O seu ambiente de interação sobre energia

Posts tagged “aquecimento global

Bolsa Verde vai negociar crédito de carbono na Rio+20

A Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRio), criada para negociar créditos de ativos ambientais, terá sua primeira operação durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a primeira transação será a negociação de créditos de carbono emitidos durante o encontro internacional, que ocorrerá em junho deste ano.  (mais…)


Neste sábado, apague as luzes por 60 minutos contra o aquecimento global

Sábado, dia 31 de março, das 20h30min às 21h30min, apague as luzes e mostre sua preocupação com o aquecimento global

Neste sábado, 31, 147 países e mais de 5 mil cidades apagarão as luzes por uma hora. No Brasil, até o momento são 125 cidades, das quais 24 capitais, confirmaram apoio ao movimento.

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é um ato simbólico no qual todos são convidados a mostrar sua preocupação com o aquecimento global. É uma iniciativa mundial da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.

Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.

Sábado, dia 31 de março, das 20h30min às 21h30min. Apague as luzes e participe!

Apoio da ONU

Em comunicado oficial no início desta semana, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, convidou as pessoas, organizações e empresas de todo o mundo a fazerem o mesmo, em solidariedade aos 20% de homens, mulheres e crianças que não têm acesso à eletricidade, no planeta.

“Desligar as luzes é um símbolo do nosso compromisso com a energia sustentável para todos”, disse Ki-moon. E acrescentou: “Precisamos alimentar o nosso futuro com energia limpa, eficiente e acessível. Agindo juntos, poderemos alimentar um futuro melhor”.

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Emissões: setor elétrico exemplar

Da Agência Ambiente Enegia – O setor elétrico brasileiro é um exemplo a ser seguido pelos países e setores econômicos que precisam enfrentar os desafios relacionados às mudanças climáticas.  De acordo com estudo do Instituto Acende Brasil, apesar de o país ser o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa (GEEs) global — atrás somente de China e Estados Unidos —  os setores nacionais responsáveis por esta posição são muito diferentes do perfil típico mundial.

Enquanto na média mundial a geração de eletricidade responde por 28,8% do total das emissões, o setor elétrico nacional totaliza apenas 1,2% das emissões nacionais. Os maiores emissores brasileiros são os setores “mudanças no uso da terra” (desmatamento, agricultura e pecuária), com 79,6%; “transportes”, com 6,1%; e “processos industriais”, com 3,6%. (mais…)


14 propostas da Nasa para esfriar a Terra

São Paulo – Um estudo feito pela Nasa propõe medidas para reduzir o aquecimento global. Ao todo, são 14 meios capazes de amenizar as mudanças climáticas.

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NASA propõe 14 medidas para reduzir o aquecimento global

NASA (Agência Espacial Norte-Americana) desenvolveu um estudo que propõe maneiras de reduzir o aquecimento global. O trabalho indica 14 medidas que o planeta deve adotar para amenizar as intensas mudanças climáticas. De acordo com o estudo, uma ação que conseguisse combater a emissão do gás metano e a poluição por fuligem acarretaria na redução do aquecimento global de 2,2ºC para 1,7ºC em 2050. Além disso, poderiam ser evitadas mortes por doenças respiratórias e o cenário aumentaria a produtividade agrícola.

O estudo da NASA foi publicado na revista “Science“. Segundo os cientistas, compensa investir nas medidas propostas, pois os custos poderiam ser maiores em saúde pública e agricultura. Entre as propostas estão incluídas a substituição de fornos a carvão e controle do vazamento de metano em poços de petróleo. (mais…)


Projeto de lei em Beirute transforma tetos em jardins

São Paulo – A cidade de Beirute, no Líbano, pode ser a primeira no mundo a ter a obrigatoriedade de plantar jardins nos tetos de seus prédios.

A capital, que é uma verdadeira selva de concreto, possui apenas 0,8 metro quadrado de espaço verde por pessoa, bem abaixo da recomendação da Organização Mundial de Saúde, de 12 metros quadrados por pessoa.

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Acordo de Durban pode fazer pouco para esfriar planeta em aquecimento

O mundo deverá ficar mais quente, o nível do mar subirá, um clima intenso causará ainda mais destruição e o novo acordo firmado por governos em Durban para cortar as emissões de gases do efeito estufa fará pouco para diminuir esse dano

Dados climáticos de agências da ONU indicam que a acumulação de gases que absorvem calor aumentará a tais níveis nos próximos oito anos – antes que o regime recém-firmado de cortes nas emissões entre em vigor – que o planeta caminhará para mudanças ambientais permanentes.

Países de todo o mundo concordaram no domingo em criar um novo acordo para forçar todos os maiores poluidores pela primeira vez a limitarem suas emissões de gases do efeito estufa em 2020. Mas críticos dizem que o plano foi tímido demais para reduzir o aquecimento global. (mais…)


Projeto da USP mostra alternativas para o lixo eletrônico

O que para você é lixo eletrônico pode ser a única maneira que uma criança ou jovem de uma comunidade carente tenha para aprender a utilizar um computador.

Destinos diferentes

Responda rápido: quantos computadores e impressoras você teve até hoje? E aparelhos de telefone celular?

Na Era Digital, com o rápido avanço da tecnologia e o crescente aumento do consumo, é raro encontrar alguém que não queira ter o último modelo de celular ou o computador mais moderno.

Porém, quando você decide trocar o seu aparelho eletrônico, vê apenas a possibilidade de se livrar de uma “sucata”, ou melhor, de um “lixo tecnológico”.

Afinal, aquele computador que você comprou na segunda metade da década passada, com um “moderno” leitor de CD/DVD, não passa de sucata perto dos atuais modelos “Tudo em Um”.

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Seca amazônica emitiu, em três meses, mais CO2 que a Índia em um ano

O pesquisador norte-americano Christopher Potter, da (NASA) Agência Espacial dos EUA, desenvolveu um estudo alertando sobre os impactos ambientais da seca amazônica, ocorrida entre julho e setembro de 2010. Segundo ele, as emissões de CO2 da seca extrema foram superiores a todo o montante emitido pela Índia no último ano.

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Ar-comprimido no motor reduz consumo de combustível à metade

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Quando há ar disponível no reservatório, o motor passa a funcionar no chamado "modo compressor", em que a explosão do combustível é substituída pelo ar-comprimido. [Imagem: Sasa Trajkovic

Motor híbrido a ar

Os veículos híbridos e elétricos capturam a energia dos freios, transformando-a em energia elétrica, que é utilizada para recarregar as baterias.

Per Tunestal, engenheiro da Universidade de Lund, na Suécia, diz ter uma ideia melhor.

Segundo ele, seria melhor usar a energia das frenagens para comprimir ar dentro de um pequeno cilindro.

Esse ar pode ser então usado para ajudar a empurrar os pistões do motor, em um conceito conhecido como motor híbrido a ar, ou híbrido pneumático.

Quando há ar disponível no reservatório, o motor passa a funcionar no chamado “modo compressor”, em que a explosão do combustível é substituída pelo ar-comprimido. (mais…)


GEE: estudo mede emissões de hidrelétricas

Do Planeta Coppe - A Coppe e a empresa canadense Hydro-Québec estão executando um projeto de medição de gases de efeito estufa em reservatórios de hidrelétricas, no Brasil e no Canadá. O objetivo é buscar um consenso para as metodologias utilizadas pelas duas instituições que, até o momento, estão na dianteira, em nível mundial, nos estudos voltados para medições de gases emitidos por usinas hidrelétricas. No Brasil, o projeto é coordenado por Marco Aurélio dos Santos, professor de Planejamento Energético da instituição.

Os pesquisadores canadenses Pierre David Beaudry e Julie Bastien, da empresa Environnement Ilimitè, ligados ao Departamento do Meio Ambiente da Hydro-Québec, estiveram no Brasil em fevereiro para, com a equipe do Programa de Planejamento Energético da Coppe, fazer medições no reservatório de Ribeirão das Lajes, da Light, em Piraí (RJ). Participaram da missão pela Coppe o professor Marco Aurélio e os pesquisadores do Laboratório de Energias Renováveis e Estudos Ambientais (Lerea) Alexandre de Abreu Marcelino, Cláudio Roberto da Silva e Marcelo Amorim, além de Ednaldo Oliveira dos Santos, do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig).

O tema é de grande importância para o Brasil e o Canadá, países com alto percentual de energia proveniente de hidrelétricas – respectivamente, 83% e 70% da matriz energética de cada um. Na província de Québec, na qual está sediada a empresa parceira da Coppe na pesquisa, as hidrelétricas chegam a responder por 90% da matriz. (mais…)


Segurança energética e mudança climática

Por Ronaldo Bicalho* – Segurança energética e mudança climática são os dois grandes eixos em torno dos quais se estruturam atualmente as políticas energéticas no mundo.

Com isto, garantir o suprimento de energia e reduzir as emissões dos gases de efeito estufa tornaram-se grandes objetivos estratégicos dos Estados Nacionais no campo da energia, com reflexos significativos na composição desejada da matriz energética futura e na configuração das estratégias mais adequadas para alcançá-la.

Contudo, a avaliação das reais consequências da presença desses dois objetivos no cerne da política energética necessita de uma qualificação. Principalmente, no que diz respeito à maneira como os Estados Nacionais percebem, hierarquizam e introduzem em seu conjunto de políticas públicas esses objetivos; o que, ao fim e ao cabo, se traduz no volume de recursos que, de fato, esses Estados estão dispostos a mobilizar para alcançá-los. (mais…)


Brasil, um exemplo em bioenergia

Por Danilo Macedo, da Agência Brasil - Após três anos de pesquisas sobre impactos da produção de bioenergia, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) divulgou na terça-feira, 17 de maio, o “Marco analítico da bioenergia e segurança alimentar”. O estudo, segundo a instituição, apresenta uma nova metodologia que pode ajudar governos a avaliar os prós e contras de investimentos no setor. O Brasil é citado como exemplo de como um país pode usar a bioenergia para suprir suas necessidades energéticas.

Segundo a FAO, o estudo consiste em uma série de avaliações e respostas sobre questões importantes relacionadas com a viabilidade de desenvolvimento da bioenergia e seu impacto na oferta de alimentos e segurança alimentar das famílias. Também foram levadas em conta as dimensões social e ambiental.

“Nosso objetivo é ajudar as autoridades a tomar decisões, se o desenvolvimento da bioenergia é uma opção viável e, nesse caso, identificar as políticas que permitem maximizar os benefícios e minimizar os riscos”, afirmou o coordenador do projeto, Heiner Thofern.

Entre os fatores de incentivo que levam ao aumento da produção de bioenergia apresentados pela FAO, destacam-se as altas no preço do petróleo e a preocupação com a segurança energética, além das emissões de gases de efeito estufa dos combustíveis fósseis. A organização ressalta também que o investimento em bioenergia pode trazer melhorias à infraestrutura agrícola e ao transportes nas áreas rurais, criando empregos e aumentando a renda familiar. (mais…)


Dinamarca e China lideram tecnologias limpas

AMSTERDAM — A Dinamarca deve grande parte de sua receita às fazendas eólicas e outras tecnologias verdes; os Estados Unidos estão rapidamente expandindo seu setor de tecnologias limpas; mas nenhum país se compara ao ritmo de crescimento da China.

Essas são as informações de um novo relatório obtido pela The Associated Press. A produção de tecnologias verdes na China cresceu impressionantes 77% em um ano, de acordo com o relatório encomendado pela World Wildlife Fund for Nature (WWF).

“Os chineses fizeram, em nível político, uma decisão consciente de capturar esse mercado e desenvolvê-lo agressivamente”, disse Donald Pols, um economista da WWF.

A Dinamarca, líder há tempos em energia eólica, retira 3,1% de seu produto interno bruto de tecnologias de energia renovável e eficiência energética – o que equivale a US$9,5 bilhões, de acordo com o relatório. A China é o maior produtor, em termos financeiros, ganhando mais do que US$ 64 bilhões, ou 1,4% do seu PIB. Os Estados Unidos vêem em 17º lugar na produção de tecnologias limpas, com 0,3% do PIB (US$ 45 milhões). No entanto, essa indústria vem crescendo a uma taxa de 28% ao ano desde 2008.

“Os EUA estão crescendo muito, então parece que a política do presidente Obama está funcionando”, disse Pols. Mas os EUA não podem ser comparados à China. (mais…)


Energia Solar: um momento muito favorável

Da Agência Ambiente Energia - O Portal Ambiente Energia publica a integra com as conclusões e demandas do Workshop Inovação para o Estabelecimento do Setor de Energia Solar Fotovoltaica no Brasil, que acontece no mês de março de 2011. O evento reuniu academia, governo e iniciativa privada em busca da construção de uma agenda coordenada de ações que levem ao desenvolvimento da indústria fotovoltaica no país. Apesar de estar no caminho certo, o país ainda precisa fazer a lição de casa para aproveitar o pontecial desta fonte energética. Veja abaixo as conclusões.

O contexto - A tecnologia solar fotovoltaica (FV) realmente começa a ganhar maior interesse e mudou sua derivada na curva de aprendizado, os custos serão decrescentes com maior velocidade agora. A conjuntura mundial mudou também, especialmente nos últimos dois anos com a entrada da China de um lado (como importante exportador de sistemas FVs, além do seu amplo mercado) e, de outro, com a interrupção de políticas de subsídios na Europa. Esses acontecimentos fazem com que mercados de países como o Brasil entrem no radar dos fabricantes e explica parte do interesse que se desperta no país recentemente.

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Cemig inicia venda de energia produzida a partir do lixo

Planta de energia limpa gera 2.800MWh por mês

A Cemig já está comercializando a energia gerada por meio do biogás, produzido pela decomposição do lixo e composto por metano (CH4) e gás carbônico (CO2). O contrato de compra de energia elétrica incentivada – fonte alternativa – foi firmado com o Consórcio Horizonte Asja, grupo italiano líder em seu país na produção de energia através de fontes renováveis.

Desde novembro passado, início da operação, a planta de produção de energia alternativa está gerando em média 2.800 MWh por mês. Conforme contrato, a Cemig receberá anualmente, entre 2011 e 2014, 4,9 MW médios, energia suficiente para abastecer, por exemplo, todo o município mineiro de Diamantina nesse mesmo período.

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Usina de Belo Monte já poderia ter gerado energia para um ano

BRASÍLIA – A Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Rio Xingu (PA), se tivesse entrado em operação em 1986, como estava previsto nos estudos iniciais do projeto, que começaram na década de 70, poderia ter gerado em vinte anos mais de 400 terawatts/hora, energia suficiente para suprir toda a necessidade de consumo do país por um ano. O cálculo é do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner.

Hübner falou nesta quinta-feira (24) sobre o projeto de Belo Monte em reunião do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e criticou o argumento de entidades que são contrárias a construção da usina. “Quando se faz uma usina hídrica, é como se tivesse fazendo um crime ambiental absurdo, mas quando faz usina térmica a óleo ninguém se manifesta”.

O diretor da Aneel também argumentou que para gerar com fontes eólicas os mesmos 11,2 mil megawatts que serão produzidos por Belo Monte, seria necessário construir 5,5 mil aerogeradores de 2 mil quilowatts de potência. Segundo ele, isso daria um custo extra de R$ 63 bilhões.

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Energia do planeta pode ser 100% renovável em três décadas

Cientistas afirmam que totalidade do consumo poderia ser completamente de fontes eólicas, solares e hidroelétricas

Os 500 painéis instalados no iate Planet Solar, em Cancun, no México, proporcionam energia suficiente para movimentar o barco

Um polêmico estudo elaborado pelos pesquisadores Mark Z. JacobsonMark A. Delucchi, da Universidade da Califórnia, em Davis, e publicado na revista “Energy Policy”, assegura que 100% da energia consumida no planeta poderia ser obtida de fontes completamente limpas e renováveis em um prazo de três ou quatro décadas. (mais…)


Oásis artificial pode ser início de “floresta no deserto”



Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas".

Pesquisadores ingleses e noruegueses acreditam já dispor de toda a tecnologia necessária para que os oásis no deserto deixem de ser apenas miragens.

A Fundação Bellona, financiada pelo governo da Noruega, acaba de obter autorização do governo da Jordânia para construir o primeiro protótipo de um oásis high-tech.

Floresta no deserto

Sob o pretensioso nome de Projeto Floresta no Saara, a fundação começará, em 2012, a construir seu primeiro oásis, em um terreno de 200.000 metros quadrados, em Aqaba, próximo ao Mar Vermelho.

Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras “florestas”, fundamentadas na alta tecnologia e no aproveitamento dos recursos naturais. (mais…)


Grupo lança selo de energia eólica para produtos

Etiqueta vai diferenciar empresas que usam energia dos ventos na produção das mercadorias

O Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês) anunciou nesta terça-feira (18/1), durante encontro em Abu Dabhi, o lançamento do selo WindMade – criado para identificar produtos fabricados com o uso de energia eólica. A medida é resultado de uma parceria entre a entidade, a organização ambientalista WWF, a fornecedora de aerogeradores Vestas e outras empresas.

A etiqueta é a primeria iniciativa global nesse sentido e tem como objetivo oferecer ao consumidor o poder de escolha por um produto ambientalmente sustentável. O secretário geral do GWC, Steve Sawyer, afirma que a ideia é atender a uma demanda dos próprios consumidores que queiram fazer algo contra a mudança climática. (mais…)


BNDES aprova empréstimo de R$ 1 bilhão para Belo Monte

Dinheiro deverá ser usado para compra de materiais e equipamentos nacionais e pagamento de serviços; obra ainda depende da licença ambiental

A usina de Belo Montem que será feita no Rio Xingu, deve se tornar a terceira maior do mundo

São Paulo – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta quarta-feira que aprovou empréstimo-ponte de 1,087 bilhão de reais ao consórcio Norte Energia (Nesa) para o projeto de implantação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA). (mais…)


Reservatórios de hidrelétricas são ambientalmente benignos, dizem cientistas

A vitalidade do ecossistema do reservatório e o volume de sedimentos não consolidados que enterram os organismos mortos determinam se o equilíbrio dos gases climáticos ficará positivo ou negativo ao longo da vida útil de cada reservatório.(Imagem: EDF)

Gases do clima

Um novo estudo feito por uma equipe internacional de cientistas pode ajudar a recuperar a imagem que tem sido atribuída nos últimos anos aos reservatórios das usinas hidrelétricas.

As suspeitas começaram a ser levantadas há cerca de 10 anos, quando medições feitas em uma hidrelétrica brasileira indicaram que as emissões de CO2 e metano – chamados pelos cientistas de “gases do clima” – dos organismos em decomposição no fundo dos reservatórios poderiam ser responsáveis por até um quarto de todas as emissões de origem humana no planeta.

Agora, demonstrando o risco de se basear em estudos individuais, os cientistas descobriram que os organismos na água e no chão do reservatório capturam mais CO2 da atmosfera do que o próprio reservatório libera na forma de gases de efeito estufa, já convertidos em equivalentes de CO2.

Conclusões errôneas

Os dados do Brasil foram publicados pela respeitada Comissão Mundial de Barragens. O relatório concluiu que os reservatórios das hidrelétricas de todo o mundo seriam responsáveis por entre 1 e 28 por cento das emissões dos gases climáticos do planeta.

O novo estudo foi feito por pesquisadores do instituto europeu SINTEF, com base em dados coletados no Laos em represas com 10 e com 30 anos de idade.

“Nossos resultados no Laos indicam que o número real é muito mais próximo de 1 do que de 28 por cento. As medições no Brasil não levaram em conta a absorção de CO2 pelo ecossistema do reservatório. Entretanto, os resultados atraíram muita atenção e foram usados para tirar conclusões errôneas em nível global,” afirma Atle Harby, cientista sênior do programa de Pesquisas Energéticas do SINTEF.

O ecossistema decide

Os gases climáticos liberados por um reservatório de hidrelétrica se originam do carbono proveniente da decomposição de organismos e matérias orgânicas anteriores à inundação e daqueles trazidos pelos rios ou por fontes humanas.

No entanto, ao mesmo tempo, as algas, o fitoplâncton, o zooplâncton e os peixes que vivem no reservatório passam a absorver CO2 da atmosfera.

“Os níveis de emissões são maiores no início [da vida da represa], mas declinam quando os organismos enterrados estão totalmente decompostos. Nós investigamos também um reservatório de dez anos de idade, no Laos, onde havia um equilíbrio entre a absorção de gás e a liberação,” diz Harby. (mais…)


País pode ter matriz energética renovável

BRASÍLIA – A matriz energética brasileira pode chegar a 2050 com 93% de fontes renováveis, produzindo o triplo do que é ofertado hoje e considerando a tendência de crescimento econômico.

A expansão de fontes de energia eólica, solar, de biomassa, hidrelétrica e oceânica pode garantir 1.197 terawatts-hora, com menor custo de produção e redução significativa das emissões nacionais de gases de efeito estufa.

O cálculo é do Greenpeace, que apresenta hoje (30) o relatório [R]Evolução Energética: Perspectivas para uma Energia Global Sustentável, durante a 16° Conferência das Partes da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), em Cancun, no México. (mais…)


Novo selo de eficiência incentiva construções que economizem energia

São avaliados três itens: cor e material dos revestimentos, sistemas de iluminação e condicionamento de ar. Os critérios variam de acordo com a finalidade do imóvel.

Um selo de eficiência semelhante àquele que indica o consumo de energia elétrica dos eletrodomésticos começa a ser aplicado na construção civil.

Quando entra no banheiro, a secretária Magda Ferreira Alonso já vai com a mão no interruptor, mesmo de dia: “Senão, você não consegue se ver no espelho”, explica.

Na cozinha, mesma coisa. A luz natural é insuficiente porque as janelas são voltadas para a garagem. E a conta de energia vem alta: “O peso maior é a lâmpada”, conta a secretária.

Pra incentivar construções que economizem energia, o Inmetro criou um selo de classificação com cinco categorias em ordem alfabética: Letra ‘E’ para os imóveis menos econômicos até a letra ‘A’ para os mais econômicos, como um edifício comercial em Belo Horizonte.

Janelas amplas permitem a entrada da luz do sol, gramado nas lajes diminui a absorção de calor e reduz o uso do ar condicionado, elevador inteligente: quando alguém aciona, só o que está mais próximo é que se movimenta. Economia que, segundo o engenheiro civil Teodomiro Diniz Camargo, compensa o gasto na construção: “Nesse edifício mesmo, em cinco anos, todo investimento feito pra se conseguir o selo vai ser pago”, explica. (mais…)


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