O seu ambiente de interação sobre energia e tecnologia

Revista Energia Inteligente

A ideia da revista virtual de mesmo nome do blog surgiu como uma forma de darmos continuidade e complementar o projeto que vem sendo feito até agora com a web2.0. Nela teremos textos de autoria nossa, com os quais pretendemos ajudar a tornar as noticias do blog mais acessiveis a todos, dando explicações mais detalhadas sobre diferentes tipos de energia e sobre temais atuais de energia que vem sendo amplamente debatidos.

Em breve, disponibilizaremos nesta página a versão completa da primeira edição da Revista Energia Inteligente.

41 respostas

  1. grupo B2D (contra)

    Energia Nuclear

    A energia nuclear é bem produtiva, mas também é bem destrutiva, porque a tecnologia que existe não é suficiente para controlar tamanho poder. São frequentes os exemplos de acidentes decorridos dessa fonte energética. Sendo o caso mais recente o da usina de Fukushima, Japão, que quase atingiu as mesmas proporções do acidente de Chernobyl , em 1986 , na Ucrânia,segundo a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica).
    Há quem diga que ela não contribui para o aquecimento global, uma premissa verdadeira se analisada superficialmente. Mas deve ser levado em conta não só o modelo didático do funcionamento dela (que não envolve combustão , ou seja não emite carbono). O processo é muito mais complexo , e deve ser levado em consideração todos seus aspectos , desde a construção da mesma, a extração do urânio , os processos de beneficiamento , o transporte entre essas etapas , além de outras. Tudo isso (com exceção da construção) é um processo continuo durante a vida útil da usina .
    Além de tudo, a energia nuclear é mais cara quando comparada às demais fontes de energia pois exige um alto investimento na instalação ,e no armazenamento de resíduo nuclear, devendo ser um local bem protegido e isolado. O resíduo demora milhares de anos para perder seu potencial radioativo, extremamente perigoso , pois provoca anomalias no DNA dos seres vivos , causando mutações genéticas que prejudicam as gerações futuras ,além de potencializar o cancêr.
    Enfim, a energia nuclear ,apesar de ser considerada energia limpa , de fato apresenta riscos que questionam a veracidade desse suposto compromisso com o meio ambiente, na qual não devemos nos esquecer que nos incluímos nele. Por isso, é de suma importância que tomemos consciência de que devemos adquirir um mínimo de conhecimento a respeito do tema , consequentemente , senso critico , para que possamos ter opinião.

    abril 14, 2011 às 1:08 pm

  2. Wesley Salvador da Silva (24)

    Smart Grids: a rede do futuro
    (a favor)

    O consumo de energia elétrica está crescendo de acordo com o aumento populacional, e a infraestrutura energética precisa de algumas transformações para que suporte o número de consumidores. Os Smart Grids, como são chamadas as redes inteligentes, são um novo modelo de distribuição de energia que se utilizam das novas ferramentas tecnológicas atuais, para que haja um consumo mais consciente de energia sem ignorar as questões sociais, econômicas e ambientais.

    Embora a proposta desse sistema seja eficiente, é evidente que existem pontos contestáveis, como por exemplo, até que ponto afetaria a liberdade do consumidor. O sistema poderia limitar abusivamente o uso da energia. No entanto, problemas como este poderiam ser minimizados com a criação de leis.

    A tecnologia por trás desse sistema consiste na utilização de sensores, medidores e outros equipamentos integrados através de modernos softwares para a coleta e distribuição de informações entre concessionárias e consumidores. De posse destes dados, as concessionárias poderiam monitorar constantemente a estrutura da rede, tornando-a mais segura e prevenindo panes; e o consumidor recebe informações cruciais para a melhor utilização da energia.

    Outro ponto importante é a integração de diferentes fontes de energia elétrica, e com uma matriz energética diversificada, reduzem-se as probabilidades de falhas, pois uma fonte pode ser substituída por outra caso seja necessário.

    Desse modo, pode-se perceber que os Smart Grids são uma solução para os problemas gerados pela alta demanda de energia. Sua implantação pode transformar um sistema ultrapassado e insuficiente num modelo de geração sustentável de energia.

    Felipe de Araujo; Felipe Monteiro; Guilherme Cavalcanti; Wesley Salvador. (GRUPO:D1N)

    abril 14, 2011 às 4:58 pm

    • So Nuclear Notes posts a link, and Randal Leavitt thinks that this ctotsitunes an endorsement?Wind is indeed free. If wind turbines were free, one could make a lot of money selling electricity when the wind blows. In actuality, wind turbines are expensive because it takes a lot of steel and concrete to build a machine that can harvest power from a low-energy density source.Given the 3 candidates now remaining in the race, we will have carbon controls in place in the next couple of years. As long as we keep the government from mandating energy technology via a national “renewable energy portfolio standard,” we will then see how the economics of low-carbon wind, nuclear, and carbon capture and sequestration really compare. Should be interesting.

      outubro 12, 2013 às 4:04 pm

  3. Gabriel Botega

    Energias Renováveis

    O homem vem alterando sua obtenção energética através dos tempos, usando a força animal, da água, passando por combustíveis fosseis, radioativos, e agora devido à grande preocupação com o meio ambiente, entramos nas energias renováveis.
    A energia renovável é a energia vinda dos recursos naturais como sol, vendo, maré, chuva e calor (que se restabelecem com o tempo). Porém, alguns problemas são observados nesse tipo de obtenção. Sua implantação é cara e algumas formas de obtenção oferecem riscos ao meio ambiente, como por exemplo as hidrelétricas. A área gasta para instalação de uma hidrelétrica é imensa. Se pode dar o exemplo de Itaipu, que apenas o seu lago ocupa uma área de 1350km². Pesquisas também já apontam que em áreas inundadas que antes eram matas ou florestas, há a decomposição do material orgânico provocando a produção de metano e dióxido de carbono, gases responsáveis pelo efeito estufa.
    Podem ser apontados também problemas oriundos da energia eólica, já que a fonte é variável e ainda não existem boas técnicas para o armazenamento da energia, podendo gerar os famosos Blackouts, sem contar com as “clareiras” que tem de ser abertas para a instalação do campo eólico, para que as máquinas fiquem longe da civilização e áreas de florestas.
    O Brasil vem investindo pesado em outra fonte de energia renovável, o biocombustivel. Biocombustível é todo combustível gerado a partir de origem biológica não fóssil, são exemplos: cana e milho. A produção desse tipo de energia requer muita água para a irrigação das culturas. Outro problema é o grande consumo de fertilizantes nitrogenados ocasionando a liberação de óxidos nitrogenados que são gases do efeito estufa. Também pode-se destacar a possibilidade do aumento do preço dos alimentos devido a substituição do que antes eram plantios de alimentos por culturas próprias para produção de biocombustivel.
    Assim, com a tecnologia presente hoje, as energias renováveis não são a solução para a obtenção de energia sem agredir o meio ambiente.

    Grupo C2D1 (contra)

    abril 15, 2011 às 9:27 pm

  4. João Paulo Reis Dias

    O mundo vem passando por algumas mudanças que necessitam da atenção do ser humano e por isso devemos mudar alguns hábitos que durante muito tempo viemos cultivando.As formas de energia mais utilizadas no mundo vêm contribuindo para o agravamento desses problemas.Por isso devemos pensar em novas formas de energia para suprir nossas necessidades.
    Dentre as principais consequências ambientais do processo de industrialização e do contínuo e progressivo consumo de combustíveis fósseis, destaca-se o aumento da contaminação do ar por gases e material particulado, provenientes da queima destes combustíveis, gerando uma série de impactos locais sobre a saúde humana. Por outro lado há gases cujos efeitos vão para além do local de onde foram emitidos, como é o caso da chuva ácida. A chuva ácida também dissolve os minerais e os nutrientes úteis, como cálcio, magnésio e potássio, antes que as árvores os absorvam. A chuva ácida raramente mata uma floresta totalmente, porém, ela retarda seu crescimento através de anos de degradação do solo. A perda de nutrientes e a exposição às toxinas aumentam as chances de as árvores caírem durante tempestades ou morrerem no inverno.Já que a chuva ácida pode matar animais aquáticos, enfraquecer árvores e decompor rochas, é como se ela pudesse também queimar seres humanos. Mas ela não afeta as pessoas da mesma forma que o faz com peixes ou plantas. A chuva ácida parece uma chuva comum, não há perigo em nadar em um lago ácido. Mas os particulados de nitrato e sulfato da deposição seca podem causar asma, bronquite e problemas cardíacos.
    A mudança global do clima é um outro problema ambiental, porém bastante mais complexo e que traz sérias consequências . Este problema vem sendo causado pela intensificação do efeito estufa que, por sua vez, está relacionada ao aumento da concentração atmosférica de gases que possuem características específicas. Estes gases permitem a entrada da luz solar, mas impedem que parte do calor gerado durante a irradiação volte para o espaço.
    As energias renováveis vêm para tentar sanar,ou amenizar,os problemas anteriormente citados.Dentre as principais formas de energias renováveis estão hidrelétrica, eólica, solar, energia das marés,biomassa.
    Essas formas de energia, apesar do custo de implantação, são eficentes e ao contrário dos combustíveis fósseis não tem efeitos negativos sobre o planeta.
    Uma forma revolucionária,mas não tão nova, de energia que vem obtendo ótimos resultados é o hidrogênio.O mesmo volume de hidrogênio líquido pesa menos e produz quase três vezes mais potência que a gasolina.Se o questionamento dos críticos dessas energias é a desenvoltura,esta aí uma prova de que eles estão errados.
    Pesquisadores da Suíça e dos Estados Unidos desenvolveram um dispositivo que pode transformar a luz solar em combustível. O processo é parecido com a fotossíntese das plantas. O reator usa os raios do sol e um óxido metálico chamado cério para quebrar dióxido de carbono ou água e transformá-los em combustíveis que podem ser armazenados e transportados.
    O reator pode ser usado para criar combustíveis para transporte ou ser adotado em larga escala por usinas de energia, em que o combustível criado a partir de energia solar poderia estar disponível durante todo o dia e noite.
    Como vimos, dispomos de muitas fontes alternativas de energia que podem substituir os combustíveis fósseis ao longo do tempo, basta agora redirecionar os nossos investimentos, tanto econômicos como em termos de pesquisa, para outros horizontes.
    Fica claro que os danos causados pela queima dos combustíveis fósseis chegaram a um ponto irreversível e que antes disso devemos tomar as devidas providências.
    GRUPO : C1D

    abril 16, 2011 às 2:56 pm

  5. Grupo B1N

    Energia Nuclear – a favor

    A energia nuclear, também chamada atômica, é obtida a partir da fissão do núcleo do átomo de urânio enriquecido, liberando uma grande quantidade de energia. A princípio, a energia liberada pela fissão nuclear foi utilizada para objetivos militares. Posteriormente, as pesquisas avançaram e foram desenvolvidas com o intuito de produzir energia elétrica.
    Atualmente os Estados Unidos lideram a produção de energia nuclear, porém os países mais dependentes da energia nuclear são França, Suécia, Finlândia e Bélgica. Na França, cerca de 80% de sua eletricidade é oriunda de centrais atômicas.No Brasil,em 1960,o governo começou a desenvolver o Programa Nuclear Brasileiro, destinado a implantar no país a produção de energia atômica. O país possui a central nuclear Almirante Álvaro Alberto, constituída por três unidades (Angra 1, Angra 2, e Angra 3), está instalada no município de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro. Atualmente, apenas Angra 2 está em funcionamento. Essa fonte energética é alvo de muitos questionamentos devido a sua segurança, o custo de construção e operação das usinas ser muito alto,a possibilidade de construção de armas nucleares e o grande risco de acidentes,gerando ,assim, a reprovação da utilização da energia nuclear por grande parte da população.Porém a energia nuclear apresenta vários aspectos positivos,que podem ser mais relevantes que os negativos ,tais como a sua importância em países que não possuem recursos naturais para a obtenção de energia ,as reservas de energia nuclear são muito maiores que as reservas de combustíveis fósseis, as usinas nucleares possibilitam maior independência energética para os países importadores de petróleo e gás ,não contribui para o efeito estufa,o plutônio,um dos elementos radioativos originado da fissão do combustível nuclear,também é utilizado para combater o câncer , não necessita do alagamento de grandes áreas para a formação dos lagos de reservatórios, evitando assim a perda de áreas de reservas naturais ou de terras agriculturáveis, bem como a remoção de comunidades inteiras das áreas que são alagadas , a energia nuclear é imune à alterações climáticas futuras que porventura possam trazer alterações no regime de chuvas.Com tudo isso podemos concluir que a energia nuclear ,tendo um mau uso, pode causar várias guerras e catástrofes ,mas estudos aprofundados são constantemente realizados e vários pontos ainda vão ser aperfeiçoados de forma que possam garantir segurança para a população.

    abril 17, 2011 às 12:43 pm

  6. Grupo D2D1

    Smart Grid (contra)

    O homem, durante muitos anos utiliza a Dumb Grid (Rede Burra), sem muitas evoluções tecnológicas. Hoje, surge a chamada Smart Grid (Rede Inteligente), o que causou uma grande revolução tecnológica na parte de geração e distribuição de energia. Os EUA gastaram bilhões de dólares para instalar essa rede em algumas partes de seu país. O Brasil tenta fazer a mesma coisa!
    Porém, entra a discussão: será que essas redes, apesar de todos os benefícios em termos de economia de energia e preservação do meio ambiente, valem tanto a pena?
    As grandes empresas de energia poderão monitorar todas as atividades de cada família que fizer parte das redes inteligentes. Elas saberão quando você está em casa, quando você dorme, quando você toma banho, ou seja, quase um Big Brother. E ainda tem mais: se por acaso a demanda de energia for muito alta, essas corporações poderão cortar a sua energia quando quiserem, a fim de diminuir a sobre carga do distribuidor. Elas poderão cortar a energia do seu ar condicionado, do seu chuveiro, ou de qualquer outro aparelho eletrodoméstico de sua casa.
    Isso tudo seria péssimo, você não acha?? Não acaba por aí: imagine que um grupo de hackers planeje assaltar a sua casa. Se eles conseguirem acessar ao computador dessas empresas, eles saberão exatamente a sua rotina e, assim, poderão decidir a melhor hora para te roubar. Outro exemplo importante: os hackers, se conseguirem esse acesso, poderão fazer o que quiserem com a rede elétrica de uma região, causando blecautes e diversos outros crimes.
    Pode ser que essas empresas tenham um sistema de segurança da mais alta tecnologia, mas quem nos garante que um dia elas não poderão ser invadidas?

    abril 17, 2011 às 12:58 pm

  7. Grupo B1N

    Energia nuclear a favor

    Os caminhos do progresso para a energia nuclear são árduos e longos, projetam-se por etapas no espaço da razão coletiva. Ser contra a energia nuclear, hoje, é quase o mesmo comportamento daqueles que se voltaram contra a eletricidade há 140 ou 130 anos atrás. As progressões científicas, entretanto, dão saltos geométricos.
    Para muitos países, a energia nuclear foi um caminho para garantir a segurança e a diversidade de seus suprimentos de energia. Nos anos 70, a preocupação com a falta do fornecimento de petróleo foi a causa mais importante da expansão da energia nuclear em países como a França e o Japão. Hoje, a França tem 78% de sua energia elétrica gerada por reatores nucleares e o Japão, 30%.
    No caso do Brasil, a hidroeletricidade pesa em torno de 72%, a termoeletricidade aproximadamente 19%, as usinas de Angra 1 e Angra 2 participam com 5%. Angra 3 virá acrescentar uma etapa importante e essencial. Representa o reinício de uma caminhada.
    No momento, a energia nuclear é mais cara do que a hidrelétrica na fonte de produção. A tarifa nuclear hoje não é competitiva na origem. Mas passará a ser dentro de pouco tempo. Ela substitui a poluição que causa problemas indiretos enormes. Além disso, é um salto para o futuro.
    A energia nuclear pode ser utilizada agora e no futuro para atender a uma demanda crescente por energia econômica, segura, com fornecimento de longo prazo e sem impactos ambientais adversos.
    Diversificar as fontes e os fornecedores é essencial contra possíveis flutuações nos preços dos combustíveis fósseis e na falta de suprimento.

    abril 17, 2011 às 1:04 pm

  8. Grupo B1N

    Energia Nuclear a Favor

    O acidente de Chernobyl em 1986 foi claramente um retrocesso para a energia nuclear. Muitas vidas foram perdidas. Milhares tiveram problemas de saúde, com significativos impactos ambientais e sociais. O acidente, ocorrido em 26 de abril de 1986, foi resultado de erros na operação de um reator nuclear que possuía algumas características de projeto inadequadas. Mesmo assim, hoje se sabe que, para causar o acidente, os operadores do reator violaram regras básicas de segurança. Entretanto, esse evento também propiciou inúmero de estudos que levaram a melhorias significativas na segurança nuclear.
    Projetos de reatores modernos podem atingir um risco muito baixo de acidentes sérios, mas melhores práticas na construção e na operação estão sendo consideradas essenciais. A confiança do público precisa ser aumentada.

    A energia nuclear é uma tecnologia madura, com mais de meio século de experiência operacional. Melhorias significativas já foram introduzidas na confiabilidade das usinas nucleares, assim como na redução dos seus custos operacionais e no aumento da segurança.

    abril 17, 2011 às 1:05 pm

  9. Ana Carla Olenka

    Até 2035 a demanda por energia dever crescer cerca de 35% e os países emergentes serão os maiores responsáveis por esse aumento. Dentre eles, a demanda brasileira está crescendo a cerca de 8%. A base energética do país ainda são as hidrelétricas, porém será necessária a expansão das fontes energéticas.

    Nosso potencial hidrelétrico ainda não explorado encontra-se na região Norte. Porém, torna-se inviável na prática a transmissão de energia para regiões do Sul e Sudeste, maior pólo consumidor, devido a acidentes e interrupções durante o processo de transmissão. Também a exploração hidrelétrica lá não é compatível com a geografia da região, pois os rios são planos e suas águas apresentam baixa velocidade.
    Assim, para instalar uma hidrelétrica seria necessária grande alteração do ecossistema local, o quê deve ser evitado, especialmente na região amazônica.

    A energia nuclear aparece então como uma das melhores alternativas. Além de poder ser instalada próxima da região consumidora, não depende de fatores do ecossistema local e ainda produz de 5 a 33g de gás carbônico- direta e indiretamente- a cada KWh gerado; valor semelhante ao produzido por hidrelétricas (4 a 36g/KWh) e inferior à eólica e a solar, cujas emissões são de 10 a 38g/KWh e 78 a 217g/KWh, respectivamente, conforme documento feito pela ABEN (Associação Brasileira de Energia Nuclear). No caso brasileiro, ainda temos grande oferta de urânio, principal matéria-prima dos reatores; temos a 6ª maior reserva mundial e temos apenas 1/3 do território prospectado.

    O uso de elementos radioativos para gerar energia sempre esteve associado à ideia de perigo, até mesmo pois o mesmo processo de reação em cadeia foi usado na 2ª Guerra Mundial para formar a bomba atômica. Porém esse é um medo infundado já que o enriquecimento da matéria para gerar energia fica entre 2,5% e 3,5% apenas e todo o processo é estritamente controlado para impedir riscos, enquanto que para formar uma bomba é necessário enriquecimento de mais de 90%.

    As usinas nucleares estão preparadas para lidar com incidentes que possam vir a acontecer. Em relação a vazamentos e explosões, são injetados nos reatores barras de grafite para absorver os nêutrons e impedir a continuidade da reação, controlando a situação. Além disso, os reatores são altamente protegidos: o reator fica confinado em local resistente de concreto e aço a fim de blindá-lo.

    Quanto aos rejeitos radioativos gerados, a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) garante que há soluções técnicas disponíveis para o descarte adequado, porém falta aproximação internacional para resolver o problema de uniformemente entre os países. Atualmente o lixo produzido é descartado conforme uma escala de contaminação: baixa, intermediária e de alta. Os dos dois primeiros níveis (roupas e peças metálicas por exemplo) são colocados em barris e estocados, no caso de Angra, em galpões dentro de rochas ao lado da usina, que sempre são vistoriados. Porém essa solução é temporária e o país já prevê um local definitivo para alocar esses materiais. Os de alta radioatividade, subprodutos do combustível, são colocados em piscinas sob mais de 10m de profundidade, com a água servindo de blindagem. Para diminuir a produção do lixo radioativo, propõe-se o reaproveitamento do combustível. O Brasil ainda não utiliza essa técnica, ao contrário de países como França, Índia e, mais recentemente, a China. Segundo especialistas, cerca de 90% elemento retirado do reator poderia ser reprocessado.

    A segurança hoje é a palavra-chave no que tange o desenvolvimento de tecnologia nuclear. A partir também do uso de novos reatores de 3ª Geração- que já estão em construção como os modelos AP1000 e o EPR- a produção de energia nuclear poderá se tornar mais eficiente, mais segura e gerar menos rejeitos. Há projetos que aumentariam em cerca 30 anos a vida útil de um reator, segundo pesquisadores britânicos do Imperial College London e da Universidade de Cambridge, já que esse usaria peças substituíveis. Conforme o mesmo estudo, “reatores flexíveis” podem ser instalados em navios e fornecer eletricidade para o continente em regiões litorâneas. O mesmo poderia ser feito com reatores submarinos, ainda em teste na França. Eles são mais seguros, pois estão menos sujeitos a ação de fenômenos climáticos.

    Hoje podemos comemorar, por exemplo, por haver carros e aviões, mas devemos considerar o quanto de risco já não se correu para que hoje pudéssemos ter transporte cada vez mais eficiente e seguro. E o mesmo ocorre com o desenvolvimento da tecnologia nuclear. Os problemas existem e devem ser resolvidos. A energia nuclear se apresenta como a melhor saída para os problemas energéticos atuais bem como diante do aquecimento global, que muito nos ameaça.

    Grupo B3D – Energia Nuclear a favor

    abril 17, 2011 às 1:12 pm

  10. Edson Miranda da Paz

    Energia Nuclear: A favor

    Dentre as variadas formas de obtenção de energia utilizadas na atualidade, a que vem sido considerada como a mais promissora é a energia nuclear por fatores como eficiência, espaço para construção e por emitir quantidade extremamente pequena de gases nocivos à atmosfera.

    O princípio de obtenção desse tipo de energia baseia-se na fissão controlada de átomos de núcleo pesado (principalmente de urânio e plutônio), que ao terem o seu núcleo bombardeado com nêutrons, dão início a um processo de divisão do núcleo gerando átomos menores liberando junto com essa divisão energia para o ambiente sob a forma de energia cinética, aumentando a velocidade dos novos átomos e conseqüentemente a temperatura do reator onde a reação ocorre, de forma que a água utilizada para refrigerar o reator evapora e começa a movimentar turbinas que transformam essa energia cinética contida no vapor de água em elétrica para o abastecimento do local onde a usina está instalada.

    VANTAGENS

    Dentre os motivos que levam um país a optar pela construção de usinas nucleares estão principalmente:

    • Espaço:
    Diferentemente de algumas formas de obtenção de energia como a eólica ou a hidrelétrica as usinas não precisam de uma área muito vasta para sua implantação, podendo ser construídas na própria área de consumo (diminuindo drasticamente o desperdício de energia em cabos de transmissão e também os gastos com a compra dos mesmos). Ainda com relação ao espaço a energia nuclear ainda garante outros pontos à frente das usinas hidrelétricas, que causam grandes impactos ao ambiente pelo fato de inundar grandes áreas para construção dos reservatórios (áreas essas que abrigam pessoas e animais) e das usinas eólicas que geram grande poluição sonora próximas aos aerogeradores e visual, além do fato de que ambas causam a ocupação de terras que também poderiam ser destinadas ã produção de alimentos.

    • Emissão insignificante de gases poluentes à atmosfera:
    Devido ao fato de a energia produzida não necessitar de processos de combustão a energia nuclear mostra-se como uma fonte limpa de energia de grande aliada no combate ao aquecimento global (que é um dos grandes problemas da atualidade e necessita de soluções rápidas e eficazes), o que é o extremo oposto dos combustíveis fosseis, causadores da maior parte da poluição atmosférica e tal fato fez com que a energia nuclear, antes vista com desgosto por ambientalistas, seja hoje reconhecida por grande parte deles como boa alternativa a tal problemática. Sob um ponto de vista econômico a questão dos combustíveis poder ser substituída pelas usinas nucleares se mostra totalmente viável também pelo fato de que grande parte das reservas de combustíveis fósseis encontra-se em países cuja desestabilidade política acaba interferindo de forma negativa na economia mundial, visto que grande parte do mundo depende dessa fonte de energia. Um fato interessante é pouco citado que as hidrelétricas não são fontes tão “limpas” de energia, já que também poluem a atmosfera com a emissão de metano (mais nocivo do que o CO2) decorrente da decomposição de matéria orgânica que submersa nas áreas inundadas que compõem os reservatórios, mas sendo muitas vezes mais “limpa” que os combustíveis fósseis.

    • Rendimento energético:
    A eficiência energética de uma fonte também é um dos critérios mais importantes para avaliação dela sobre as demais visto que a demanda mundial por energia tende a aumentar juntamente com o desenvolvimento tecnológico e nisso a energia nuclear tem a seu favor o fato de sua eficiência ser bem alta e independente de fatores climáticos como acontecem nas hidrelétricas, que dependem do volume de rios ou nas usinas eólicas, que dependem da força dos ventos (nem sempre satisfatórias). Somado a isto vem que a mesma quantidade de energia produzida por muitos quilos de combustíveis fósseis equivale a apenas algumas gramas de urânio, o que implica em menor volume de gases poluentes emitidos na atmosfera caso essa nova energia venha a substituir os combustíveis provenientes de hidrocarbonetos. A eficiência energética de uma usina nuclear também é muito superior a energia solar, visto que a captura de energia pelas placas ainda não é muito satisfatória para ser utilizada em grande escala (fora o fato de que materiais tóxicos são utilizados na fabricação das células fotovoltaicas).

    • Possibilidade de reutilizar o combustível nuclear:
    Logo após o fim da reação, os subprodutos da mesma ainda possuem uma parte utilizável que pode ser obtida através do reprocessamento desses materiais, no qual mais de 60% desses subprodutos ao ser reprocessado é automaticamente mandada do volta para o reator. Isso garante a possibilidade de aumentar o tempo de duração das jazidas além de diminuir a quantidade de material radioativo a ser guardada em depósitos.

    • Proporciona desenvolvimento de várias áreas tecnológicas:
    A necessidade de fazer as usinas nucleares cada vez mais seguras para resistir aos diversos tipos de impactos causados pelo homem ou pela natureza e oferecer o mínimo de perigo possível faz com que muitos de seus protocolos de segurança fiquem cada vez mais exigentes, o que possibilita a implementação da tecnologia utilizada para o controle de usinas em áreas como a medicina (no uso de radiação para diagnóstico e tratamento de doenças e a radioesterilização de instrumentos cirúrgicos), agricultura (com a utilização de técnicas como a irradiação de alimentos que previne o brotamento, retarda a maturação e aumenta o tempo de conservação dos alimentos facilitando a forma de armazená-los e evitando a transmissão de doenças causadas por parasitas), entre outras.

    • Destinação de resíduos:
    A quantidade de rejeitos produzidos por uma usina nuclear é extremamente pequena (aproximadamente 4% do combustível utilizado) e pode ser armazenada de forma segura. Estudos vêm sido realizados com o intuito de diminuir o tempo de permanência dos rejeitos em depósitos utilizando a transmutação de componentes dos mesmos em elementos de meia-vida menor para que possam ser liberados na natureza quando os seus índices de contaminação sejam incapazes de gerar algum problema ao ambiente e tem obtido sucesso.

    A respeito desses rejeitos, um de seus componentes, o Plutônio, gerado junto com demais resíduos pode ser utilizado de forma útil como combustível para satélites e outros veículos como nucleares como alguns submarinos e navios, em pesquisas científicas e não apenas com os fins bélicos (que grande parte das pessoas acredita ser a principal finalidade). Apesar de o mesmo servir de material para a construção de bombas atômicas, existem protocolos de segurança que dificultam a obtenção de plutônio para fins bélicos por terroristas, de modo que é praticamente nula a chance de ver um grupo terrorista em posse de uma bomba nuclear.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    Dentre os vários fatores citados acima é de se esperar o aumento da utilização desse tipo de energia e das pesquisas relacionadas à melhoria da mesma. Um exemplo claro disso é que está em fase de desenvolvimento (com previsão de testes em 2016) um projeto de criação de um novo tipo de reator para a obtenção de energia utilizando o processo de fusão de átomos de hidrogênio assim como a que ocorre no Sol, o que resultaria em uma energia totalmente limpa e renovável, pois o hidrogênio é um extremamente abundante na atmosfera e o subproduto dessa reação seria o hélio (um gás inerte e atóxico). Tal acontecimento, e não deve ser esperado com muita ansiedade e só será possível com maiores investimentos nesse ramo de energia, podendo resultar na substituição nas usinas de fissão pelas de fusão.

    O fato é que essa forma de produção de energia não deve substituir todas as outras formas (exceto os combustíveis fósseis, principalmente o carvão mineral, cujo uso é inviável devido aos grandes problemas ambientais gerados pelo mesmo), pois elas se complementam já que o crescente desenvolvimento das novas tecnologias tende a aumentar a demanda energética mundial a cada ano e cada possibilidade de produzir energia em larga escala de modo que seus impactos sejam pequenos deve ser altamente explorada a fim de evitar um futuro déficit de energia disponível para consumo.

    Grupo B3D

    abril 17, 2011 às 1:45 pm

  11. Carlos Alberto

    Pré-Sal (à Favor).
    Grupo:E1D2

    A descoberta do Pré-Sal é um achado muito valioso para o Brasil,não somente para a economia,mas também no desenvolvimento em geral do país.Muitos especialistas afirmam que tal descoberta dará uma grande oportunidade ao Brasil de desenvolver suas tecnologias e sua formação de profissionais que terá de se especializar em exploração de águas ultra-profundas.
    Parte do capital gerado através do Pré-Sal poderá ser utilizado para financiar programas do governo, assim como os esportes e a cultura.
    O Brasil ficará em uma ótima situação com relação à OPEP(Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e por ser um país em desenvolvimento, poderá continua crescendo cada vez mais.
    Numa época onde o mundo já está se preocupando com a escassez das fonte energéticas, descobrir o Pré-Sal é um achado que poderá trazer muitos benefícios.

    abril 17, 2011 às 2:10 pm

  12. Belo Monte (contra)

    Até os dias de hoje, a construção da usina belo monte vem causando polêmicos debates entre as pessoas do Brasil inteiro. Alguns dizem que será benéfico para o país, mas em contrapartida, outros dizem que essa construção causará grandes impactos na fauna e flora brasileira além de prejudicar a vida de muitos grupos indígenas. Por se tratar de uma usina hidrelétrica, a Belo Monte necessitará de grandes áreas para serem alagadas depredando as florestas e animais da região, gerando um grande desequilíbrio ecológico, podendo haver a extinção de muitas espécies nativas da região.

    Além disso, os grandes gastos necessários para a construção desta usina poderão não ter os retornos desejados, visto que a mudança na vazão do Rio Xingu poderá fazer com que a mesma não gere a energia esperada, transformando-a em um fracasso. Outra polêmica envolvendo Belo Monte é o destino de sua energia (sudeste do Brasil). Muitas pessoas não concordam que a energia gerada na usina não seja utilizada para o desenvolvimento da região, mas sim, para os interesses capitalistas de empresas que cada vez mais só pensam em lucrar e lucrar.

    Apesar da preocupação de alguns grupos ambientalistas estarem preocupados com os impactos na natureza, com a extinção de animais e consequentemente com a mudança dos hábitos alimentares dos índios já que os mesmos se alimentam do que plantam e caçam além da mudança de vida das populações ribeirinhas com as obras em andamento, algumas pessoas não estão ligando para tais fatos, elas estão pensando igual às empresas, querem a Belo Monte em pé para poderem ganhar mais dinheiro.

    Enfim, concluímos que a construção da usina de Belo Monte trará de imediato, mais problemas do que soluções. Com isso, acreditamos que esta obra deva ser repensada pelos envolvidos no projeto, sendo incluídos no mesmo mais responsabilidade social e ambiental, para que nosso país não perca ainda mais sua área verde e seus poucos índios que ainda carregam as raízes da nossa sociedade.

    abril 17, 2011 às 3:45 pm

  13. A1N

    Belo Monte-A favor

    No cenário de desenvolvimento energetico no Brasil existe um grande impasse, pois, há uma necessidade de se obter mais energia a médio prazo, o que torna a construção de uma hidrelétrica um evento bem útil. Porem, a instalação de um hidrelétrica provoca uma grande interferência, com uma serie de impactos ambientais, que devem ser levados em consideração. A obra é necessária, contudo, deve-se trabalhar em um projeto que seja capaz de minimizar seus impactos ambientais e sociais. As reinvidicações de moradores da região afetada devem ser ouvidas, e quando possível atendidas, entretanto, não é vantajoso adiar mais tal obra, tendo em vista que, a demanda de energia vem aumentando, e no futuro esta continuará sendo necessária.
    A usina de Belo Monte vem sendo citada constantemente em jornais e noticiários,e isto se deve ao fato de sua localização, próxima a reservas indígenas,e embora a FUNAI e o IBAMA tenham liberado a construção desta hidrelétrica, ONG’s locais e os próprios indígenas recentemente buscaram apoio em órgãos internacionais alegando que não foram ouvidos e que suas reclamações passaram despercebidas.No entanto pouco é noticiado de que as tais terras indígenas ,que serão alagadas, estão completamente desocupadas,embora façam parte de reservas elas não são utilizadas,e por isso os índios que moram nestas reservas nem mesmo terão que se mudar(o que não pode ser feito sem votação no congresso nacional).
    E devido a tais reclamações surgem questionamentos se tal obra é realmente necessária.A usina de Belo Monte será a 3ª maior geradora de energia,o que poderá acabar completamente com os riscos de apagões nacionais,o que caso fossem utilizadas outras fontes de geração de energia seriam conseguidas apenas com uma grande poluição ambiental,e embora muitas hidrelétricas inundem grandes quantidades de terra,esta usina estará livre deste fardo,devido ao fato de que a maior parte das terras alagadas já sofrem sacas constantes nas épocas de chuva e por isso as cidades tem muita pouca infra-estrutura;no entanto isto será remediado pela construção da usina que trará as cidades próximas mais tecnologia e conforto aos seus habitantes,além de empregos e melhorias para as cidades.
    Outro aspecto positivo da construção de Belo Monte é a significativa criação de empregos, aliado a um retorno financeiro, seria uma tentativa de se promover o desenvolvimento sustentável da região. A questão da fauna está sendo cuidadosamente analisada, para minimizar os efeitos sobre a piracema, a ideia é criar uma escada de peixes, o curso original do rio também será mantido, já que ele não irá secar. O estudo a respeito das populaçoes indigenas afetadas leva em consideração uma divisão em quatro grupos, para facilitar a adaptação do projeto de modo que os prejudiquem o minimo possivel.

    Grupo:Ana Betriz Bergo
    Polyana Reis
    Taís Lacerda
    Talles Santos
    Thaís Almeida

    abril 17, 2011 às 4:36 pm

  14. Luccas Batalha

    E1D2 (A favor do Pré-sal)
    Recentemente a Petrobras confirmou a presença de enorme quantidade de petróleo em uma camada da Terra chamada pré-sal, existente no fundo do mar. Esta nova reserva foi encontrada no Campo de Tupi, no litoral paulista, e tem capacidade para encher 100 bilhões de barris de petróleo e gás natural. Além desta, a Petrobras já encontrou indícios de petróleo na camada pré-sal da costa brasileira desde Santa Catarina até o Espírito Santo.
    Mas afinal, o que é Pré-sal? O pré-sal é uma das camadas da Terra, localizada entre 5 e 6 mil metros de profundidade da superfície do mar, a 400 km da costa. Ao que se sabe, possui 800 km de extensão e 200 km de largura. Formada por rochas porosas, o petróleo e o gás penetram esta camada e mantêm-se armazenados sob altíssima pressão.
    Explorar essa nova fonte de petróleo vai ser um grande desafio para o Brasil, já que quase toda a tecnologia é nova, experimental ou ainda nem foi desenvolvida. De um certo modo, isso é bom, pois a riqueza, o dinheiro e o combustível que virão do Pré-Sal vão ser um grande estímulo para o desenvolvimento científico no Brasil.
    O petróleo não vai durar pra sempre, mas com certeza a descoberta do Pré-Sal vai ser muito positiva para o Brasil, pois além do progresso tecnológico que vai trazer e obviamente do dinheiro, vai trazer também milhares de empregos.
    Os especialistas preveem que até 2020, sejam criados 500.000 empregos diretos e indiretos com a exploração do Petroleo no Pré-Sal. Estes empregos vão vir de diversas áreas diferentes, sendo necessários profissionais de diversas especialidades.
    A exploração de petróleo em Tupi tem como meta a produção diária de 100 mil barris, o equivalente a 5% da produção nacional. Segundo o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, o Brasil saltaria do 24º lugar para a 8ª ou 9ª posição no ranking dos países com as maiores reservas de petróleo e gás no mundo.O melhor mesmo é a chance de deixar de importar óleo, o que, teoricamente, reduziria os preços de seus derivados à população, principalmente a gasolina. Atualmente a Petrobras vem investindo bastante na produção e publicidade do biocombustível como combustível ecologicamente correto e economicamente satisfatório. O governo Lula também não fez por menos e leva o presidente a diversos lugares do mundo com o intuito de convencer a população mundial dos benefícios de importar biocombustível brasileiro.
    A nova presidente Dilma Rousseff sabe da importância e pretende seguir a política de valorização iniciada por Lula,em discurso na convenção do PT, Dilma Rousseff, destacou a necessidade de apostar no pré-sal. Segundo ela, o país não pode continuar ser um exportador apenas de óleo cru.
    O pré-sal é o nosso passaporte para o futuro. Seus recursos não devem ser gastos apenas a gerações presentes. É preciso fazer uma poupança para as gerações futuras. Não dá mais para adiar essa reforma , necessidade vital apara corrigir equívocos e distorções, dar transparência às instituições, para fortalecer os partidos, estimular o debate público.
    A importância do pré-sal já foi assimilada de uma maneira correta por todo pais, se blindando contra o assedia estrangeiro e pensando em buscar a maior parte do lucro para o pais, mais além disso é preciso pensar em investimentos que realmente se transformem em melhorias para o país.Iniciativas como o PNE que pretende destinar parte do lucro obtido para educação tem que ser levadas a sério, para um melhor aproveitamento da exploração do pré-sal.

    abril 17, 2011 às 4:51 pm

  15. Daniel Carracci Ferreira

    Daniel Ferreira

    Grupo: C2D2 – Energias Renovaveis – contra

    Alternativas para os combustíveis fosséis: Uma boa idéia? Sim.Uma realidade? Não.

    A questão das energias renováveis é complicada. Atualmente, os combustíveis fósseis “movem” o mundo, sendo responsáveis por grande parte da produção energética. Infelizmente, esses combustíveis não são renováveis a um prazo aceitável, além de que seu uso indiscriminado produz diversos gases que poluem o ambiente. Devido a esses problemas, buscam-se alternativas renováveis a todo o momento, com o desenvolvimento de novas tecnologias e a utilização de outros recursos naturais, como a luz solar, os ventos e os rios. Tudo então parece muito fácil, pois então basta substituir a produção de energia por combustíveis fósseis pela produção através de recursos renováveis, e tudo está resolvido. Mas na prática é muito diferente.

    Peguemos por exemplo o caso dos automóveis. O motor a combustão interna é o mais usado e ele utiliza geralmente gasolina, etanol ou diesel. A gasolina é um combustível fóssil e polui o ambiente, assim como o diesel. Já o etanol é um recurso renovável, já que é produzido através da cana-de-açúcar ou do milho, geralmente. Contudo, esse combustível também polui a atmosfera, além de que as plantações para produzi-lo desgatam o solo por ser uma monocultura. Logo é preciso novas ideias para suprir a futura falta de combustíveis.
    Uma opção que vem ganhando força é a do carro elétrico por não poluir o ambiente. Entretanto, uma série de problemas torna-o inviável por enquanto. Primeiro que o carro fica extremamente pesado, pois os componentes ainda são grandes. Há ainda a questão da autonomia: o carro elétrico atual tem uma autonomia muito baixa, o que limita seu uso para apenas dentro da cidade. E por último podemos destacar a questão do preço, pois como esse tipo de carro usa uma tecnologia avançada, o custo dele é muito alto, ou seja, poucas pessoas poderão tê-lo a curto prazo.

    Esse é só um exemplo de como as energias renováveis precisam ser aprimoradas se quisermos utilizá-las no lugar das não-renováveis. Mas, de fato, é preciso que haja investimentos em pesquisas de como melhorar os sistemas já utilizados, bem como criar novos dispositivos, que deverão ser capazes de dar conta das necessidades num futuro próximo.

    abril 17, 2011 às 8:22 pm

  16. Pedro Henrique Duarte Vidal

    Bem-vindo ao Smart Grid – uma máquina de dinheiro financiado pelo governo americano, inicialmente financiada com um montante de US $ 3,4 bilhões com a Lei de Recuperação e Reinvestimento de 2009 e previsto para custar US $ 11 bilhões até 2011 – montante suficiente para levar para todas as casas americanas cabos de fibra óptica, possibilitando uma utilização efetiva por todos, de internet e televisão a cabo.

    Outro problema a ser observado é o efeito da demissão de um grande número de trabalhadores, mesmo sendo inevitável, os governos que atendem ou que irão atender ao Smart Grid deveriam criar novas formas de empregos para futuros desempregados. Não sou contra a introdução de novas tecnologias, mas antes disso deve-se introduzir novos conceitos aos trabalhadores em atividade, para que eles se mantenham em atuação no mercado.

    Enfatiza-se tambem dificulades para implantação do Smart Grid que incluem além dos padrões da falta de segurança do sistema, um aumento no campo magnético gerado por um maior uso de aparelhos sem fio. Esse aumento pode interferir na vida do planeta pois qualquer alteração nas condições naturais, podem levar a extinção de espécies de animais e plantas, e alterações em fenômenos naturais.

    Tambem, como pontos negativos, os altos custos realizados, como uma alta no custo das contas de energia, além da dificuldade da boa utilização da tecnologia por boa parte da população, e uma adversidade para aplicação do Smart Grid em países com problemas de desenvolvimento.

    No Brasil, por exemplo, tecnologia é o que não falta, de acordo com o presidente da Associação das Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações (Aptel) e chefe de gabinete da presidência da Eletrobrás, Pedro Luiz de Oliveira Jatobá, que também afirmou que a proposta da Eletrobrás é organizar a sociedade por mecanismos de discussão com o objetivo de chegar a um programa brasileiro de Smart Grid. “Tecnologia e planejamento quando não andam juntos dão problema, e se o governo não discutir isso de forma participativa corremos o risco de o Smart Grid dar errado no Brasil”, afirma categoricamente.

    Grupo D2N

    abril 17, 2011 às 8:25 pm

  17. Brayan Gasparoni

    Recém descoberto, o pré-sal vem sendo anunciado como o salvador da economia nacional, uma fonte de riquezas sem precedentes. Porém, na prática, tudo é menos incrível que na teoria. Para que possa ser explorado, ele necessitará de um investimento que representa quase a metade do Produto Interno Bruto brasileiro em algo que não tem sua produtividade absolutamente comprovada e de onde dúvidas aparecem quando as questões dizem respeito à durabilidade e/ou capacidade de exploração são freqüentes e se mostram pertinentes. Investir no pré-sal só será uma aplicação completamente segura quando soubermos exatamente o que esperar de tal camada de petróleo e soubermos se sua extração será viável mediante a tecnologia dos dias de hoje.

    Além disso, outras duas óticas são observadas nesse tema: uma se refere aos problemas que dizem respeito aos investimentos e por que não à ganância dos estrangeiros, aliada à forma como o Brasil irá administrar a exploração e os ganhos advindos do pré-sal. Os principais países desenvolvidos já não têm muitas reservas de petróleo. Assim, empresas estado-unidenses, européias e asiáticas viriam também explorar nossas reservas, acelerando o processo de extinção das já dúbias reservas encontradas. Nosso país também ficaria mais visado internacionalmente se tornando um dos membros mais importantes da OPEP, estando dessa maneira mais vulnerável a uma possível incursão militar por parte de outra(s) nação(ões). Ainda pelo ponto de vista econômico e de defesa, podemos citar que os bilhões de dólares que seriam aqui investidos poderiam causar uma sobrevalorização do real, o que dificultaria exportações a longo e possivelmente médio prazo. Outra discussão é a respeito dos royalties, e a mesma mostra que uma boa parcela dos recursos provenientes não será investida em obras sociais ou de desenvolvimento e infra-estrutura. Tal acontecimento certamente será um grave empecilho para o país quando acabar a exploração do pré-sal, pois as cidades que crescessem devido às riquezas do petróleo ficariam repentinamente sem sua maior fonte de renda, entrando em acentuado e dificilmente reversível declínio. E, por outra visão, a criação de uma nova estatal nos faz perguntar se ela é realmente necessária, visto que a Petrobras pode administrar o pré-sal, e se não se trataria de uma forma de criar novos “empregos de cabide”.

    Por fim, a grande contradição do pré-sal. No mundo contemporâneo, é notável que a busca por energias alternativas, renováveis e limpas tornou-se uma obsessão necessária devido aos recentes acontecimentos, como o aquecimento global e as catástrofes ambientais que vêm ocorrendo devidas ao mesmo. Nosso país é, inegavelmente, um líder mundial quando se trata de energias renováveis, criando e aperfeiçoando tecnologias como o álcool combustível e a biomassa. Se de repente o Brasil abandonar a vanguarda das pesquisas dessas formas menos agressivas de produzir energia devido à descoberta do pré-sal, não só perderíamos algum respaldo internacional como estaríamos deixando de ajudar todo o planeta e prestando um desserviço ao meio-ambiente. Lembramos também que essa obra de grande porte é passível de tornar-se uma catástrofe maior do que a ocorrida no Golfo do México no ano passado, quando milhões de litros de petróleo vazaram, destruindo ecossistemas inteiros e com eles diversos formas de vida. Também, as emissões de gases poluentes provenientes desse petróleo agravariam ainda mais a já delicada situação de nossa atmosfera. As novas tecnologias, como o carro elétrico e outras fontes de energia que substituam os combustíveis fósseis são, aparentemente, a única solução viável para a sustentabilidade da Terra no século XXI.

    Assim concluímos que o pré-sal pode ser explorado, mas não é de forma alguma a solução para a situação econômica e até energética do Brasil, ou do mundo atual.

    Grupo E2D1 – Pré-Sal (Contra)

    abril 17, 2011 às 8:30 pm

  18. Rodolfo Viana

    Aspectos negativos das fontes de energias renováveis

    As fontes de energia podem ser divididas em dois grupos principais: permanentes (renováveis) e temporários (não-renováveis). Em princípio, as fontes permanentes são aquelas que têm origem solar. Ainda assim, o conceito de renovabilidade depende da escala temporal que está a ser utilizado e os padrões de utilização dos recursos. A muito se vem estudando formas de amenizar ou erradicar o uso das energias não-renováveis ou de energias que poluam e desgastem muito o meio ambiente. O mais esperado pelos ambientalistas e parte dos estudiosos do assunto é que erradiquem o uso desse tipo de energia em prol do uso de energias renováveis.

    Embora não poluentes(em sua maioria), as energias renováveis não estão isentas de impactos negativos na natureza e, assim, à população. Muitas vezes, acarretam um enorme impacto ambiental e social. Por exemplo, um complexo hidrelétrico de grande dimensão ou um parque eólico comprometem seriamente o ambiente das zonas onde estão implantados. Algumas formas de captação de energia podem também não ser economicamente viáveis e seu balanço energético pode ser negativo. Por exemplo: em teoria é possível aproveitar a energia das correntes oceânicas, mas na prática, a energia necessária para construir, colocar e manter uma turbina para o efeito desejado poderia exceder àquela que dali adviria. Como exemplos de Fontes de energia renovavam temos:

    Energia geotérmica ou geotermal é a obtida a partir do calor interno da Terra. É um recurso que pode ser aproveitado em locais com atividade vulcânica, onde existam águas ou rochas a temperatura elevada, e em zonas onde seja possível atingir estratos magmáticos. O calor provoca a evaporação de grandes quantidades de água nas camadas profundas do solo e a sua saída violenta para a superfície. Essa grande quantidade de vapor que sai é usada para girar turbinas e, assim, gerar energia elétrica. Na teoria isso funcionaria muito bem, mas na prática faltam locais com potencial geotérmico, e eles são rapidamente esgotados se usados a uma taxa muito elevada; saem cheiros desagradáveis provocados pelos gases que advêm do interior da Terra e que podem, em alta quantidade, matar. Além disso, o custo para instalação e segurança nessas usinas, assim como os de manutenção, é bastante elevado.

    Energia eólica é aquela que aproveita o vento para mover turbinas que irão gerar energia elétrica. Essa é a forma mais econômica de todas as energias. Porém um parque eólico provoca uma mudança no ecossistema onde está localizado e é um perigo para alguns animais que vivem próximos à sua instalação, pricipalmente aves. Além disso o recurso eólicoapresenta variações, pois os ventos não são constantes e, assim, podemos ter pouca produtividade de energia.

    A biomassa é utilizada na produção de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico produzido e acumulado num ecossistema. Esse material pode ser lenha, papel usado, embalagens, galhos e folhas, dentre outros. Mas para aumentar consideravelmente o uso da biomassa, seria necessário criar culturas agrícolas apenas para abastecer essas indústrias, o que desperdiçaria possíveis áreas de plantio agrícola; a combustão de biomassa produz 3,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono todos os anos, apenas no Brasil, chegando a contribuir com 40% da produção anual de dióxido de carbono. E para utilizar-se dessa fonte de energia é preciso melhorar a eficácia do sistema sanitário a fim de diminuir o desperdício de possíveis “matérias-prima”, o que dificulta o uso desse tipo de fonte de energia.

    A energia hidroelétrica provém da força das águas, produzida através do potencial existente num rio, refletido nos desníveis naturais ou artificiais. Por norma, constroem-se diques que represam o curso da água, que se acumula num reservatório, a barragem. Noutros casos, existem diques que não param o curso natural da água, mas que a obrigam a passar pela turbina, para produção de energia elétrica. Entre os vários impactos ambientais negativos provocados por uma barragem destacam-se as inundações de áreas agrícolas, a perda de vegetação e fauna, as alterações das migrações dos peixes, a alteração da fauna do rio e a interferência no transporte de sedimentos.

    A energia maremotriz é a energia cinética da água do mar, provocada pela subida e descida das marés. Esta energia é obtida através de barragens construídas em áreas costeiras. As principais desvantagens dessa fonte de energia seria a difícil construção das instalações usadas para sua obtenção e ao fato de o fornecimento de energia não ser contínuo, devido à variação na maré, apresentando, assim, baixo rendimento.

    Rodolfo Viana de Almeida

    Grupo: C2D2

    Contra energias renováveis

    abril 17, 2011 às 9:00 pm

  19. geferson

    O Pré-sal

    Pré-sal é um termo geológico que se refere ao conjunto de reservatórios petrolíferos encontrados abaixo da camada de sais, na crosta terrestre e oceânica. As formações da camada pré-sal são mais antigas, e de acesso mais difícil, que as reservas de petróleo acima da camada de sal, denominadas pós-sal. Acredita-se que os maiores reservatórios petrolíferos do pré-sal, todos praticamente inexplorados pelo homem, encontram-se do Nordeste ao Sul do Brasil, no Golfo do México e na costa Oeste africana.

    Os pontos positivos do pré-sal

    1) Mudança do contrato de concessão para contrato de partilha

    O atual contrato de concessão prevê a propriedade do petróleo para quem o produzir. Além de contrariar a Constituição que, no seu artigo 177 mantém o monopólio da União, ele retira da União uma enorme vantagem: quem tem a propriedade do petróleo tem um extraordinário poder de barganha, podendo obter grandes vantagens geopolíticas e contrapartidas. Considerando que estamos entrando no terceiro e definitivo choque do petróleo, fruto da chegada do pico de produção mundial, este poder se torna cada vez maior.
    O contrato de partilha, que é usado nos países grandes produtores, restaura a propriedade do petróleo para a União que pode pagar a parte do operador em petróleo ou em dinheiro. Nos países exportadores essa parcela é, em média, 16% do óleo lucro (óleo bruto menos despesas de produção).
    A legislação em vigor, gerada sob o argumento de que era necessário incentivar a vinda de empresas estrangeiras para investir correndo altos riscos e possibilidade de baixo retorno, ofereceu vantagens como a propriedade do petróleo e um baixo percentual a ser pago à União. Logo, não se aplica ao pré-sal. A Petrobrás, depois de 30 anos de pesquisa, descobriu uma província petrolífera enorme, tendo furado 13 poços e achado petróleo nos treze. Logo, o pré-sal não tem mais risco e a possibilidade de retorno dos investimentos é muito alta. Portanto, a legislação atual tem que ser mudada e o contrato de concessão também. Defendemos a volta da Lei 2004 que deu ao país a auto-suficiência e permitiu que a Petrobrás desenvolvesse as pesquisas para a descoberta do pré-sal.
    Além de ser a tendência moderna, pois 80% das reservas mundiais pertencem a empresas estatais, contra apenas 3% pertencentes ao cartel internacional, o petróleo é um bem absolutamente estratégico e tem que ser controlado pelo país proprietário dele.

    2) A Petrobrás será a operadora de todos os blocos.

    Em alguns casos, dos campos considerados estratégicos (alta produtividade e baixo risco) ela terá toda a operação para si, pagando à União um percentual do óleo lucro na faixa de 70 a 80%. Nos demais, haverá leilão e o consórcio vencedor será aquele que oferecer maior percentual para a União. Do percentual que couber ao consórcio, a Petrobrás terá 30% para si e a outra empresa terá 70%. A grande vantagem desta proposta é que a Petrobrás como operadora irá desenvolver o mercado nacional, gerar empregos no país e desenvolver a capacitação nacional. Além disto, ela irá obedecer a velocidade de produção estabelecida pelo Conselho Nacional de Política Energética e, muito importante, garantir a lisura na medição dos quantitativos produzidos, pois tal medição gera muita manipulação no mercado internacional.

    3) Criação de um Fundo Social

    É importante porque evita a entrada dos dólares de exportação na economia, sobrevalorizando o real. O fundo irá aplicar os recursos no mercado internacional, e no país e os resultados serão aplicados em investimentos sociais.

    4) Se o dinheiro ganho no pré sal for bem utilizado, ele pode trazer as seguintes vantagens:

    O Brasil vai ter dinheiro suficiente para investir na infraestrutura e realizar grandes obras como rodovias, ferrovias e hidrelétricas, sem precisar emprestar dinheiro no exterior. Como o Brasil vai ter mais petróleo com a descoberta do pré sal, o preço da gasolina deve cair. Como ainda não existe tecnologia para explorar petróleo tão fundo, o Brasil vai ter que evoluir muito sua ciência para fazer esta exploração. Devem ser gerados tambem mais de 500.000 empregos em indústrias ligadas ao petróleo e a exploração do pré sal, muitas empresas vão crescer junto com a Petrobrás (que deve dobrar de tamanho). O petróleo um dia vai acabar, e se a Petrobrás, usar parte do dinheiro ganho no pré sal para desenvolver novas energias renováveis (que não acabam), vai ser tornar uma das maiores empresas do mundo. O dinheiro ganho no pré sal pode ser usado para revolucionar a Educação e a Saúde no Brasil.

    Grupo:E1D1

    abril 17, 2011 às 9:04 pm

  20. Achila Mazini - Grupo B2N

    Energia Nuclear: Uma questão discutível

    A energia nuclear, hoje em evidência devido ao acidente pós-tsunami no Japão, trás consigo um sujo histórico de acidentes e devastadoras conseqüências da falta de controle dessa tecnologia.
    É utilizando da energia liberada em uma reação nuclear, baseando-se no princípio da equivalência de energia e massa, observada por Albert Einstein, segundo o qual, durante reações nucleares ocorre transformação de massa em energia, sendo assim, converte-se o calor emitido na reação em energia elétrica. Podendo acontecer de forma controlada, que é o caso de nossas centrais nucleares, ou de forma descontrolada que é o que acontece na bomba atômica.
    Muitas vezes, para haver essas reações, como alguns elementos não tem esse processo de forma espontânea e para tal, utiliza-se da técnica de bombardeamento de nêutrons ou outras partículas. Atualmente utilizamos do método da fissão nuclear, que consiste na divisão do núcleo atômico. Diferentemente do que acontece na fusão nuclear, onde dois, ou mais núcleos, se unem para a formação de outro.
    Como foi supracitado, a energia nuclear é assunto de debate mundial. Dividindo opiniões e gerando protestos por todos os cantos do mundo. Atualmente, o Greenpeace lançou na Romênia uma propaganda com fotos de um coelho com quatro orelhas e um elefante de duas trombas, ambos de pelúcia, incentivando a população a dizer não a usina nuclear que terá sua obra iniciada nos próximos meses.
    ( http://migre.me/4gLYu )
    As imagens lançadas pelos ativistas podem até ser bonitas, mas são um reflexo menos aterrador do que aconteceu em Chernobyl, na antiga união soviética, onde após o acidente no reator da usina, milhares de pessoas foram contaminadas, alterando assim seu código genético e obrigando ao isolamento de uma área três vezes maior que o Rio de Janeiro por milhares de anos. Até hoje, é possível ver os reflexos da tragédia nos herdeiros de Chernobyl, crianças que nasceram anos após o desastre e possuem deformidades assim como o bonito coelho e o elefante dos cartazes.
    Mas assim como toda forma de energia, a nuclear não é diferente e possui pontos positivos que incitam o governo a cogitar a implantação dessas usinas. A necessidade de pequenas áreas para a construção de suas centrais, ligadas a não necessidades sazonais, como a presença de chuvas ou ventos, faz com que seja uma energia constantemente utilizada, mesmo levando em consideração o custo elevado seguido de necessidade de locais específicos para despachamento do lixo atômico que emite radioatividade por milhares de anos.
    No Brasil, embora nossa energia elétrica venha majoritariamente das hidroelétricas, atualmente temos duas centrais em funcionamento, instaladas em Angra. As centrais homônimas produzem quantidades desprezíveis de energia se comparadas com nossas hidroelétricas, mas tem papel importante no sistema elétrico do país. Há muito se fala na construção de Angra III que terá como capacidade a soma das duas centrais anteriores.
    Basta ressaltar que a utilização de uma tecnologia tão perigosa deve ser estudada com seriedade, a necessidade de conhecimento e locais específicos para tal construção deve levar em consideração possíveis desastres futuros, levando em conta que é necessário do total conhecimento científico par existir controle de tal atividade. Porém desastres como o de Chernobyl e recentemente no Japão, só vem a provar que esse conhecimento ainda não foi alcançado.

    Fontes:
    http://www.greenpeace.com
    http://www.energiaeambiente.wordpress.com
    http://www.peteletricaufjf.wordpress.com
    http://www.globonews.com

    Grupo B2N (Energia Nuclear – contra)

    ps: Caso seja necessário, já formatei meu texto e adicionei figuras(tanto que citei algumas delas no texto, só que não tem como adicionar figuras ao comentario.)

    abril 17, 2011 às 9:39 pm

  21. Pedro Paiva Ladeira

    Apesar da visão de que energias renováveis são a solução dos problemas ambientais do planeta, tais energias alternativas não estão isentas de impactos negativos na natureza. Sem falar da existencia de muitas desvantagens financeiras em comparação com os combustiveis fósseis como por exemplo os gastos com instalação e com pesquisas de novas tecnologias.

    Muitas vezes essas energias consideradas limpas causam um enorme impacto ambiental e social. Um complexo hidrelétrico de grande dimensão, desloca populações ribeirinhas e alaga campos próprios para cultivo; Um parque eólico compromete seriamente o ambiente das zonas onde estão implantados.

    Existem também as desvantagens energéticas: para igualar a produção de uma central elétrica média são necessários, aproximadamente, 1000 geradores eólicos ou 5 km2 de painéis solares. O balanço energético pode também ser negativo, em teoria é possível utilizar a energia das marés, mas na prática, a energia necessária para construir, colocar e manter uma turbina, poderia exceder aquela que dali seria gerada.

    Além disso essas energias são dependentes da natureza: A energia solar, eólica e maremotriz variam a produção de acordo com o clima. Sendo assim sendo incapazes de sustentar uma demanda constante.

    Peedro Paiva Ladeira C2D2 – Contra energias renováveis

    abril 17, 2011 às 9:52 pm

  22. Grupo B4D

    Energia Nuclear: Um problema real
    A energia nuclear é uma das alternativas energéticas mais debatidas no mundo: comenta-se, entre outros tópicos, se valerá a pena implementar centrais de produção nuclear ou se devemos apostar noutro tipo de energias que sejam renováveis, pois como sabemos a energia nuclear não é renovável, uma vez que a sua matéria-prima são elementos químicos, como o urânio, extraídos de minerais (no caso do urânio, um dos minerais utilizados é a autonite). Com este tipo de material produz o lixo nuclear, do qual até hoje não há um método de descartá-lo.

    Cada central Nuclear converte, através de fissão nuclear, barras de urânio em resíduos nucleares altamente radioativos, por este motivo têm de ser protegidos e armazenados de forma segura fora do alcance de pessoas, animais e plantas durante centenas de milhares de anos. Há cerca de 50 anos que existem centrais nucleares em atividade, no entanto, até hoje não se sabe como se deve armazenar os resíduos nucleares e o que fazer com eles.

    Quando reator nuclear esta em funcionamento, algum do urânio é convertido noutros materiais, que se vão depositando nos elementos combustíveis. O combustível perde a sua eficiência na produção de calor, tornando-se assim necessária a sua substituição. Assim, o combustível usado é removido do reator, arrefecido em água e sujeito a um reprocessamento, onde se geram três grupos de materiais que são o Urânio, o Plutônio e o lixo nuclear (alto, intermediário e baixo). Desde que foi descoberta a radioatividade, que os cientistas de todo o mundo se debruçam cada vez mais em formas de evitar acidentes e prejuízos para a saúde, o que ocorre com frequência nas fases iniciais de investigações. É de conhecimento e consciência geral o perigo que podem causar exposições a radiações radioativas, mas de conhecimento de poucos que esta exposição e natural, que faz parte do nosso quotidiano, e que possuímos defesas naturais no nosso sistema imunitário, mas que também tem limites. Apesar de a energia nuclear ser considerada uma energia limpa, deve-se considerar que As elevadas temperaturas da água utilizada no aquecimento causam a poluição térmica, pois esta é lançada nos rios e nas ribeiras, destruindo assim ecossistemas e interferindo com o equilíbrio das mesmas. O preço desta energia é um fator importante. O seu investimento inicial, como posteriormente as manutenções das energias nucleares são de elevados custos, até mesmo o recurso minério, visto que existem países que não o possuem, ou não em grande abundância, e tendo que comprar ao estrangeiro, com o preço mais elevado.
    Outro fato bem importante é a dificuldade de se desligar uma usina nuclear. Na teoria é até fácil, mas na prática é bem complicado. Autoridades e técnicas suíças e alemãs mostram que fatores inesperados podem surgir no aspecto do desmantelamento dos equipamentos nucleares e que o planejamento financeiro não responde às necessidades reais. Para exemplificar a situação, é preciso considerar a demolição das usinas nucleares desativadas na Suíça que já está planejada desde que elas foram projetadas e de uma usina na Alemanha. O custo oficial planejado para a eliminação dos dejetos radioativos da usina na Suíça e de sua demolição é de 15,5 bilhões.Mas mesmo se a central nuclear não for retirada prematuramente da rede elétrica, o seu financiamento para o desligamento não está 100% garantido. A situação está sobre a incerteza se os mercados dos capitais podem dar um retorno de pelo menos 5 %, gerando uma grande preocupação. E no caso do desligamento prematuro, o fundo não poderá mais financiar. As circunstâncias na Alemanha demonstram que o processo de desmantelamento é bem complexo, pois pode durar vinte ou mais anos, além de efeitos inesperados que podem surgir, pelo fato do local estar contaminado por elementos radioativos. E com a catástrofe no Japão, a pressão para o desligamento antecipado das mais antigas usinas – Mühleberg e Beznau – não vem mais só dos grupos de esquerda e os ecológicos, mas de outras partes. A energia nuclear não é um tipo de fonte de energia que se possa considerar a “solução dos problemas”.Considerando que em um local se implante uma usina nuclear, concluí-se que esse lugar esta totalmente contaminado, gera riscos caso aconteça falhas na segurança, a produção de lixo radioativo sem destino e o seu desligamento que é totalmente complexo.

    energia nuclear – contra

    abril 17, 2011 às 10:04 pm

  23. Grupo A2N

    BELO MONTE, NÃO!

    A construção da usina de Belo Monte vem causando várias contradições, pois envolve a geração de energia, extremamente necessário para um país em desenvolvimento, mas também a questão ambiental que tem sido criticada por ambientalistas e representantes de movimentos sociais.

    Belo Monte, uma hidrelétrica projetada para ser construída na Volta Grande do Rio Xingu, no Pará, deve ser a terceira maior do mundo em capacidade instalada, aproximadamente 11.200 megawatts (MW), orçada em cerca de R$ 30 bilhões.

    A bacia do Rio Xingu, abriga o maior mosaico de áreas protegidas do Brasil, responsável pela subsistência de vários indígenas e populações ribeirinhas. Se construída, a usina implicará na seca de quase 100km do Xingu, deixando a população sem acesso a água, pesca ou meio de transporte.

    Além desses fatores ambientais, outro ponto contra Belo Monte é a não produção de sua capacidade total devido à baixa vazão dos rios. Durante nove meses a usina produziria 40% de sua capacidade, resultando na produção de apenas 55% ao longo de todo o ano o que segundo estudos é a porcentagem mínima para que a construção de uma usina se torne viável.

    Portanto, apesar da crescente demanda energética nacional, fica claro que antes da construção de qualquer unidade de geração de energia, deve ser feito um estudo detalhado do projeto a fim de se evitar desentendimentos sociais e prejuízos financeiros, questões ignoradas na construção de Belo Monte.

    abril 17, 2011 às 10:22 pm

  24. Carlos Alberto

    Dos vários pontos positivos do Pré-Sal,podem se destacar os seguintes:
    1 – Para administrar a riqueza do pré-sal o governo criou uma nova empresa separada da Petrobrás: a PPSA, que vai cuidar da administração, da exploração e vai também gerenciar o fundo que vai receber os lucros da exploração do pré-sal.

    2 – As riquezas geradas devem melhorar e construir obras de infraestrutura em todo o país tais como estradas, ferrovias, portos, aeroportos e também para construir escolas e hospitais.

    3 – Se o dinheiro ganho no pré sal for bem utilizado, ele pode trazer as seguintes vantagens:

    - O Brasil vai ter dinheiro suficiente para investir na infraestrutura e realizar grandes obras como rodovias, ferrovias e hidrelétricas, sem precisar emprestar dinheiro no exterior.
    - Como o Brasil vai ter mais petróleo com a descoberta do pré sal, o preço da gasolina deve cair.
    - Como ainda não existe tecnologia para explorar petróleo tão fundo, o Brasil vai ter que evoluir muito sua ciência para fazer esta exploração.
    - Devem ser gerados tambem mais de 500.000 empregos em indústrias ligadas ao petróleo e a exploração do pré sal, muitas empresas vão crescer junto com a Petrobrás (que deve dobrar de tamanho).
    - O petróleo um dia vai acabar, e se a Petrobrás, usar parte do dinheiro ganho no pré sal para desenvolver novas energias renováveis (que não acabam), vai ser tornar uma das maiores empresas do mundo.
    - O dinheiro ganho no pré sal pode ser usado para revolucionar a Educação e a Saúde no Brasil.

    E1D2

    abril 17, 2011 às 10:42 pm

    • Muito bom Beto. Sem vocea jamais tmioaers estes momentos registrados. Espero que a ABES tenha como armazenar este acervo para no futuro relembramos o nosso passado. As coisas boas que estamos fazendo Uma abrae7o, Vitorio.

      outubro 12, 2013 às 10:53 am

  25. Grupo: B1D2

    Energia Nuclear: A Energia Do Futuro

    Por que só se fala dos aspectos negativos de uma usina nuclear? Onde na verdade ela tem muito mais a oferecer a um país, como por exemplo, em termos estruturais e potenciais.

    A energia nuclear é famosa porque ao ser comparada com outras é considerada compacta e independente de fatores ambientais [como as hidrelétricas de rios]. A vantagem dessa compactação seria a proximidade que as nucleares podem possuir dos grandes centros urbanos, economizando assim, na transmissão dessa energia gerada. Outro fator importante seria a diversificação da matriz energética nacional, importantíssima para o Brasil que depende em sua maioria de fontes de energia que estão associadas a fatores ambientais. E com o tamanho poder de geração, as usinas nucleares ajudarão a suprir a alta demanda do futuro, devido ao constante aumento populacional.

    É prematuro dizer que a energia nuclear seria inviável para um país se comparado aos benefícios que ela pode trazer para o mesmo. Dentre tais benefícios podemos destacar seu processo de geração que não resulta na emissão de gases que contribuem para o aquecimento global. Acidentes como o que atingiu o Japão na usina de Fukushima demonstram que erros irão ser consertados com estudo e mais tecnologia, na verdade ficarão incomuns catástrofes desse tipo pelo domínio que o homem exercerá sobre esta fonte.

    abril 17, 2011 às 11:47 pm

  26. A1D2

    Muita gente não sabe opinar bem sobre o assunto, mas uma das coisas que salta aos olhos de qualquer um é o tamanho da área de floresta equivalente a mais de 100 mil campos de futebol que se perderá totalmente pelo gigantesco lago artificial que será formado para mover as turbinas dessa usina.A favor dessa obra estão os milhares de empregos que serão gerados, a melhoria na infra-estrutura das cidades da região, a promoção de crescimento econômico do país, a redução do risco de “apagão”, entre outras coisas. A maioria da população local é a favor da usina porque ela trará benefícios de investimentos de cerca de R$ 3,3 bilhões nas cidades próximas, como o pólo de Altamira. Isso equivale a 19 vezes o orçamento de todo o Pará, mas que dessa vez beneficiará apenas essa região, que anualmente sofre com enchentes e que tem que abandonar suas casas. Os cálculos são de cerca de 4,3 mil famílias que vivem em palafitas serão relocadas para casas de alvenaria com toda a infraestrutura. Será obrigatoriamente fornecida água tratada, esgoto, luz para essas famílias e asfaltamento das estradas. A geração de empregos relacionados à usina também tratá nova perspectiva de vida aos moradores.

    abril 18, 2011 às 12:19 am

  27. Anônimo

    Pré-sal e a cobiça dos poderosos

    Os 30 mil barris por dia de petróleo retirado do pré-sal anunciados pela Petrobras podem trazer também grandes problemas para as autoridades e para a população que reside sobre este “ouro negro”.
    Uma das grandes preocupações são os países desenvolvidos da Europa ,Ásia e os EUA que por não terem grandes reservas de petróleo em seu país e terem criado uma dependência muito grande desta fonte de energia vão querer firmar grandes acordos de exploração e exportação do petróleo, levando-o todo para fora do país.
    Um grande exemplo que pode vir a acontecer com o Brasil é o caso da Nigéria que já teve grandes quantidades de petróleo, mas que devido aos acordos feitos pelas multinacionais dos países desenvolvidos ,elas exploraram e exportaram toda a riqueza do país deixando apenas a pobreza e o solo frágil, agora sem petróleo.
    Outro ponto a ser analisado é a questão ambiental. As reuniões para discussão da diminuição da emissão e CO2, na atmosfera como o protocolo de Kyoto outros, só afirmam que as medidas cabíveis estão sendo realizadas, mas que nunca se tem feito nada. Imaginemos quantos bilhões de toneladas de CO2 esta escondidos no pré-sal. Se hoje vemos e sentimos que a situação esta critica, imagine quando a produção em larga escala começar.

    E2N

    abril 18, 2011 às 2:50 am

  28. E2N

    Grupo E2N Contra pré-sal

    Os 30 mil barris por dia de petróleo retirado do pré-sal anunciados pela Petrobras podem trazer também grandes problemas para as autoridades e para a população que reside sobre este “ouro negro”.
    Uma das grandes preocupações são os países desenvolvidos da Europa ,Ásia e os EUA que por não terem grandes reservas de petróleo em seu país e terem criado uma dependência muito grande desta fonte de energia vão querer firmar grandes acordos de exploração e exportação do petróleo, levando-o todo para fora do país.
    Um grande exemplo que pode vir a acontecer com o Brasil é o caso da Nigéria que já teve grandes quantidades de petróleo, mas que devido aos acordos feitos pelas multinacionais dos países desenvolvidos ,elas exploraram e exportaram toda a riqueza do país deixando apenas a pobreza e o solo frágil, agora sem petróleo.
    Outro ponto a ser analisado é a questão ambiental. As reuniões para discussão da diminuição da emissão e CO2, na atmosfera como o protocolo de Kyoto outros, só afirmam que as medidas cabíveis estão sendo realizadas, mas que nunca se tem feito nada. Imaginemos quantos bilhões de toneladas de CO2 esta escondidos no pré-sal. Se hoje vemos e sentimos que a situação esta critica, imagine quando a produção em larga escala começar.

    abril 18, 2011 às 2:51 am

  29. Thyago de Paula Jacinto

    A sociedade discute qual e melhor forma de conseguir energia sem causar mais poluição no mundo, sempre novas alternativas são descobertas, mas são barrados ao consumidor devido os autos custos de produção e o baixo rendimento, mas essas novas formas de energias sem duvidas e o caminho para a sustentabilidade do planeta, pois todos indiretamente sofrem com as mudas climáticas e o auto-índice de poluição. Causado pela necessidade de energia, temos o dever de cuidar do lugar em que nos vivemos e usar de nossa capacidade para desenvolver novas tecnologias não para substituir as que existem, mas para trabalharem em conjunto com as que já existem.
    Não sou contra a exploração do pré-sal, pois trará geração de renda para o país e acredito que a exploração desse recurso será consciente, também sou a favor da construção de Belo Monte que proporcionara ao sistema elétrico brasileiro uma grande estabilidade e viabilizando aumentar o pólo industrial do norte e nordeste porem o que eu não concordo e com a falta de empenho dos governos em não viabilizar, o incentivo as novas fontes de energia, e inadmissível que um país como o Brasil com climas quentes e auto-índice de radiação solar não invista em energia solar, sendo restritas as classes mais privilegiadas com um grau de conhecimento e capital. A construção de PCH (Pequenas Centrais Hidroelétricas) poderia ser maior, pois a quantidades de rios existentes na região sudeste e enorme, diminuindo os gastos para transmitir e distribuir a energia gerada e com impaquito ambientais menores preservando mais a flora e fauna da região conseguindo um custo beneficio muito bom.
    Hoje as fontes de energias não vão substituir as antigas fontes, mas estão presentes para diminuir os impactos ambientais futuros sem que a nossa sociedade perca o conforto construído ao longo de décadas.

    abril 19, 2011 às 10:39 am

  30. Grupo E2D2

    Pré-sal: um desafio que não compensa

    A exploração da camada do pré-sal é a bola da vez no cenário energético brasileiro. No entanto, alguns pontos a respeito desse assunto ainda não foram bem esclarecidos. A extração de petróleo do pré-sal é economicamente viável? Até que ponto a autosuficiência brasileira em relação ao petróleo irá trazer benefícios para a sociedade? Não seria a hora de começarmos a buscar a independência dos combustíveis fósseis?
    Do ponto de vista econômico, a exploração do Pré-sal é muito questionável. Segundo estudos, a extração de petróleo nos blocos de exploração já licitados custará 600 bilhões de dólares, o equivalente a 45% do PIB brasileiro. Um investimento não muito confiável, visto que apesar da desenvolvida tecnologia de exploração de águas profundas da Petrobras, existe a chance de a rocha-reservatório, que armazena o petróleo e os gases em seus poros, não se prestar à produção em larga escala a longo prazo com a tecnologia existente hoje. Outro entrave é a alta concentração de dióxido de carbono, capaz de danificar as instalações.
    Pela ótica social, a realidade é ainda pior. Os recursos obtidos com a exploração da camada do pré-sal seriam investidos no Novo Fundo Social (NFS), voltado ao combate do ingresso excessivo de moeda estrangeira no país. Outro montante seria destinado à União, para investimento em projetos de combate a pobreza, inovação científica e tecnológica e educação. No entanto, as últimas discussões a respeito da posse dos royalties demonstraram que os estados não estão muito preocupados com o investimento em obras sociais.
    Por último, é muito desanimador em pleno século XXI, em que se fala tanto de crescimento aliado ao meio ambiente, em desenvolvimento sustentável, vermos que os combustíveis fósseis ainda atraem tanta atenção. Enquanto alguns lutam por energias renováveis, emissão zero de poluentes, carros elétricos etc. Outros fazem a maior força para continuarmos atrelados ao petróleo, gerando bilhões de dólares, mas destruindo nossa maior riqueza: o meio-ambiente.

    abril 19, 2011 às 7:17 pm

    • The NRC’s quaterly pbuilc meeting with the TVA Browns Ferry Unit 1 Restart Project Management was on Thursday. Here are a few notes I took (I am not an engineer, so sorry for mistakes!):- The nuclear fuel arrived on site on July 17 from GE.- Expecting a December 2006 fuel load.- Power generation is on schedule for May 2007. There was some hinting that this might happen earlier.- The $1.8 billion restart project is on budget.- Browns Ferry staffing was at 898 persons prior to restart. They are at 1015 now. They forecast a need for 1047 staff members to support 3-unit operation.- About 2,300 contractor employees on site.- Stone & Webster is the prime construction contractor.- Bechtel is the prime design contractor.- NRC will have an additional permanent on site inspector (2 -> 3), since it is their custom to have the same number of resident inspectors as operating units.- There is a tremendous amount of testing and inspection, and internal and external approvals required as each of the many subsystems are turned over to the plant operators. (The subsystems of the Unit 1 are “owned” by the restart project, and the restart project sort of has to “prove” that the subsystems are appropriately designed and constructed and inspected/tested before the “operating plant” will accept them for operation.)- The project involved 605,529 feet of cabling, of which 83% is installed.- There are 41,038 cable terminations, of which 89% are complete.- There is 15,137 feet of small bore piping, of which 96% are complete.- I gathered that much of the unit’s active equipment was either replaced or sent to the vendor for refurbishment.

      outubro 12, 2013 às 3:06 pm

  31. Grupo D2D2

    Segue agora o texto do grupo D2D2 contra o smart grid, infelizmente não estou conseguindo acessar o blog tem um tempo já, então enviarei por e-mail, espero que gostem. :D

    Com este artigo visamos abrir os olhos do leitor sobre os possíveis aspectos negativos que o Smart Grid pode trazer para nossa sociedade.

    O Lado Negro do Smart Grid

    Apesar de ser um velho clichê, tudo tem seu lado bom e seu lado ruim. Verdade que o Smart Grid tem muitos pontos positivos, porém não é um sistema de única face, e sim várias. Vamos agora olhar as facetas ruins das redes inteligentes. Começaremos destacando o que chamamos de invasão de privacidade, ou em outras palavras, controle tecnológico.

    Comecemos com um exercício de imaginação não muito distante da realidade. Imagine que uma região da cidade é escolhida para ter seus aparelhos de ares-condicionados desligados num lindo dia azulado de agosto com temperatura beirando os 35ºC. Claro que essa decisão não foi unilateral, grande parte dos consumidores daquela região concordaram com esta situação e assinaram um contrato com a empresa distribuidora, garantindo um desconto na conta de energia e em troca deixando que seus aparelhos de ar condicionado fossem desligados pela concessionária.

    Desligamento Seletivo

    A empresa de energia observando a curva de carga do alimentador de distribuição que atende essa parte da cidade constata um crescente aumento do consumo e consequentemente das perdas. Decide então desligar algumas cargas de ar condicionado desses consumidores para diminuir a sobrecarga do alimentador, que já está com valor de corrente próximo do limite da proteção, o que poderia desligar o alimentador inteiro.

    Eis uma cena que o Smart Grid permite realizar, o desligamento seletivo de cargas com o objetivo de diminuir a ponta de carga do sistema de distribuição. Parece terrível para você num dia de calor ter seu ar-condicionado desligado? Pois na cidade de Boulder no Colorado, EUA, criou-se o que se chama Green Zone, ou Zona Verde, um projeto de $200 milhões de dólares que permite que 150 quadras da cidade tenham suas cargas monitoradas e desligadas conforme o despacho do operador de distribuição.

    O sistema permite ainda, o que acho mais perigoso, com o medidor eletrônico dizendo para a concessionária qual o consumo de energia a cada segundo, pode-se saber exatamente quando o consumidor acendeu suas lâmpadas, quando abriu a geladeira para pegar uma cerveja, ou quem sabe, quando ele está ou não em casa e a que horas foi dormir. Parece cena do filme Inimigo do Estado, em que o ator Will Smith tem sua vida monitorada onde quer que esteja. Pois é, o Smart Grid permite que a rede de distribuição seja um grande Big Brother. Vide pesquisa do CEPEL que desenvolveu equipamentos e softwares capazes de identificar todos os hábitos de consumo de energia elétrica dos consumidores (de cada eletrodoméstico), e realizar não uma pesquisa estatística sobre o consumo de energia, mas um fiel censo.

    Outro exercício de imaginação: numa noite na cidade de São Paulo, com o trânsito congestionado, bairros inteiros são apagados. Sim, estou falando de blecaute seletivo.

    Dessa vez não foi uma vontade da concessionária, muito menos uma sobrecarga, ou uma instabilidade de tensão no sistema. Mas tão somente, uma invasão hacker ao sistema inteligente da concessionária, que concentrou numa sala o controle de todo o sistema, no conhecido COD, Centro de Operação da Distribuição, agora todo digitalizado e on-line. Invasões de hardware e software a sistemas de medição eletrônica de empresas de distribuição são possíveis, pior ainda, prováveis.

    Estas situações abrem nossos olhos para esse maravilhoso mundo novo das redes inteligentes. É preciso pensar essas questões éticas e de segurança, e muitas outras ainda não levantadas, para que assim o Smart Grid possua apenas pontos positivos.

    maio 12, 2011 às 12:07 am

  32. Jessica F

    Quais são as maiores usinas Termelétricas de Combustível Fóssil no Brasil e no mundo? Quais catástrofes já acorreram com esse tipo de usina?

    novembro 3, 2012 às 5:20 pm

  33. legal

    março 18, 2013 às 5:37 pm

  34. Por que é fundamental a remoção do lixo atômico para locais seguros ?

    julho 27, 2013 às 6:48 pm

  35. Lili

    Mesmo que fale que “As principais obras ficarão fora dos limites das Terras dos índios” mesmo assim, os impactos ambientais que serão gerados são tão grandes que não haverá como não afetar a vida das pessoas da região e todo o ecossistema local.
    É possível sim criar outras formas de energia no Brasil, como por exemplo, Energia Eólica, Geotérmica, solar e a de Biomassa.
    Mais essa energias só podem ser fornecida se as pessoas tomarem consciência e se informarem.

    eu sou contra!!

    setembro 24, 2013 às 8:50 pm

  36. Regis Carlos Pereira

    Excelente trabalho da revista!

    outubro 11, 2013 às 3:43 pm

  37. Anônimo

    Onde está a revista?

    fevereiro 3, 2014 às 6:36 pm

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