts (MW) de usinas, dos quais 551 MW correspondem a novos projetos eólicos vendidos ao preço médio de R$ 129,97 por megawatt-hora (MWh) e deságio de 2.28%, o que representa 57% na demanda total do certame. 
Energia-Eólica

 

 

 

 

 

 

Para a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo, os resultados refletem a maturidade da indústria eólica, que no seu processo de consolidação, vem permitindo uma precificação mais adequada dos crescentes riscos e desafios envolvidos na implementação dos projetos.

Os 551 MW de fonte eólica contratados no leilão representam a geração de pouco mais de 8.000 novos postos de trabalho, R$ 2.479,50 em investimentos e a produção de 276 aerogeradores e 827 novas pás. Esse volume de energia será utilizado para abastecer cerca de 1 milhão e 300 residências e evitará pouco mais de 590 toneladas de CO2.

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Primeiro complexo híbrido de energias solar e eólica do Brasil

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Projeto terá 26,4 megawatts (MW) de potência instalada, sendo 21,6 MW de eólica e 4,8 MWpicos de energia solar fotovoltaica

 

Renova Energia, empresa de geração de energia renovável do grupo Cemig, irá construir o primeiro complexo híbrido de energias solar e eólica do Brasil com energia que será destinada ao mercado livre.

O projeto, a ser localizado na região de Caetité, na Bahia, terá 26,4 megawatts (MW) de potência instalada, sendo 21,6 MW de eólica e 4,8 MWpicos de energia solar fotovoltaica, com capacidade de geração de 12 MW médios, energia equivalente ao consumo de uma cidade com 130 mil pessoas.

As obras terão início ainda neste ano e a duração prevista é de 12 meses para o parque solar e 18 meses para o complexo eólico. A Renova conseguiu financiamento de até 108 milhões de reais Continuar lendo

Turbina eólica flutuante produz duas vezes mais energia

Apesar da sua eficiência, a turbina eólica flutuante não foi projetada para substituir as turbinas convencionais montadas em torres.
Apesar da sua eficiência, a turbina eólica flutuante não foi projetada para substituir as turbinas convencionais montadas em torres.

Caçadora de ventos

Projetos de turbinas eólicas voadoras têm tentado encontrar seu espaço há algum tempo, principalmente no formato depipas robotizadas.

Dois estudantes do MIT lançaram um novo conceito que usa um invólucro cheio de hélio para flutuar alto o suficiente para capturar os ventos mais fortes.

A vantagem é que, ao contrário das pipas, a turbina flutuante pode subir e descer automaticamente quando necessário, para aproveitar melhor os ventos. Continuar lendo

Baterias líquidas saem dos laboratórios rumo às fábricas

Este foi o primeiro protótipo da bateria líquida, apresentada pelos pesquisadores em 2009.
Este foi o primeiro protótipo da bateria líquida, apresentada pelos pesquisadores em 2009.

Bateria líquida

Em 2009, dois pesquisadores norte-americanos apresentaram um novo conceito de baterias líquidas, que, segundo eles, poderia viabilizar a adoção das energias renováveis em larga escala.

Agora, Donald Sadoway e David Bradwell preparam-se para transformar seu sonho de laboratório em realidade industrial.

Eles criaram uma empresa, a Ambri, que já arrecadou fundos para transformar o experimento em protótipo, e agora já têm quase todo o dinheiro necessário para construir uma fábrica de verdade, com produção em larga escala. Continuar lendo

Crescimento de eólica desacelera pela 1ª vez em 20 anos

thumb-170446-energia-eolica-resizedO crescimento do mercado de energia eólica desacelerou em 2013 pela primeira vez em mais de 20 anos, liderado por uma queda nos projetos nos Estados Unidos, enquanto investimentos recuaram em 600 milhões de dólares, para 80,3 bilhões de dólares, apontou um relatório anual do setor publicado hoje.

Foram adicionados cerca de 35 gigawatts (GW) de capacidade, ante os mais de 45 GW do ano anterior.

A capacidade instalada mundial ficou em cerca de 318 GW no fim de 2013.

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Energia heliotérmica, mais uma opção entre renováveis

Uma usina solar termoelétrica é composta dos seguintes componentes principais: o coletor solar concentrador (calha parabólica)  que, mediante a reflexão, realiza a sua coleção e concentração; o absorvedor que absorve a luz e transfere o calor para a um fluído térmico; um sistema armazenador de calor; um sistema gerador de vapor e um sistema convencional de conversão de energia térmica em eletricidade.
O coletor solar concentrador (calha parabólica) que, mediante a reflexão, realiza a sua coleção e concentração; o absorvedor que absorve a luz e transfere o calor para a um fluído térmico; um sistema armazenador de calor; um sistema gerador de vapor e um sistema convencional de conversão de energia térmica em eletricidade.
Energia heliotérmica ou energia solar térmica concentrada – internacionalmente conhecida como CSP (Concentrated Solar Power) – é uma tecnologia ligada às energias renováveis que transforma a energia solar em energia térmica e subsequentemente em energia elétrica. Através da concentração dos raios solares, temperaturas até 1500°C podem ser obtidas.

Fotossíntese artificial sustentável está a 0,2 V da realidade

A equipe obteve seus resultados revestindo hematita - um óxido de ferro semelhante à ferrugem - com óxido de ferro-níquel, uma liga de baixo custo largamente utilizada na indústria.
A equipe obteve seus resultados revestindo hematita – um óxido de ferro semelhante à ferrugem – com óxido de ferro-níquel, uma liga de baixo custo largamente utilizada na indústria.

Enquanto a fotossíntese natural sustenta a vida na Terra, a esperança é que a fotossíntese artificial possa sustentar todas as necessidades de energia da civilização humana.

“Os painéis solares podem coletar energia, mas o armazenamento economicamente viável ainda é uma incógnita. Estamos tentando copiar uma ideia da Mãe Natureza, onde a fotossíntese produz energia a partir do Sol e a armazena,” explica Dunwei Wang, da Universidade de Boston, nos Estados Unidos. Continuar lendo