Robôs x empregos: a automação vai fechar mais vagas do que criar?

Alguns especialistas acreditam que robôs podem substituir humanos em determinadas tarefas
Alguns especialistas acreditam que robôs podem substituir humanos em determinadas tarefas

Carros que dirigem sozinhos, serviços de entregas feitos por robôs, softwares cuidadores de idosos e “serpentes” cirurgiãs. A automação promete ganhos milionários para as empresas do setor, mas o que acontece com as pessoas que executam as mesmas tarefas que esses robôs? A nova tecnologia vai ajudá-los a trabalhar de forma mais eficiente ou vai colocar seus empregos em risco?

A discussão ainda é polêmica entre acadêmicos, com alguns convictos de que passar o trabalho para as máquinas aumentará o desemprego, enquanto outros acreditam que a automação vai trazer prosperidade.

Bob, por exemplo, é um guarda de segurança robô que patrulha o local de trabalho, monitorando as salas em 3D e relatando anomalias. Continuar lendo

Empresa vende drone polêmico que dispara spray de pimenta

A fabricante de um drone, uma pequena aeronave não tripulada, que dispara balas de spray de pimenta já vendeu a primeira leva de aparelhos.

A companhia Desert Wolf fez demonstrações do drone na África do Sul em maio
A companhia Desert Wolf fez demonstrações do drone na África do Sul em maio

 

 

 

 

 

 

 

 

A companhia com base na África do Sul Desert Wolf disse à BBC que já fechou a venda de 25 unidades da aeronave para uma mineradora depois de fazer demonstrações com o aparelho em uma feira de tecnologia. Segundo a empresa, o drone é uma aeronave de “controle de tumultos” e que pode enfrentar multidões “sem colocar em risco as vidas dos seguranças”.

O site da Desert Wolf afirma que o drone octacóptero Skunk tem quatro dispositivos do tipo usado em armas de paintball, cada um com capacidade para disparar até 20 balas por segundo.

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Cientista reclama de tempo curto para mostrar exoesqueleto em abertura; conheça o projeto.

Paraplégico chutou bola com ajuda de robô comandado pelo cérebro.Transmissão da Fifa mostrou experimento por poucos segundos.

 

 

 

 

 

 

 

 

O neurocientista Miguel Nicolelis reclamou do pouco tempo reservado ao “chute simbólico” com o exoesqueleto na transmissão da abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira (12). O chute em uma bola de futebol foi dado por um paraplégico que usava o equipamento, um robô comandado pelo cérebro.

Na transmissão oficial, exibida por emissoras em todo o mundo, a cena durou sete segundos. Integrantes do projeto “Andar de Novo” apareceram com o voluntário paraplégico, que estava em pé e já vestia o exoesqueleto. Ele deu um passo com a perna direita e movimentou a bola, recolhida por um menino caracterizado de árbitro de futebol. O momento vinha sendo preparado há anos por Nicolelis e sua equipe.

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Como os computadores pretendem imitar o cérebro

Um cérebro eletrônico espalhado pela mesa: protótipo do Neurogrid, um computador neuromórfico que o pesquisador vislumbra vender a US$400 cada um.
Um cérebro eletrônico espalhado pela mesa: protótipo do Neurogrid, um computador neuromórfico que o pesquisador vislumbra vender a US$400 cada um.

Pesquisadores neuromórficos

Apesar de toda a sua sofisticação, os computadores empalidecem quando são comparados com o mais simples dos cérebros.

O córtex de um camundongo, por exemplo, opera 9.000 vezes mais rápido e consome 40.000 vezes menos energia do que uma simulação de suas funções feita em computador – valores que podem aumentar conforme as técnicas de medição da atividade cerebral melhoram.

Isso, contudo, é um incentivo para os pesquisadores que trabalham na tentativa de construir os primeiros processadores neuromórficos – que operam imitando o funcionamento dos neurônios. Continuar lendo

Bateria fina e flexível dispensa o lítio

A "superbateria" reteve 76% de sua capacidade depois de 10.000 ciclos de carga e descarga e 1.000 ciclos de flexionamento.
A “superbateria” reteve 76% de sua capacidade depois de 10.000 ciclos de carga e descarga e 1.000 ciclos de flexionamento.

Bateria ou supercapacitor?

Uma bateria de grande capacidade, mas que é leve, flexível e que não usa lítio.

Isso é o que prometem Yang Yang e seus colegas da Universidade Rice, nos Estados Unidos.

O protótipo da bateria, com a espessura de uma folha grossa de plástico, possui eletrodos sólidos de níquel-fluoreto, dispostos em uma estrutura nanoporosa que aumenta sua área superficial. Continuar lendo

Robô que pode ajudar paraplégico a dar chute na Copa é testado no país

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis está à frente do projeto do ‘robô’ que possibilitará que um brasileiro com paralisia possa andar e dar o tão esperado chute na abertura da Copa do Mundo.

 

Faltam 53 dias para um acontecimento que pode ser um grande marco da ciência, especialmente da ciência do Brasil.

Se tudo der certo, um jovem com paralisia nas pernas vai ficar em pé, andar e chutar uma bola, na abertura da Copa do Mundo! À frente desse projeto internacional, um brasileiro: o neurocientista Miguel Nicolelis.

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Músico ciborgue toca acompanhado por prótese robótica

A primeira baqueta é controlada pelos músculos do músico, enquanto a segunda "ouve" a música e improvisa um acompanhamento.
A primeira baqueta é controlada pelos músculos do músico, enquanto a segunda “ouve” a música e improvisa um acompanhamento.

Robô músico

Inicialmente o professor Gil Weinberg, da Universidade Geórgia Tech, nos Estados Unidos, criou uma banda de robôs músicos.

Quando aprimorou os controles desses robôs, ele percebeu que estava a um passo de transformar seus robôs em próteses que pudessem ser implantadas diretamente em seres humanos.

Weinberg então se juntou a Jason Barnes, um baterista que foi eletrocutado há dois anos, perdendo o braço direito, e que já havia criado um dispositivo primário, mas que não permitia controlar o ritmo das batidas. Continuar lendo