O seu ambiente de interação sobre energia e tecnologia

Radiação Eletromagnética em torres de Telecomunicações

O bom imobiliário dos últimos anos é prova de que as cidades brasileiras não param de crescer. Segundo o Secovi-SP, ou Sindicato da Habitação, apenas na região da Grande São Paulo foram lançados 67 000 imóveis no ano passado. Com o espaço urbano cada vez mais disputado, é quase inevitável que o morador de uma metrópole viva ou trabalhe próximo a antenas de emissoras de rádio e tv, torres de distribuição de energia elétrica e estações radiobase, nome dado às antenas das operadoras de telefonia móvel

Ao contrário da temida radiação ionizante emitida pelos aparelhos de radiografia, que em doses excessivas comprovadamente altera a estrutura das células e pode provocar câncer, as ondas não ionizantes, irradiadas por antenas e linhas de transmissão de energia elétrica, ainda causam controvérsia.

Em torno dessas fontes geradoras de radiofrequência e transmissoras de eletricidade, campos eletromagnéticos atravessam paredes, interferem no funcionamento de equipamentos eletrônicos e, para desespero dos corretores, podem atrapalhar a venda de um imóvel. Mas, afinal, as antenas oferecem risco à população? Quais medidas podem ser tomadas em tempos da plena ascensão da tecnologia wireless?


47 respostas

  1. Carlos Rafael dos Santos

    grupo 1 contra: Cientistas dizem que a exposição prolongada a campos eletromagnéticos pode causar depressão psíquica ou até mesmo favorecer o surgimento de câncer
    O excesso de ondas eletromagnéticas emitidas por equipamentos elétricos e eletrônicos produz um tipo de poluição imperceptível capaz de influenciar o comportamento celular do organismo humano, danificar aparelhos elétricos e até desorientar o vôo de algumas aves. Ninguém pode vê-la, mas a poluição eletromagnética está espalhada por toda à parte, ocupando o espaço e atravessando qualquer tipo de matéria viva ou inorgânica.

    abril 15, 2012 às 11:27 pm

  2. Thiago Sampaio

    grupo 4 A favor:
    Toda inovação tecnológica que a humanidade cria, infelizmente afeta o equilíbrio natural ja estabelecido antes pela natureza ou pela própria humanidade, trazendo consequências ruins principalmente para a saúde da população.
    Mas é indiscutível que graças a estas inovações, a sociedade moderna usufrui de artifícios nunca antes vistos.
    O que seriamos de nós sem as ondas eletromagnéticas?
    O que seriamos de nós sem torres de telecomunicações?
    Simplismente nada, pois hoje um dos pilares da sociedade é a comunicação.
    É necessário botar na balança os benefícios e os malefícios , e mesmo indiscutível malefício das torres , os benefícios que esta traz para a sociedade, ultrapassa qualquer expectativa anterior desta criação .

    abril 16, 2012 às 9:20 pm

    • Grupo 1 – contra
      É claro que os valores em discussão, quais sejam a saúde, o bem estar e a tranqüilidade da sociedade, não podem ficar a mercê da boa vontade ou preocupação das empresas concessionárias da telefonia celular.
      Existem muitas especulações quando se fala em danos à saúde provocados pela exposição a ondas eletromagnéticas. Alguns médicos as relacionam com o aparecimento de câncer, conjuntivites, cataratas, glaucomas, leucemias e enfermidades ligadas ao sistema nervoso central, entre as quais a doença de Alzheimer e problemas de infertilidade. A comprovação que se tem é de que as radiações não-ionizantes provocam excitação das moléculas e o aquecimento das áreas expostas. Os efeitos desse aquecimento dependem do tempo de exposição, da intensidade da radiação e da espessura dos tecidos.
      Sabemos que isso não foi comprovado, mas vale correr o risco de ter algumas dessas doenças? Não temos duvidas que a inovação tecnologica é importante para a sociedade, porem devemos respeitar certos limites. Se alguma coisa pode nos fazer mal, vamos realmente nos arriscar?

      abril 26, 2012 às 10:56 am

  3. Fernanda Ferreira

    Grupo 2 – A favor:
    Nas últimas décadas, a tecnologia moderna desenvolveu vários emissores de radiação que são largamente empregados em redes de infraestrutura elétrica e de telecomunicações. Redes de transmissão de energia, torres de alta tensão, antenas de televisão, de rádio e de telefonia celular, computadores, televisores, micro-ondas e aparelhos celulares, expandiram os campos eletromagnéticos que podem vencer diversos obstáculos físicos, como gases, atmosfera, água e paredes.
    Esse desenvolvimento tecnológico, trás, sem dúvida alguma, enormes benefícios, principalmente na área de telecomunicações, para a vida da humanidade, e nos torna cada vez mais conectados com o mundo.

    abril 22, 2012 às 2:16 pm

  4. Arthur Reis

    Fala aí calouros!

    Gostaria que dessem também uma pesquisada sobre a desvalorização de imóveis nas proximidades das torres de telecomunicações…
    Vocês morariam ao lado de uma torre?
    Será que vale à pena pagar mais barato para correr o “risco” das suas radiações?

    Deem suas opiniões! Debatam sobre o assunto entre os grupos.

    abril 23, 2012 às 11:27 pm

    • Vladimir Fagundes

      Eu moraria sem duvida nenhuma, trabalho direto com instalação e configuração de radios de transmissão para celular e não tenho nenhum problema de saúde, esta comprovado que o maior comprometedor e beneficiário do corpo humano é o SOL e o mesmo tem a radiação mais forte em um dia do que voce ficando 10 anos na frente de um transmissor, se é ruim parem de comprar celulares, usar web sem fio, microondas, bronzeamento artificial, depilação a laser etc, reclama da tecnologia mas não para de pedir mais……

      outubro 9, 2012 às 11:01 pm

    • manoel farias

      sera que vc coloca um aparelho encostado no ouvido.quem esta mais perto.o que esta afalar no aparelho ou quem mora perto de uma torre

      novembro 3, 2012 às 1:35 pm

      • vladimir fagundes

        os niveis de radiação transmitida tem quantidade e potencia regulada por distancia e quantidade de trafego, existem varios equipamento em casa que tambem emitem radiação, microondas e outros tipos de radio frequencia, ex: tel. sem fio, aparelhos de microondas, bluetooth, wireless, cameras com infravermelho, alarmes, portoes radio controlados, monitores de cpu e tvs, transmissões de radios e televisão, todos de alguma forma influenciam na totalidade de emisões, cada uma contribuindo com uma parcela, não acho que isso venha a afetar nossa vida, exceto por diz que diz, por pessoas sem embasamento cientifico, sem os equipamentos especificos para a medição da radiação e frequencia não podem embasar nada.

        novembro 16, 2012 às 6:07 pm

  5. Larissa Lomonte

    Grupo 3 – CONTRA

    Confesso que sou a favor do desenvolvimento sócio econômico, acho realmente que temos que investir em tecnologia, pois hoje o mundo é movido à tecnologia, então sem ela nada acontece nos dias atuais. No entanto, como uma boa mineira que sou, sou bem desconfiada! E com as torres de telecomunicações não sou diferente.
    Já cansei de ouvir boatos falando que celular da câncer, dormir com o celular da câncer no cérebro do mesmo jeito que falar por muito tempo no celular faz mal, e blá blá blá… poxa, eu acho que tudo tem um limite, não acredito verdadeiramente que essas ondas geram câncer nas pessoas não, mas acredito que para quem já tem um pré-disposição isso pode ser possível sim!
    Agora, construir casas e prédios com vista pra torres de telecomunicações, vocês vão me desculpar né, é o cumulo! Um verdadeiro absurdo, poxa um aparelho não emite a mesma quantidade de ondas eletromagnéticas que uma TORRE né (acredito eu!). Imagina a radiação absurda que tem essas casas perto das torres. Eu sei que eu disse ser a favor da tecnologia, mas não acho que devemos deixar a saúde e bem estar de todos de lado. Acredito que por mais que seja mantida uma distancia dessas torres com as casas, as pessoas e a natureza presente no local, são afetadas! Se quando a gnt vai fazer um raio-X o enfermeiro ja tira todo mundo da sala e corre pra não pegar radiação, por que que com as torres seria diferente? é radiação do mesmo jeito!
    E as casas próximas a torre, o valor delas despenca totalmente! É uma desvalorização considerável pro mercado imobiliário! E as vezes as casas já estavam lá antes mesmo da intrusa (torre) chegar.
    É muito fácil a gente só reclamar do que existe e não dar solução pro problema, eu sinceramente não consigo enxergar uma solução simples pra situação, mas acho que nossos engenheiros da área deveriam dar uma atenção maior pra isso. Não adianta de nada a tecnologia avançar e o ser humano ficar todo sequelado!

    abril 26, 2012 às 11:15 pm

  6. Grupo 3 – Contra

    Todos sabemos que a radiação é um mal inevitável. A não ser que uma pessoa viva dentro de um sarcófago de chumbo de espessura considerável, ela está sujeita a inúmeras ondas invisíveis.

    Viver próximo de fontes de radiação eletromagnética pode ser perigoso. Apesar de ser não-ionizante, essa radiação, como dito no texto inicial, causa interferência em aparelhos elétricos e desvaloriza imóveis próximo à fonte. Provavelmente, as muitas máquinas que funcionam nessa fonte também causam certa poluição sonora.

    De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o limite da densidade de potência a qual a população em geral pode estar exposta é expresso pela seguinte equação:
    f/200 [W/m2],
    onde f é a freqüência em MHz, entre 400MHz e 2GHz. Ou seja: a faixa é de 2 a 10 W/m². Empresas de telecomunicações dizem que esta faixa não é nociva à saúde humana.

    No site da Abracond (Associação Brasileira de Condomínios, Síndicos, Condôminos e Empresas Afins), um texto com o título “Perigos das Antenas” dizia que “em uma ação interposta por 38 moradores de uma localidade alemã contra a companhia de telefonia DeTemobil Deutsche Telekom MobilNet GmbH e a Comunidade Evangélica, proprietária do lugar onde se localizava a antena, a 4ª Vara Cível de Landgericht de Frankfurt de Meno destacou que os valores limite de exposição a microondas da própria legislação alemã que estabelece o limite de 4,7 W/m², para 900 Mhz, não são suficientes para proteger a saúde das pessoas situadas a menos de 100 metros de uma estação base.”

    Apesar da legislação alemã estabelecer uma taxa 0,2 maior que a brasileira (no caso, 4,5 W/m²), estamos dentro da colocação da Justiça alemã: quem vive próximo à antenas corre SIM risco de ter sua saúde prejudicada pela emissão de ondas eletromagnéticas.

    Fontes: http://www.anatel.gov.br, http://www.abracond.com.

    abril 28, 2012 às 10:58 am

    • vladimir fagundes

      Os radios de operadoras usam frequencias de 5ghZ para cima até 18ghZ, que no caso quanto maoir valor menor potencia, telefones sem fio e internet wireless que usam frequencia de 900mhZ ou 1.5ghz, os celulares usam 850, 900, 950, 1.100mhz, na trasmissão mais a potencia de transmissão e baixa para não ter risco por isso quanto mais denso demograficamente o local mais torres tem que ter para atender todos, nos locais ermos temos torres com potencia bem maior.

      novembro 16, 2012 às 6:14 pm

  7. Marco Aurélio

    Grupo 3 – CONTRA

    Existem pelo menos dois grandes obstáculos quando se trata de reconhecer o mal causado pela absorção de radiação eletromagnética. Um é o fato de que a radiação é um fenômeno que não podemos ver ou sentir sem o auxílio de aparelhos próprios. Estamos a todo tempo sujeitos à radiação oriunda dos mais diversos dispositivos e nem sempre nos damos conta disso. Isso dificulta a exatidão de pesquisas na área. Até porque, não sabemos qual é o intervalo de tempo entre o contato com os raios e os efeitos causados por eles. Até onde sabemos, esses efeitos podem permanecer indetectáveis por gerações, já que podem afetar direta ou indiretamente o material genético.
    Outro ponto importante é a diferença que damos no tratamento a fenômenos de natureza determinística e de natureza probabilística. Isto é, não nos arriscamos quando sabemos que o efeito colateral é certo (banhar-se em ácido, por exemplo), mas quando o risco é menos provável, tomamos as chances. É o caso de dirigir sem cinto de segurança ou usar substâncias psicoativas, nas quais pensamos que a probabilidade de causar danos ao nosso organismo é pequena. Isso é o que tem ocorrido em relação à radiação emitida por celulares, roteadores, e outros aparelhos eletrodomésticos, além das torres ou estações rádio-base. Por não haver pesquisas que comprovem os danos ou determinem um limite à exposição a tais raios, pensamos que estamos seguros em utilizá-los indefinidamente.
    O fato é que estamos sendo expostos constantemente a níveis de radiação nunca antes percebidos na história da ciência. Será difícil estabelecer um veredito conciso sobre o assunto, isso pode levar décadas de pesquisa. Enquanto isso, não custa nada previnir.

    abril 28, 2012 às 11:16 am

  8. Thales Pônzio

    Grupo 4 : A Favor

    É inegável que quanto mais perto de uma estação radiobase a radiação transmitida é maior . A alguns metros de uma antena de Wi-Fi, por exemplo, a intensidade é de apenas um milésimo da original. A 20 ou 30 metros, a radiação é tão pequena que somente instrumentos muito pequenos são capazes de detectá-la.

    Um estudo francês, que monitorou 24 horas por dia, através de um sensor portátil, os campos de radiofreqüência a que estavam submetidos voluntários no seu cotidiano, detectou que as freqüências de 900 MHz a 6 GHz (usados na telefonia celular – GSM, CDMA, TDMA – e nas redes Wi-Fi, OFDM e WiMax) representam menos de 2% de toda a potência recebida ao longo do dia. As rádios FM e os canais de TV em UHF e VHF são as que mais contribuem, com cerca de 10% a 20%.

    A maior surpresa (mas não tanto) é que cerca de 70% dos campos de radiofreqüência que recebemos são oriundos de fontes naturais, como o sol, os planetas, os corpos aquecidos de qualquer natureza, etc.

    abril 28, 2012 às 7:36 pm

  9. Isabela Elmôr

    Grupo 2 – A favor:
    Você já parou para pensar em como era o mundo há um tempo no quesito telecomunicações? Com certeza um mundo com uma desenvoltura bem mais lenta comparando com o atual, já que elas se tornaram essenciais no mundo dos negócios, da informação, na educação e em diversos outros aspectos. As telecomunicações são de fato, a base tecnológica de nossa sociedade, e sem as quais, retornaríamos a Idade Média. Por outro lado, no entanto, é visto que existem especulações sobre os danos que a exposição às ondas eletromagnéticas é provocada à saúde, mas sabemos que tal dano depende muito do tempo de exposição e da intensidade da radiação recebida. Temos apenas que ter certo cuidado com as torres, por exemplo, já que elas emitem altas ondas eletromagnéticas, constatando que é importante morar com distância dessas para se evitar problemas. Assim, percebe-se que o mundo evoluiu absurdamente com as telecomunicações e que não teria mais como vivermos sem. Estaríamos “andando pra trás” e não aproveitando essa tecnologia que foi conquistada em muitos anos.

    abril 28, 2012 às 9:06 pm

  10. Fernanda Ferreira

    Uma onda de boatos e discussões na imprensa alarmou os usuários de telefones celulares.
    Tal medo incentivou alguns pesquisadores a analisar os efeitos na saúde humana e no meio ambiente causados pelas Erbs (Estações de Rádio Base) próximas de residências.
    Existem teses e pesquisas para todos os interesses.
    Alguns estudiosos informam que morar próximo a uma torre de transmissão (Erbs) causaria prejuízos à saúde, como uma simples dor de cabeça, aparecimento de tiques, zumbidos nos ouvidos, até mesmo o câncer.
    Ocorre que, a literatura científica mais recente deixa claro que não há nada concludente a este respeito.
    Alguns estudos apontam que em São Paulo, Campinas e em outras cidades com grande número populacional, onde a incidência de ondas eletromágnéticas é maior, várias pessoas teriam relatado alterações na saúde, como insônia, diarréia, alterações na pele e queda da resistência imunológica.
    Ocorre que, tais pessoas não estão sujeitas unicamente às radiações eletromagnéticas de antenas de televisão, celular e rádio, mas também, estão sujeitas ao nível de stress da vida moderna, ao trânsito caótico, à poluição do ar, dentre outros aspectos.
    Assim a maior dificuldade para se identificar as causas destas doenças é o isolamento das pessoas a ponto de estarem sujeitas apenas a uma situação, no caso, apenas à proximidade da Erb.
    Portanto não se pode afirmar com toda clareza que tais doenças são causadas pelo motivo da proximidade com uma torre de telecomunicação.

    abril 30, 2012 às 3:28 pm

  11. Fernanda Ferreira

    Grupo 2 – A Favor
    Uma onda de boatos e discussões na imprensa alarmou os usuários de telefones celulares.
    Tal medo incentivou alguns pesquisadores a analisar os efeitos na saúde humana e no meio ambiente causados pelas Erbs (Estações de Rádio Base) próximas de residências.
    Existem teses e pesquisas para todos os interesses.
    Alguns estudiosos informam que morar próximo a uma torre de transmissão (Erbs) causaria prejuízos à saúde, como uma simples dor de cabeça, aparecimento de tiques, zumbidos nos ouvidos, até mesmo o câncer.
    Ocorre que, a literatura científica mais recente deixa claro que não há nada concludente a este respeito.
    Alguns estudos apontam que em São Paulo, Campinas e em outras cidades com grande número populacional, onde a incidência de ondas eletromágnéticas é maior, várias pessoas teriam relatado alterações na saúde, como insônia, diarréia, alterações na pele e queda da resistência imunológica.
    Ocorre que, tais pessoas não estão sujeitas unicamente às radiações eletromagnéticas de antenas de televisão, celular e rádio, mas também, estão sujeitas ao nível de stress da vida moderna, ao trânsito caótico, à poluição do ar, dentre outros aspectos.
    Assim a maior dificuldade para se identificar as causas destas doenças é o isolamento das pessoas a ponto de estarem sujeitas apenas a uma situação, no caso, apenas à proximidade da Erb.
    Portanto não se pode afirmar com toda clareza que tais doenças são causadas pelo motivo da proximidade com uma torre de telecomunicação.

    abril 30, 2012 às 3:32 pm

    • grupo 1 contra
      O rápido crescimento do número de usuários da telefonia celular (bem como de outros meios de comunicação sem fio) tem chamado a atenção, em todo o mundo, para os possíveis riscos que poderiam ser causados pela exposição humana aos campos eletromagnéticos gerados por aparelhos celulares ou estações rádio-base (torres de celular).
      Estudos científicos sobre os efeitos das radiações eletromagnéticas no corpo humano vêm sendo realizados há aproximadamente 45 anos, e foram intensificados na última década.
      Para o neurologista e professor da Universidade Federal do Paraná Affonso Antoniuk, todo tipo de radiação é preocupante e pode, inclusive, contribuir para o aparecimento de doenças como o câncer. No caso dos celulares, o tempo de exposição faz diferença. “O ideal é que uma pessoa adulta use o aparelho por, no máximo, seis minutos ao dia. Já uma criança, cujo cérebro ainda está em formação, nunca deve chegar perto dos telefones celulares.
      O problema da radiação começa já na concepção do aparelho. As antenas dos celulares são uma adaptação das antenas utilizadas em rádios portáteis, ou seja, elas não foram feitas para emitir ondas eletromagnéticas e sim, para apenas recebê-las. O ideal seria uma antena bidirecional. Assim, a radiação seria emitida apenas na direção contrária à cabeça do usuário (as antenas comuns emitem radiação em todo o entorno da cabeça), o que diminuiria em até dez vezes a absorção das ondas eletromagnéticas.

      fonte:http://ambientes.ambientebrasil.com.br/urbano/artigos_urbano/os_perigos_das_antenas_e_dos_telefones_celulares_e_sem_fios.html

      maio 3, 2012 às 10:35 pm

  12. Igor Cruz

    Grupo 2 – A Favor

    A radiação eletromagnética pode causar danos,mas se ficarmos atentos e tomarmos alguns cuidados podemos reduzir muito os riscos causados por essas ondas.

    De Acordo com a OMS:

    “expor sob a freqüência de um campo eletromagnético, tem apenas o risco 2B de leucemia infantil (refere-se ao nível 2B, fator possivelmente carcinogênico, sendo o café, resíduos de motores a gasolina na mesma classificação).

    ficar doente de outro câncer infantil e qualquer doença de adulto só tem o nível 3 de riscos. ( o nível 3 significa que não é possível se classificar como fator de risco carcinogênico).

    A energia de radiação de onda Eletromagnetismos é baixa, não fará com que o material sofra o fenômeno da dissociação, também não irá destruir o ambiente material diretamente, mas em todos os lugares que se enchem de equipamentos eletrônicos da vida moderna, a característica de interferência eletromagnética realmente pode não baixar a guarda, porque apenas momentaneamente fará com que o ser humano confronte com a região de risco”

    Algumas medidas podem ser tomadas para se previnir contra os danos causados pela radiação:

    Manter a maior distância possível de produtos elétricos
    O manual do fabricante deve determinar as distâncias seguras a serem mantidas dos equipamentos. Tal distância deve ser claramente definida.

    Se não é possível impedir a exposição, evite-a pelo maior tempo possível. Quanto menor o tempo de exposição, menor o efeito.

    Se o aparelho não for utilizado, o plug deve ser removido da tomada, pois o aparelho plugado emite parte das ondas eletromagnéticas.

    Com algumas dessas medidas podemos reduzir os riscos de danos causados pela radiação,e diminuir a chance de alguma doença causada por esta

    As ondas eletromagnéticas são consequência da evolução tecnológica inevitável do ser humano,e pode trazer riscos à saude,mas se tomarmos o devido cuidado,podemos aproveitar apenas o lado positivo destas inovações

    abril 30, 2012 às 8:42 pm

  13. Mário Sérgio

    Grupo 4 – A Favor:

    São muitas as teorias sobre os malefícios causados pelas ondas não ionizantes as pessoas que habitam próximo a antenas de emissoras de rádio e tv, torres de distribuição de energia elétrica e estações radiobase . Porém nenhuma pesquisa científica conseguiu provar que os campos eletromagnéticos cuja intensidade esteja dentro dos limites de segurança ofereçam riscos à saúde. Além disso, os estudos epidemiológicos apenas comparam dados estatísticos – de grupos de habitantes expostos com com grupos de moradores não expostos a campos eletromagnéticos – sem apresentar uma relação de causa e efeito. Ou seja, pode haver outras variáveis em jogo.

    Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/saude/poluicao-eletromagnetica-622671.shtml

    maio 2, 2012 às 3:51 pm

  14. Fernanda Ferreira

    Grupo 2 – A Favor
    Embora não haja relação de causa e efeito imediato entre as possíveis doenças e a moradia em proximidade das antenas celulares, esta pode configurar uma hipótese da tese de que tal antena pode ser prejudicial.

    Considerando algumas incertezas expostas, as antenas de telefonia móvel transmitem ondas com baixa potência, possuem de 15 a 20 m de altura, e emitem apenas 0,02 miliwatts por centímetro quadrado (mW/cm2), sendo bem menores do que as Erbs de televisão e rádio (entre 500 a 1000 vezes menos potência).

    Comparando-se os limites de segurança determinados por lei, a intensidade máxima das antenas devem ser de 1,2 mW/cm2 para antenas de Televisão e rádio e de 0,57 mW/cm2 para os telefones celulares, embora as antenas de televisão sejam 1.000 a 5.000 vezes maiores do que as antenas de celulares.

    Se é assim, a conclusão é óbvia: nenhuma antena de celular tem potência suficiente para causar qualquer efeito mensurável sobre organismos vivos, mesmo se alguém morar a uma distância pequena (cerca de 40 ou 50 metros), já que, o total cumulativo de ondas eletromagnéticas que recebe por ano é menor do que ficar ao lado de um forninho de microondas por alguns minutos, ou que ficar tomando sol na piscina por algumas horas.

    maio 3, 2012 às 3:21 pm

    • Alef Nunes

      Grupo 1 – Contra
      O grande problema é que não existe nada conclusivo sobre
      a radiação não-ionizante e a nossa saúde, então ,no mínimo,
      deveria ser evitada a instalação de torres de telecomunicações
      nas proximidades de residências. Qual seria o motivo de
      colocar uma torre dessas perto de uma casa?
      É óbvio que atualmente não podemos deixar de utiliza-las, mas
      podemos ter uma certa cautela no local de sua instalação.
      Não devemos arriscar nossa saúde só pra ter o conforto de colocar
      uma torre de telecomunicações em um local mais fácil.

      maio 3, 2012 às 9:43 pm

  15. João Paulo Lima

    GRUPO 2 – A FAVOR:

    No mercado imobiliário, é conhecido o fato da desvalorização de imóveis muito próximos às torres de telecomunicações. Porém, a distância necessária para a segurança das pessoas é muito subjetiva. Não seguem-se critérios rígidos ou, ao menos, bem definidos. Vejamos em Juiz de Fora. É notável a presença de torres no Morro do Imperador, (Morro do Cristo), na zona oeste da cidade, em funcionamento desde a década de 60 (sim, são mais de 50 anos de atividades eletromagnéticas!) Lá, estão implantadas, por exemplo, as antenas da TV Panorama. No entanto, são muito válidos os seguintes questionamentos:

    Primeiramente, por que nessa área, estão os condomínios mais caros, valorizados e luxuosos da cidade? Muitos deles até mesmo levam o nome “do Imperador” ou “Imperial”… Neles, encontram-se verdadeiras mansões, com valores exorbitantes, bem acima de R$ 1,000,000.00! E tudo isso dividindo o mesmo morro! Mas aposto que adora-se fazer negócios por ali…

    Alem disso, por que, segundo pesquisas locais, a zona oeste é a que tem o maior potencial de crescimento da cidade? E se olharmos do mirante desse ponto turístico, o que vemos logo abaixo? O lugar com a maior concentração populacional da cidade! Onde temos o maior número de transações imobiliárias! Afinal, o quanto isso afeta o mercado imobiliário? Quais os parâmetros que os profissionais do ramo utilizam? O quanto podemos confiar nesses critérios?

    Nesse sentido, uma proposta de solução para esse problema da convivência com as torres de telecomunicações é a seguinte: planejamento urbano. Caso seja feito um planejamento, que integre a sociedade, as empresas de telecomunicações, os órgãos reguladores e o poder público, visando a qualiadade dos serviços e também a qualidade de vida da população, o problema pode ser encarado com muito mais facilidade.

    maio 3, 2012 às 6:07 pm

  16. Anônimo

    Grupo 3 – Contra

    Em todos os aparelhos que conduzem corrente eletrica emitem certo tipo de radiação.
    Esses aparelhos que pesquisas dizem “não fazer nenhum mal a saude” ,fazem sim.
    Não a curto prazo… e sim a longo. Já que a radiação entra nas células matando-as, na sua regeneração, as celulas
    podem se regenerar de forma desorganizada e gerando um tumor. Esse prazo é longo, decadas.
    E uma pesquisa feita nos EUA em um grupo de 100 pessoas mostrou que 47 dessas pessoa após 40 anos elas irias desenvolver algum tipo de cancer por radiação.

    Não importa a distancia que se tem dos aparelhos. Não adianta fugir pois em todos os lugares há algum tipo de radiação não importa que seja qual sempre há.
    O calor emitido pela radiação é tão forte que pode queimar bem mais do que a exposição prolongada ao sol.

    Concluindo:
    Em pequenas doses, a radiação ajuda a diagnosticar e tratar doenças. Em grandes quantidades, pode alterar o sistema biológico e até matar

    maio 3, 2012 às 6:16 pm

  17. Luan Marchito

    Grupo 3 – CONTRA

    Em todos os aparelhos que conduzem corrente eletrica emitem certo tipo de radiação.
    Esses aparelhos que pesquisas dizem “não fazer nenhum mal a saude” ,fazem sim.
    Não a curto prazo… e sim a longo. Já que a radiação entra nas celulas matando-as, na sua regeneração as mesmas
    podem se regeneram de forma desorganizada e gerando um tumor. Esse prazo é longo, decadas.
    E uma pesquisa feita nos EUA em um grupo de 100 pessoas mostrou que 47 dessas pessoa após 40 anos elas irias desenvolver algum tipo de cancer por radiação.

    O calor emitido pela radiação é tão forte que pode queimar bem mais do que a exposição prolongada ao sol

    Concluindo:
    Em pequenas doses, a radiação ajuda a diagnosticar e tratar doenças. Em grandes quantidades, pode alterar o sistema biológico e até matar

    maio 3, 2012 às 6:19 pm

  18. Isabela Elmôr

    Grupo 2 – A favor:
    As radiações IONIZANTES, por exemplo as dos raios-X, oferecem risco e devem ser usadas com muita precaução. As radiações NÃO IONIZANTES só oferecem danos à saúde quando sua potência for muito alta, a ponto de elevar a temperatura corporal em 1 grau centígrado. As antenas de estações celulares transmitem sinais de baixa potência, incapazes de causar algum efeito na saúde das pessoas. Os aparelhos celulares emitem sinais de potência mais baixos ainda – apesar de estarem muito próximos ao usuário, não são capazes de causar danos à saúde. A Anatel, através da Resolução 303 de 3 de julho de 2002, limita a densidade de potência a qual a população em geral pode estar exposta pela seguinte equação:
    f/200 [W/m2]
    onde f é a freqüência em MHz, entre 400MHz e 2000MHz.
    A Resolução também limita a distância mínima que se pode estar de uma estação:
    6,38 * (eirp / f)½
    onde EIRP é a potência equivalente isotropicamente irradiada em Watt e f é a freqüência em MHz, entre 400MHz e 2000MHz.
    Em geral, as estações que ficam nas torres de celular têm potência de 100 Watts. Então, na prática, não se deve estar a menos de 2 metros da antena. A uma distância maior que essa, todos os limites de segurança estão sendo atendidos.

    maio 3, 2012 às 10:09 pm

  19. Isabela Elmôr

    Grupo 2 – A favor:
    Na condição de que imóveis próximos às torres poderem ser desvalorizados, tem-se a informação de que a Anatel, na sua Resolução de 303, exige que para cada ERB (Estação Rádio Base) seja feito um Relatório de Conformidade, provando que essa desvalorização não é tão necessária (a não ser, que apenas se leve em conta a estética). Este Relatório deve conter a memória de cálculo dos campos eletromagnéticos produzidos pelas estações para demonstrar o atendimento aos limites de exposição estabelecidos. Ele considera todos os lugares próximos da antena onde há possibilidade de acesso de pessoas. Isso garante que as pessoas que morem próximas a elas não estejam sujeitas a uma radiação maior do que o limite estabelecido. E ainda é importante destacar, que as torres não interferem de alguma forma na casa destas pessoas, não interferem em qualquer aparelho eletrônico industrializado, por exemplo. A operadora de celular somente opera na faixa de freqüência que lhe foi designada, sob o risco de ser multada ou perder a licença se utilizar outra banda de frequência.

    maio 3, 2012 às 10:16 pm

  20. Mário Sérgio

    Grupo 4 – A Favor

    No caso de antenas usadas nas torres de telefonia celular, é preciso frisar, entretanto, que as potências radiadas são muito baixas para provocar aquecimento, exceto, possivelmente, se a pessoa estiver muito próxima da antena da ERB.
    Mesmo nas transmissões de rádio e TV, que envolvem potências bem maiores que aquelas usadas em telefonia celular, os níveis de exposição das pessoas, em condições normais, estão abaixo dos valores máximos recomendados pela Organização Mundial de Saúde.
    Por fim, é importante mencionar que, mesmo para altos níveis de exposição, não há nenhuma evidência comprovada de que radiações de radiofrequência causem ou contribuam para o desenvolvimento de câncer. Embora as pesquisas nesta área sejam intensivas, não há nenhum estudo epidemiológico ou obtido através de repetição de experimentos em diferentes laboratórios que conclua que radiação de radiofrequência esteja associada a qualquer tipo de câncer.

    maio 3, 2012 às 10:32 pm

  21. Rodrigo Caetano

    Grupo 4 – A Favor

    Toda nova tecnologia tem seus custos. Se pensarmos em contruir novos aeroportos precisamos pensar em sua localização, se construirmos hospitais precisamos saber aonde depositar o lixo hospitalar e no caso das torres de telefonia não é diferente. Mesmo que a radiação das torres não seja benéfica para as pessoas, podemos pensar uma maneira de ter a telefonia móvel evitando qualquer mal para os usuários. O ser humano é muito depedente da tecnologia e tirar dele um bem necessário como o celular alegando que faz mal a saúde seria a mesma coisa de forçar um viciado em nicotina parar de fumar. Depois que uma nova tecnologia chega e ela ganha espaço é muito complicado vivermos sem ela.

    maio 3, 2012 às 10:58 pm

  22. Grupo 4-A Favor

    A expansão da telefonia móvel e de outras tecnologias baseadas em transmissão e recepção de radiaçãoeletromagnética, tais como rádio, TV e redes sem fio é monitorada pelas autoridades de saúde de diversos países.

    De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as pesquisas realizadas até o presente momento não indicam nenhuma evidência de danos à saúde das pessoas causados pela radiação eletromagnética emitida pelas antenas.Há cidades em que os valores de radiação eletromagnética estão sendo continuamente monitorados por órgãos competentes como ,por exemplo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e, ICNIRP (Comissão Internacional para Proteção Contra Radiações Não Ionizantes).

    É relevante lembrar que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)e a OMS afirmaram que, até agora, nenhuma pesquisa mostrou que a radiação emitida por ERB’s seja realmente prejudicial à saúde.

    maio 3, 2012 às 11:35 pm

  23. leandro

    Grupo 3

    contra

    Os limites de exposição humana baseiam-se na referência adotada pela Agência
    Nacional de Telecomunicações – Resolução n.º 303, de 2 de julho de 2002 – ANATEL.
    Mesmo quando estes limites teóricos se mostrarem atendidos com certa elasticidade, em
    todos os cálculos e medições realizados, baseados nessa norma ANATEL / ICNIRP
    (International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection: Comissão
    Internacional de Proteção para Radiação Não Ionizante), não se elimina o risco em
    potencial à saúde pública, especialmente no entorno da ERB, a médio e longo prazo,
    porque não prevêem esses limites os potenciais efeitos relacionados à exposição delongo prazo. A resolução da ANATEL não atende o Princípio da Precaução, do qual o
    Brasil é signatário desde a ECO-92.
    A Lei Orgânica da Saúde – Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as
    Condições para a Promoção, Proteção e Recuperação da Saúde; a Organização e o
    Funcionamento dos Serviços Correspondentes; e dá outras providências, define na
    Seção II, art. 16:
    “À direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) compete (…):
    II. participar na formulação e na implementação das políticas: a) de controle das
    agressões ao meio ambiente (…);
    IV. participar da definição de normas, e mecanismos de controle, com órgãos afins, de
    agravo sobre o meio ambiente ou dele decorrentes, que tenham repercussão na saúde
    humana;
    V. participar da definição de normas, critérios e padrões para o controle das condições e
    ambientes de trabalho e coordenar a política de saúde do trabalhador; (…)
    VIII. estabelecer critérios, parâmetros e métodos para o controle da qualidade sanitária
    de produtos, substâncias e serviços de consumo e uso humano (…);
    XII. controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a
    saúde”;
    O que se observou, no século passado, em relação à redução dos limites de exposição às
    radiações ionizantes, ampliando os níveis de segurança, começa, agora, a mesma
    trajetória para as radiações não ionizantes.
    A literatura especializada [8] [9] [10] [29] cita uma grande variedade de efeitos não
    térmicos adversos à saúde humana, provenientes da exposição prolongada às radiações
    de RF (Radiofreqüência) e microondas, com SAR (Specific Absorption Rate: Taxa
    Específica de Absorção-TAE) inferior a 4 W/kg, dentre os quais se destacam: alteração
    do eletroencefalograma (EEG), letargia, geração de prematuros, distúrbios do sono,
    distúrbios comportamentais, perda de memória recente, dificuldades de concentração,
    doenças neurodegenerativas – tais como os males de Parkinson e Alzheimer -,
    abortamento, má formação fetal, linfoma, leucemia e câncer, entre outros.
    Vários países, como Suíça, Rússia, Austrália, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo,
    Bélgica e Nova Zelândia, e cidades, como Salzburgo e Toronto, estão com seus limites
    de exposição humana às radiofreqüências inferiores às diretrizes baseadas na
    determinação de limites de exposição à RF, apenas pelo aquecimento do tecido
    humano.[28]
    O número cada vez maior de antenas de telefonia celular, instaladas nas cidades
    brasileiras, de forma indiscriminada, pode expor a população a perigosos índices de
    radiação. A Organização Mundial de Saúde coordena um projeto na área, iniciado em
    1996, com término previsto para o ano de 2008, que poderá validar esses efeitos na
    saúde.
    Só invatisando que não São somente antenas mas, toto quipamento que emite ondas eletromagnéticas, tendem a estes casos apresentados.
    Mesmo que ainda não tenha provras concretas da nocividade desta radiação, é melhor prevenir do que remediar.

    maio 4, 2012 às 7:47 am

  24. Alef Nunes

    O grande problema é exatamente esse, não foi comprovado que as
    radiações de radiofrequência podem causar câncer, porém também
    não existe nenhuma prova conclusiva para dizer que elas não causam.
    Quanto mais próximo de uma torre, mais perto você está do seu campo
    eletromagnético. Aí que está o perigo, pois não existe nada provando
    que isso não cause efeito algum sobre nosso organismo. Já foi dito
    que existem leis que regulamentam a distancia mínima de instalação
    das torres, todavia essas distâncias são sempre respeitadas?

    maio 4, 2012 às 10:36 am

  25. Alef Nunes

    Grupo 1 – Contra
    O grande problema é exatamente esse, não foi comprovado que as
    radiações de radiofrequência podem causar câncer, porém também
    não existe nenhuma prova conclusiva para dizer que elas não causam.
    Quanto mais próximo de uma torre, mais perto você está do seu campo
    eletromagnético. Aí que está o perigo, pois não existe nada provando
    que isso não cause efeito algum sobre nosso organismo. Já foi dito
    que existem leis que regulamentam a distancia mínima de instalação
    das torres, todavia essas distâncias são sempre respeitadas?

    maio 4, 2012 às 10:51 am

  26. Thiago Sampaio

    Grupo 4 – A Favor
    Fica evidente, que mesmo com alguns malefícios ainda em estudos, as torres, sejam elas de tv, telefonia e etc é necessário para a sociedade moderna.
    É loucura dizer que poderíamos manter os pilares da sociedade sem a comunicação.
    Mas é necessario sabedoria no manejo desta tecnologia pois, mesmo que necessária,usada de forma irresponsável, pode trazer danos a saúde da população.

    maio 4, 2012 às 11:12 am

  27. Thiago Sampaio

    Grupo 4- A Favor
    Uma observação sobre o “manejo correto” entra nas seguintes conclusões:
    Quem vive ou trabalha muito próximo das torres , ou de qualquer outra antena transmissora, está incluído na lista de receptores inocentes. “Isso pode muito prejudicial, dada a potência das antenas. A solução é a distância. E não deixe que instalem em seu prédio. Existem moradores que conseguem proibir na justiça que o condomínio instale pelo princípio da precaução. Se existe risco de dano, você pode se prevenir até que se prove alguma coisa contra ou a favor”, Os especialistas aponta o caminho do bem-estar. “Quando for comprar ou alugar um novo imóvel, certifique-se de que não haja transformadores, destes que ficam nos postes, a menos de 80m do imóvel. E que não tenha subestações ou torres de alta-tensão a menos de 500m”.

    Outra dica é melhorar a ventilação onde há muito eletromagnetismo. Isso pode ser conseguido utilizando plantas como orquídeas e bromélias. Ou seja, trate de providenciar um belo arranjo para onde há computadores, aparelhos de som, TV. “As fugas de eletricidade dos aparelhos aumentam o campo eletromagnético dentro da casa”

    maio 4, 2012 às 11:27 am

  28. Rafael Baeta

    Grupo 4 – A Favor

    O rápido crescimento do número de usuários da telefonia celular (bem como de outros meios de comunicação sem fio) tem chamado a atenção, em todo o mundo, para os possíveis riscos que poderiam ser causados pela exposição humana aos campos eletromagnéticos gerados por aparelhos celulares ou estações rádio-base (torres de celular).

    Estudos científicos sobre os efeitos das radiações eletromagnéticas no corpo humano vêm sendo realizados há aproximadamente 45 anos, e foram intensificados na última década. Com base nos resultados destes estudos, acredita-se, hoje, que as configurações utilizadas nas estações rádio-base não causam qualquer efeito adverso à saúde ou ao meio ambiente. Diretrizes e normas foram criadas por organizações reconhecidas mundialmente, tal como a Organização Mundial da Saúde, para fixarem limites bastante seguros de exposição aos campos eletromagnéticos. A Telefonia Celular ressalta sua preocupação em cumprir todas as normas e recomendações de organismos nacionais e internacionais que tratam do assunto.

    maio 4, 2012 às 1:13 pm

  29. Carlos Rafael dos Santos

    Grupo 1 – Contra
    Não ta tendo como trazer muitas novidades aqui, pois o que eu fala poderá repetir o que outras pessoas postaram, e tem mais um grande problema, e ele é que, não existe nada conclusivo sobre a radiação não-ionizante e a nossa saúde, mas como ninguém falo das precauções tentarei citar algumas:
    . Não coloque o aparelho celular no ouvido de bebês e crianças muito pequenas,
    · Fale durante 6 minutos, no máximo, a cada ligação;
    · Transfira a ligação do celular para o telefone fixo, sempre que possível;
    · Celulares digitais são menos tóxicos do que analógicos;
    · Dores de cabeça, náuseas, azia, problemas de vista e impotência sexual podem ser sintomas de exposição à radiação em excesso. Observe se há torres de TV, FM e de celular perto de sua casa. Consulte um neurologista;
    · Não aproxime o rosto do forno de microondas ao abri-lo;
    · Adote uma distância mínima equivalente ao dobro da largura do aparelho de TV, para assisti-la;
    · Não é aconselhável a instalação de torres de radiofrequência (TV, FM e celular) em shopping centers;
    · Escolas, creches, asilos e hospitais não devem ter torres de radiofrequência em suas imediações.

    maio 4, 2012 às 9:42 pm

  30. Luan Marchito

    Grupo 3 – CONTRA

    Não importa aonde estamos e aonde vamos.
    o planeta Terra se tornou uma caixa de radiação que até no meio do mato voce sofre nen que seja o minimo de radiação.
    de um simples aparelho que conduza corrente eletrica a um sinal de uma internet 3G via satelite.
    O que podemos fazer é estimular um estudo das potencias da comunicação para achar uma maneira de transferir dados de um lugar para outro sem afetar o ser humano.
    A midia em si esconde casos de pessoas que morrem e são afetadas pela radiação
    Até porque elas não acabariam com o proprio meio que ganham dinheiro neh.
    As pessoas precisam saber dos problemas cobrar o governo para no MINIMO afastar torres e antenas de maxima potencia dos grandes centros urbanos.
    Mas ta bom quem vai bater de frente com eles? Ninguem neh =\
    O Sistema é forte ih o corpo humano é fraco.
    Fato

    maio 11, 2012 às 8:43 am

    • Anônimo

      TA ACHANDO RUIM PARA DE USAR CELULAR, O CANCER JA EXISTIA ANTES DO SEU USO, LOUCOS E IMBECIS SEMPRE EXISTIRAM, RADIAÇÃO POR RADIAÇÃO SE VOCE FICAR NO SOL POR DUAS HORAS É O MESMO QUE FALAR NO CELULAR POR 40 ANOS, PAREM DE RECLAMAR, OU PAREM DE COMPRAR CELULARES.

      outubro 21, 2012 às 12:34 pm

  31. Blz peooal…
    Estamos encerrando as postagens
    Parabéns a todos e bora trabalhar nos vídeos!
    Abraço!

    maio 12, 2012 às 12:07 am

  32. nadja

    esta sendo construida uma torre ao lado da casa de meu pai ;não seria o caso de desapropiação

    outubro 21, 2012 às 11:41 am

    • Anônimo

      DESAPROPIAÇÃO DO QUE, DO TERRENO DO SEU PAI? POR QUE? É UMA CONSTRUÇÃO COMO OUTRA QUALQUER, TEM CREA, PROJETO, ISSO E RADIAÇÃO FICAM FALANDO PORQUE OUVIRAM DO CUNHADO DA PRIMA DO NAMORADO DA VIZINHA QUE FAZ MAL, SE FIZESSE MAL JA ESTARIA PROIBIDA EM PAISES DESENVOLVIDOS. QUER VER O QUE ACONTECE SE VOCE FICAR USANDO CELULAR POR 40 ANOS, FICA NO SOL POR 4 HORAS. É IGUALZINHO.

      outubro 21, 2012 às 12:38 pm

  33. Barczack

    Estas radiacoes podem sim afetar os seres humanos. Vale lembrar que somos eletricos.Todos os movimentos de nosso corpo e resultado de um impulso eletrico enviado pelo nosso cerebro estas radiacoes podem interferir

    dezembro 3, 2012 às 11:55 am

  34. doug

    O Sol se põe, e não vivemos 24h expostos ao Sol. Uma torre de celular depois de construída do lado da nossa casa, trabalha 24 h para o resto da nossa vida.

    junho 6, 2013 às 2:24 pm

  35. Anônimo

    FICA 30MIN. NO SOL SEM PROTEÇÃO, DEPOIS FICA 1 ANO AO LADO DA TORRE E VE QUAL A DIFERENÇA, NÃO FALA BOBAGENS.

    junho 6, 2013 às 2:37 pm

  36. Mohamed Al

    Olá,

    matéria inteligente.

    setembro 7, 2013 às 10:00 pm

  37. joaquim martins

    quero saber qual a distancia de uma torre de telecomunicaçaõ para uma residencia qual e a distancia minima e qual o tamanho minimo do terreno para construçaõ de uma torre mande resposta para joaquimzinho.mf@hotmail.com ……………………………………………..

    outubro 30, 2013 às 11:50 pm

  38. Confesso que sou a favor de tecnologia, mas ultimamente vinha sentido dores de cabeça com frequência e mei dei conta que fico muito tempo no meu laptop, a menos de 1m de distância da antena do modem wireless. Resolvi desabilitar o wireless e usar somente cabo para conectar-me à internet. Sem brincadeira, foi notável a sensação de alívio que me causou. Outras vêzes, colocava o laptop com conexão wireless no colo, e de repente começava a me doer as pernas. Assim que tirava o laptop do colo, passava a dor. Uma dor semelhante àquela dos aparelhos ultrassons de fisioterapia.
    Ao contrário do que alguns aqui disseram, a exposição ao sol, pouca ou moderada, produz vitamina D, o que é bom para saúde, e ajuda a combater os males causados pelas radiações mencionadas aqui.
    Acredito que se usarmos com moderação a tecnologia, sem super exposição, não teremos problemas, mas se o seu uso for extremo, pode vir a causar problemas.

    novembro 12, 2013 às 1:04 am

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