Tecnologia recarrega celular o tempo todo com sol ou lâmpada

Película é composta de uma camada de material fotovoltaica combinada a microlentes

Uma nova tecnologia pretende garantir que o celular nunca fique sem bateria, ao contrário: fique constantemente sendo recarregado. A Wysips converte energia do sol e de lâmpadas artificiais e mantém o smartphone ligado e funcionando. As informações são do Daily Mails.

Wysips é colocada abaixo da tela do telefone

A tecnologia funciona a partir de cristais coletores de luz, que podem ser embutidos abaixo ou acima das telas de telefones celulares, tablets e até relógios inteligentes (smartwacthes). Testes iniciais mostram o Wysips convertendo 10 minutos de exposição à luz em quatro minutos a mais de bateria.

A fabricante SunPartner Group, que desenvolve o produto, tenta ampliar essa taxa de conversão, e afirma que já tem acordos para que a película de energia seja usada de fábrica em produtos e chegue às mãos do consumidor. A companhia é especializada em NETs, sigla em inglês para “novas tecnologias energéticas”.

Tecnologia pode chegar ao mercado em 2014

Wysips, aliás, também é uma sigla, e representa a frase “o que você vê é uma superfície fotovoltaica” (em inglês, what you see is a photovoltaic surface”). A superfície é composta de uma camada de material fotovoltaica combina a microlentes e dispostos em uma folha fina e transparente para ser acoplada à tela do dispositivo.

Os fabricantes acreditam que podem usar a tecnologia em outras superfícies, o que significaria transformar qualquer objeto em uma fonte de energia. O Wysips é 90% transparente, o que, a olhos nus, dá a impressão de ser totalmente transparente.

Basta ficar sob incidência direta de luz, mesmo que artificial, para que tecnologia carregue aparelho

​Em outras versões testadas, com menos transparência, a energia absorvida é maior, segundo a SunPartner. Com 60% a 70%, por exemplo, 10 minutos de exposição ao sol são convertidos em 16 minutos a mais de bateria.

O gerenciamento da energia absorvida e retornada para a alimentação do aparelho é feito por um chip. A expectativa de empresa é que os primeiros protótipos cheguem ao público no ano que vem.​

 

 

Fonte:  Terralogopet (1)