Computador quântico chega aos 14 qubits
Quase 2 quBytesFísicos quânticos da Universidade de Innsbruck, na Áustria, bateram outro recorde mundial no campo da computação quântica.
Rainer Blatt e seus colegas obtiveram o entrelaçamento quântico de 14 qubits, construindo o maior registrador quântico já feito até hoje.
Com este experimento, os físicos não apenas deram mais um passo rumo à construção de um computador quântico como também obtiveram resultados valiosos para o estudo do fenômeno quântico do entrelaçamento entre partículas.
O grupo de Innsbruck tem entre seus feitos mais recentes o primeiro simulador quântico e um raio laser quântico.
Bit de computador quântico já pode ser ligado na tomada
Sólido e elétricoCientistas holandeses conseguiram pela primeira controlar bits quânticos, ou qubits, usando um campo elétrico.
Até agora, todos os experimentos na área da promissora computação quântica vinham utilizando campos magnéticos para gravar e ler os qubits.
Os cientistas também conseguiram incorporar os qubits elétricos em nanofios semicondutores.
Embora a maior parte da pesquisa na área da computação quântica seja feita com átomos artificiais mantidos em temperaturas criogênicas, os especialistas apontam que a rota mais promissora são os processadores quânticos de estado sólido.
Foto de átomo neutro realiza sonho de cientistas

Ao contrário dos íons, que são átomos eletricamente carregados, os átomos neutros são notoriamente difíceis de capturar porque eles não podem ser detidos por campos elétricos.
Você provavelmente não achará a imagem ao lado assim tão impressionante – pelo menos não à primeira vista.
Mas os físicos do mundo todo estão fascinados com ela.
E não é para menos: esta é uma fotografia de um átomo neutro, visto diretamente através de um microscópio – um verdadeiro sonho dos cientistas.
Foto de um átomo
“O que nós fizemos avança a fronteira daquilo que os cientistas podem fazer, e nos dá o controle preciso dos menores blocos de construção do nosso mundo,” comemora o Dr. Mikkel F. Andersen, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia.
Visualizar diretamente o mundo atômico tem sido não apenas o sonho dos cientistas, mas também uma necessidade, que eles têm buscado com avidez desde o advento da mecânica quântica, no início do século passado.
“Eu aprendi na escola que é impossível ver um único átomo através de um microscópio. Bem, a minha professora primária estava errada”, brinca Andersen. (mais…)









